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terça-feira, 26 de agosto de 2014

ALGUMAS HISTORIAS SOBRE GANESHA


“Por que Ganesha cavalga um rato”:
“Certa vez, existiu um demônio chamado Gajamukha. Gajamukha era um yogi que, devido à austeridade de suas práticas espirituais, tinha se tornado tão poderoso que era considerado invencível. Infelizmente, como acontece com alguns yogis, perdeu-se no caminho e acabou utilizando sua energia espiritual para fazer o mal. As coisas ficaram críticas para a estabilidade do mundo quando ele expulsou os deuses do céu. Estes, aterrados e, sem poder fazer nada para deter o demônio, chamaram Ganesha para que os ajudasse.                .

No início do confronto, o deus-elefante não pôde fazer muita coisa, pois Gajamukha era realmente poderoso e nenhuma arma utilizada contra ele conseguia atingi-lo. Eles se digladiaram nos céus por milênios, esgotando suas energias, sem que nenhum dos dois lutadores conseguisse sobrepujar o outro. No fim, Ganesha fez um grande sacrifício e arrancou sua própria presa direita, arremessando-a ao demônio com tanta força concentrada que este ficou seriamente ferido. Ao mesmo tempo, Ganesha lançou-lhe uma maldição, condenando-o a transformar-se num rato. O sortilégio funcionou e Gajamukha virou um roedor. Imediatamente, Ganesha saltou sobre ele e começou a cavalgá-lo.” (...)

Outra história sobre nosso amigo, diz que, quando criança, Ganesha saiu para brincar com seu arco e flecha e encontrou um gatinho.
Ganesha começou atirar flechas em sua direção e como o gatinho saiu correndo assustado, Ganesha, em sua ingenuidade, achou que o bichinho estivesse brincando.
Então continuou a atirar-lhe flechas enquanto o bichinho, desesperado, subia em árvores, rolava na lama e fazia de tudo para escapar. Durante um bom tempo, se divertiu bastante, mas depois se cansou da brincadeira e voltou para casa. Ao chegar, viu sua mãe toda arranhada, cansada e suja de lama. Ele logo perguntou o que havia acontecido. Parvati lhe respondeu que ele havia feito aquilo. Ganesha não entendeu e sua mãe lhe fez um carinho e explicou: Eu sou o mundo e tudo que nele existe. Cada vez que alguém faz mal ao mundo está fazendo mal a mim. Eu também sou esse gatinho, e se alguém faz mal a ele, eu também sofro.
Então, Ganesha, que era muito sabido, entendeu a lição que sua mãe queria lhe ensinar! Entendeu que até mesmo suas brincadeiras e ações com os pequenos seres afetam a sua grande mãe, que é o mundo.
Outra história, provavelmente a mais conhecida sobre Ganesha, é porque ele tem a cabeça de elefante. Geralmente ouvimos que ele foi decapitado por seu próprio pai, Shiva. Existe outra versão, pouco conhecida, narrada por Ada Albrechet no seu livro Satsang, contos da Índia(...).
Essa versão nos diz que quando Ganesha nasceu ele era um menino muito lindo! Seus olhos brilhavam como duas enormes estrelas e seu sorriso e simpatia atraíam multidões. Ganesha era tão especial que bastava alguém chegar perto dele para se encher de sabedoria e de riqueza.
Sua mãe, Parvati, ficou muito assustada, pois muitas pessoas – algumas muito ruins – tentavam se aproximar do seu querido filho. Então resolveu procurar o deus Brahma para se aconselhar.
Brahma sugeriu que ela colocasse sobre a cabeça do menino a máscara de um animal, pois assim muitas pessoas não iriam reconhecê-lo.
Parvati perguntou a Brahma qual era o animal mais sábio que existia. Ele respondeu que era o elefante. Então, ela lhe perguntou qual era o mais generoso?  Mais uma vez Brahma respondeu que era o elefante.
Convencida, Parvati colocou sobre a cabeça do seu filho uma enorme máscara de elefante.
É por isso que até hoje só as pessoas de coração puro conseguem perceber que, atrás daquela máscara, existe um menino muito especial, que pode ofertar muita sabedoria e prosperidade a quem conseguir enxergá-lo!

  http://www.yogacomhistorias.com.br/2009/website/exibe_txt.asp?titulo=dicas&conteudo_txt=815

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

GANESHA O PRIMEIRO XAMÃ


As escrituras sagradas da Índia relatam que uma certa vez, Shiva passou diversas eras na montanha sagrada de Kailash, concentrado em si mesmo e na criação. Seu Lingam de fogo sem fim, alcançando o infinito, já havia demonstrado sua precedência e poder a Vishnu e Brahma, seus dois colegas divinos.

Quando Shiva tomou consciência de como era solitária sua vida nas alturas geladas, também percebeu a beleza incomparável de Parvati, a filha dos Himalayas. Profundamente atraído por sua graça e dignidade, ele devotou atenção total a essa deusa feminina; ele e seu Lingam divino ficaram eternamente a disposição dela.

Parvati alegremente cedeu seus encantos a Shiva. Por séculos eles se entrelaçaram em um abraço divino, se ocupando em nada mais que o prazer mútuo.

O sol nasceu e se pôs incontáveis vezes diante de Shiva deliciado nos braços de sua esposa. Até ele sentir necessidade de explorar os mundos banhados pelos raios do Deus Sol, Surya e o Deus Lua, Chandra. Tomado de um alegre desejo de explorar o desconhecido e penetrar em novas realidades com todo seu divino poder, deixou Parvati e foi andar pelos mundos.

Após séculos vagando, seu caminho o levou de volta ao lugar em que ele experimentou sua maior glória, a terra de sua esposa divina, Parvati. Para grande surpresa de Shiva, ele encontrou um jovem esplêndido guardando essa familiar entrada.

Os músculos desse homem refletiam o sol poente e a graça de seus membros se assemelhava aos do próprio Shiva. Raivoso, ele foi até o intruso e exigiu saber quem ele era. O estranho respondeu ao onipotente em sua frente: "Essa é a minha casa. Eu sou o guardião da entrada. Quem é você, desconhecido, que entra em meu caminho de maneira tão pouco amigável?". Com isso, uma fúria descomunal tomou conta de Shiva Mahadeva. Espumando de raiva, ele decapitou o estranho com um só golpe e entrou em seu lar, negligenciado por tanto tempo.

"Quem era aquele estranho em minha porta?", perguntou à sua esposa, ainda tremendo do encontro com o rival inesperado. "Aquele era o nosso filho", respondeu Parvati já trêmula com o que estava por vir.

"Eu acabei de matá-lo", lamentou em tom monótono. Horrorizado e sem esperança, o casal criador do início do espaço/tempo caiu um nos braços do outro. "Como eu poderia saber que era meu próprio filho?". Parvati suspirou: "Como eu poderia te informar que você tem um filho, quando passa tanto tempo em mundos longínquos?".

Assombrado pelo fato de ter permitido que sua raiva o levasse a um ato tão hediondo, Shiva Pashupati, o Senhor dos Animais, decidiu entrar na selva. Para gerar uma segunda vida ao filho, ele sacrificaria o primeiro animal que cruzasse seu caminho.

O primeiro que encontrou foi um elefante. Shiva Mahadeva se curvou diante do Reis das Estepes e Florestas, cortou sua cabeça, agradeceu a criatura de quatro patas pelo sacrifício e carregou para casa a poderosa cabeça. Ele posicionou a cabeça do animal na carcaça sem vida do filho e soprou uma nova vida dentro dele.

Assim que Ganesha, filho de Shiva e Parvati, abriu os olhos para a nova existência, Shiva, o Destruidor e Criador do Universo, dirigiu essas palavras à cria divina: "Por favor, me perdoe pelo meu feito descuidado. Agora que você ressuscitou para uma nova vida, o primeiro agradecimento e a primeira invocação de qualquer ser vivo devem ser feitos a você. Antes que as pessoas possam prestar suas homenagens a mim, até o fim dos tempos elas devem primeiro oferecer seus respeitos a você."

Ganesha, o ser com cabeça de elefante e barriga protuberante, Deus da Benevolência, Felicidade e Riqueza (do coração, não de dinheiro), veio ao mundo como o fruto da maior glória. Experimentou raiva, morte e uma reanimação com amor e piedade. Ele deve sua vida a essas energias emocionais e vitais contrastantes. Esse é o motivo dele ter se tornado o modelo para os xamãs nativos do reino Hindu (apesar do fato de que a existência deles vem de tempos em que ainda nem havia religião institucionalizada). Ganesha se tornou o primeiro xamã a ser iniciado.

Todos os jhankris (xamãs ancestrais) invocam Ganesha primeiro, antes mesmo de Shiva e Agni.

Oração a Ganesha, o Guardião da Passagem

"Jai Ganesha, Jai Ganesha, Jai Ganesha Deva
Mata Shri Parvai, Pita Mahadeva
Jai Ganesha, Jai Ganesha, Jai Ganesha Deva
Ek danta, dua danta, char bhuja dhari
Kapal bhari raato sindoor musa ko sawari
Jai Ganesha, Jai Ganesha, Jai Ganesha Deva"

"Oramos a ti Ganesha, Pai dos Deuses
Sua mãe é a senhora Parvati, seu pai Mahadeva
Oramos a ti Ganesha, Pai dos Deuses
Você que tem dois tipos de dentes e quatro braços fortes
Você que tem vermillion na testa
E cavalga em um rato
Oramos a ti Ganesha, Pai dos Deuses"


O rabanete (Raphanus Sativus ou Radicula), é a planta sagrada do Deus Elefante. Ele pode ser visto em máscaras ou em ilustrações pictográficas. Mas, na verdade, não há nenhuma relação real com o rabanete. Ao invés disso, trata-se de uma planta chamada "ban mula" (rabanete selvagem), "daling", "belu chare" ou "pangla bung". O gosto é similar ao do rabanete. Ela é comida afoitamente pelos xamãs, já que seu consumo fortalece o shakti (energia vital).

Essa planta é um símbolo de Ganesha: é metade animal, metade vegetal. O rabanete selvagem é metade raiz, metade folhas, assim é um símbolo similar à mandrágora da Europa.

Shiva designou Ganesha como o guardião de passagens, cruzamentos e portais de todos os tempos e mundos possíveis. Projetado no corpo humano, Ganesha também é o Protetor dos Chakras. Ele guarda a entrada do chakra sexual, a fonte do poder xamânico curador. Esse chakra fundamental (muladhara chakra) é a fonte de toda a energia (shakti), sem o qual nenhum ser humano pode viver.

Essa é a diferença entre humanos e xamãs. Humanos que não praticam Tantra ou Kundalini Yoga não são capazes de canalizarem conscientemente essa energia. Já os xamãs transformam-na em amor incondicional e consciência universal.

A energia (shakti) nasce no chakra sexual. Dali ela ascende para o chakra do coração, onde é transformada em amor. Esse é o poder curador xamânico. Se a energia subir mais, até o chakra frontal, da testa, a energia-amor se transforma no estado desperto. Alguém só é um ser humano completo quando todos os chakras se conectam um ao outro pela energia fluindo.

A origem do mundo é a psicoatividade. A origem do xamanismo é Shiva. A origem das substâncias psicoativas é o amrita, o Elixir da Vida. Shiva é o Senhor das Plantas Intoxicantes e o Deus da Psicoatividade. A origem da criatividade é a psicoatividade. Apenas um espírito que é movido pode mover alguma coisa.



http://www.xamanismoancestral.com.br

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

GANESHA CHATURTHI 01/09/2011 - CELEBREMOS SEU ANIVERSÁRIO!

Dois a três meses antes do Ganesha Chaturthi , imagens de barro do Senhor Ganesha são feitas para venda por artesãos especialmente qualificados. Eles estão muito bem decorados e retratam Lord Ganesha em várias poses.
Ganesha Chaturthi começa com a instalação dessas estátuas de Ganesha nas casase em tendas ao ar livre para que as pessoas vejam e prestem suas homenagens.
As estatuetas são colocadas em estruturas temporárias especialmente construidas. Mantapas(Pandals), em cada localidade. O Mantapas são construidos pelo ou de uma sociedade especifica ou localidade ou grupo através da recolhida de contribuição monetárias.
O Mantapas são decorados especialmente para o festival, usando iténs de decoração como guirlandas de flores, luzes, etc ou decorações baseadas tema, que retratam temas religiosos ou eventos atuais.
O sacerdote, geralmente vestido com um dhoti de seda vermelha e um xale, invoca vida para o ídolo enquanto entoa mantras. Esse ritual é chamado 'pranapratishhtha'. Depois disso, segue o 'shhodashopachara' (16 maneiras de pagar tributo). Coco, açúcar mascavo, 21 'modakas' (uma preparação de farinha de arroz), 21 folhas de 'durva' (trevo) e flores vermelhas são ofertadas. O ídolo é besuntado com um ungüento vermelho ou pasta de sândalo (rakta chandan). Durante a cerimônia, hinos védicos do Rig Veda e Ganapati Atharva Shirsha Upanishad, e  Ganesha stotra do Narada Purana são cantados. 
Quebrar um coco em templos hindus - especialmente em templos dedicados ao Senhor Ganesha - e antes de eventos auspiciosos e novo começo é considerado altamente benéfico no hinduismo. A oferta de um coco é uma oferta comum para uma divindade da religião Hindu e mais tarde é distribuido como "prasad"(alimento abençoado).
A razão mais importante para a oferta de coco de acordo com hibdus, acreditam que é a coisa mais pura que um ser humano pode oferecer a uma divindade.
A água e os grãos brnaco no interior do coco é a única oferta que não adulterada faz um devoto do Senhor.
Ele não é poluido, como ele permanece coberto pelo escudo exterior duro até que ele é oferecido à Deus.
lord Ganesha é a divindade invocada antes de qualquer acontecimento auspicioso ou novo começo.
O coco é um dos alimentos favoritos de lord Ganesha. Esta é uma razão porque o coco é quebrado durante a festa de comemoração da casa nova, após a compra do veículo novo, etc.
Em seguida a quebra do coco significa a ruptura do ego,o coco representa o corpo humano e perante o Senhor é quebrada - quebrando o "aham" ou o ego simbolicamente total entrega e fusão com o Brahmam - a alma suprema.
Além deste há outro significado simbólico para os inumeros coqueiros. 
A maioria deles gira em torno de sua aparência, como os três do coco representam os três olhos do Senhor Shiva(pai de Ganesha).
Após a oferta final de coco, flores e canfora é feita, as estatuetas ficam imersas em um rio ou mar, simbolizando um ritual final de Lord Ganesha em sua jornada ruma a morada em kailash enquanto leva todos os infortúnios de todos os homens.
Durante a procissão final os devotos clamam "GANAPATHI BAPPA MORYA, PURCHYA VARSHI LAUKARYIA"(O Pai Ganesha, venha no ano que vem).
O festival de Ganesha chaturthi também é um momento para todas as atividades culturais como músicas, dramas, filmes etc, bem como atividades na comunidade como check-up médico gratuito, capmos de doação de sangue, a caridade para os pobres, etc.

Claudia Baibich
www.oferendasblogspot.com

sábado, 7 de maio de 2011

MANTRA DE GANESHA

Oh, Ganesha, Deus com cabeça de elefante! Tu que és atendido pelos servos de Shiva e te alimentas de doces frutos. Tu és filho de Uma, o destruidor das dores. Eu reverencio os pés do grande removedor de obstáculos.
“Jai Ganesha, Jai Ganesha, Jai Ganesha Deva
Mata Shri Parvai, Pita Mahadeva
Jai Ganesha, Jai Ganesha, Jai Ganesha Deva
Ek danta, dua danta, char bhuja dhari
Kapal bhari raato sindoor musa ko sawari
Jai Ganesha, Jai Ganesha, Jai Ganesha Deva”

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

REMOVA OS OBSTÁCULOS PARA A PROSPERDIADE FLUIR!

Respire fundo! Se suas narinas estiverem obstruídas, como o ar poderá passar?

A vida em suas infinitas formas nos presenteia dia após dia com a sua leveza magistral, com o transcorrer dos acontecimento naturais, inevitáveis, descartando e reciclando o que não é mais útil, fazendo chover onde é necessário, fazendo sol arder mais nas terras que mais suportam a sua temperatura, mantendo sempre uma harmonia perfeita, muitas vezes longe do entendimento humano.

Se formos observar o ser humano também, podemos observar exatamente a mesma coisa. A organização das células, as batidas do coração, o funcionamento dos sistemas... Só uma Força maior, sem limites e sem nome poderia conceber tal coisa e uma sincronicidade de eventos internos e externos aparentemente inexplicáveis.


A prosperidade na vida vai muito além da financeira. A prosperidade comporta uma saúde plena, amor incondicional, experiências sem fim, tolerância inabalável, vida longa e muito mais. Sinto que isso estremece alguns que lêem estas linhas, contudo, é essa a condição natural e original do ser humano.

Como saber se sua prosperidade não vai bem? Analise se alguns desses pontos está comprometido!
Na cultura indiana, Sri Ganesh é a Divindade responsável por remover os Obstáculos de nossas vidas. Ele é ainda invocado para trabalhar as imperfeições do caráter humano, pois os orientais compreendem que a prosperidade, em qualquer de suas manifestações, é um resultado de um trabalho interno árduo.



Entendamos que prosperidade não é acúmulo, é fluxo. Tudo que pára em nossa mão não é prosperidade. Porque a prosperidade é movimento puro, ela passa de um para outro e se pára com você faltará para algué e assim por diante.



Comece por esvaziar seu “Porão Interno”. Liberte-se de suas mágoas e você conseguirá amar cada vez mais, perdoar sem limites e terá mais motivos para ser cada vez mais saudável. Esqueça o passado e seu fígado adorará isso! Lembre-se que para a Medicina Oriental o fígado é o filtro das emoções e saiba sempre: se suas emoções vão bem... suas finanças e o resto vão bem! Desprenda-se ainda do controle! Esse, junto ao medo [de qualquer coisa], é o pior veneno contra a prosperidade!



Tudo isso representa obstáculos para você ser pleno! Observe que é uma vida que está em jogo! É o seu direito de ser totalmente realizado nesta vida que está em evidência! Permita-se usufruir tudo que a vida tem para lhe oferecer sem culpa!
Removam os obstáculos e sejam felizes. Porque felicidade não é um lugar onde se busca algo. É simplesmente limpar as gavetas das coisas velhas e ver que elas são perfeitas como são. Então, a mágica se manifestará. Permita-se.

Ganesha Sharanam Sharanam Ganesha!
http://nelsonmatheussilva.blogspot.com/

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

APRENDA A FAZER MODAKA - O DOCINHO DO SR GANESHA


Gente, sabe aquele prato de bolinhos que frequentemente vemos Ganesha carregando? Pois é, são Modakas, na verdade uns docinhos de arroz, que são fáceis de fazer, são uma delícia, e ainda por cima, Sri Ganesha adora e aceita de muito bom grado nos pujas – como forma de adoração!
Quer anotar a receita? Manda ver!
Para massa você vai precisar:
2 xic. de farinha de arroz
4 xíc. água
2 colheres de sopa de óleo vegetal (eu coloco ghee)
Coloque a água pra ferver, aos poucos vai adicionando a farinha de arroz sem parar de mexer. Fogo baixo, deixe formar um creme grosso. Reserve, esperando amornar.
Para o Recheio e Cobertura:
2 colheres de sopa de ghee;
2 xic. de côco ralado;
1 xíc. de açúcar;
1/3 de xíc. de leite
2 colheres de sopa de castanhas de cajú moídas;
Coloque o ghee numa panela e frite as castanhas até elas ficarem douradas. Adicione o coco , o açúcar e continue cozinhando em fogo baixo. Adicione o leite e continue mexendo, até virar uma pasta. Deve ser usada ainda quente.
Para fazer as Bolinhas:
Pegue um pouco da massa morna, faça um pequeno disco na palma da mão, bem untada com ghee, mas cuide para que o disco da massa fique bem fino, assim, quando esfriar, você terá uma massa crocante em volta com um recheio suave por dentro. Com uma colherinha das de café, coloque um pouco do recheio e feche a bolinha, girando-a delicadamente nas suas mãos. Então, role-as pelo côco ralado e arrume-as numa bandeja. Deixe descansar por 10 a 15 minutos e ofereça ao Senhor Ganehsa.
Jay Prasada ki jay!

modaka
http://yogaequalidadedevida.wordpress.com

sábado, 11 de setembro de 2010

MANTRA - OM GAM GANAPATAYE NAMAHA

Om Gam Ganapataye Namaha
Este mantra é um dos mais conhecidos no hinduismo e fácil de pronunciar. É uma invocação a Ganapati (outro nome de Ganesha) e serve para remover os obstáculos, tanto materiais como espirituais. Este mantra atua muito rápido, vale a pena experimentar. Aqui vai um texto copiado de um livro para você ver um exemplo deste mantra em ação:
O experimento
Ao longo dos anos, aprendi muitos mantras para resolver os problemas que a vida criou para mim. Para que você tenha uma idéia de como isso pode funcionar, vou contar como a prática de um mantra me ajudou num período particularmente difícil.
Em 1980, ocorreram muitas mudanças na minha vida. Durante oito anos, eu havia sido ministro-residente de um centro espiritual filiado a uma organização espiritual da Índia, mas sediada em Washington, D.C.
Eu gostava de ser útil e minhas responsabilidades em geral eram agradáveis. Entretanto, a forma como o líder indiano estava conduzindo a organização passou a me incomodar cada vez mais, por apresentar um comportamento inadequado em questões referentes a sexo, dinheiro e poder. Eu vacilava entre permanecer ou abandonar a organização e essa preocupação me deixava nervoso.
Um dia, numa de minhas habituais sessões de duas horas de meditação, eu vi um relógio que marcava um quarto para as doze horas. Aquela visão mostrava-me que às doze horas, a relação pela qual eu vinha esperando desde muito tempo atrás chegaria. Resolvi esperar um pouco mais antes de tomar a decisão de deixar o centro. Na realidade, aqueles quinze minutos acabaram sendo mais de seis meses. Depois de seis meses, uma mulher chamada Margalo chegou à organização. Em duas semanas, deixei o centro para ir morar com ela. Um ano depois, já casados, decidimos juntos abandonar totalmente a organização.
Quando me envolvi com a organização, eu trabalhava como produtor de televisão. Logo depois de entrar para ela, passei a lecionar radiofusão, por tempo integral, na George Washington University. Em 1980, entretanto, vencido o prazo do meu contrato temporário e, recém-casado, eu refletia sobre minhas opções profissionais. Margalo sugeriu que deixássemos Washington, D.C., e fôssemos morar em sua antiga casa no sul da Califórnia. Eu não vi nenhum motivo para recusar. Uma vez lá, eu sabia que teria de iniciar uma nova carreira. Mas, apesar de todos os meus esforços para encontrar um trabalho em Los Angeles, a capital da mídia do mundo ocidental, as portas da televisão mantiveram-se fechadas e eu fui obrigado a aceitar trabalhos esporádicos. Eu lutava para encontrar algum tipo de equilíbrio entre minha procura desestimulante de uma nova profissão e minha nova vida feliz com minha mulher.
Durante meus anos de sacerdócio, eu havia usado mantrans quase exclusivamente durante as sessões de meditação para aumentar a concentração e estimular a introvisão espiritual. Para qualquer problema secular, eu recorria às orações que havia aprendido em minha formação judaico-cristã nas igrejas Presbiteriana e Metodista. A prática de mantras não requer o abandono da organização religiosa a quel pertencemos, nem das nossas raízes ou de outras práticas espirituais. Embora continue me considerando cristão, eu já estudei muitas tradições religiosas e, com o passar dos anos, fui acrescentando novas práticas religiosas de origens hinduísta e budista a meus hábitos diários, para compor uma espiritualidade pessoal voltada para a compaixão e o serviço. O mantra é uma prática espiritual complementar incrivelmente eficaz, que pode enriquecer a sua vida.
No meu caso, os resultados obtidos por meio de orações eram esporádicos, mas eu os havia aceito. Naquele período profissionalmente difícil de minha vida, entretanto, decidi aplicar um mantra à minha situação para ver se me ajudava. Escolhi um mantra que me pareceu apropriado para as minhas dificuldades no plano material e decidi dedicar-me a ele por quarenta dias. Escolhi uma prática de quarenta dias porque quarenta é um número recorrente na literatura religiosa. Jesus andou no deserto por quarenta dias. Noé flutuou sobre as águas por quarenta dias. Moisés errou pelo deserto por quarenta anos. Com Buda foi um pouco diferente, pois permaneceu sentado sob a Árvore Bodhi por 43 dias até alcançar a iluminação. No hinduísmo védico, quarenta dias é o período estipulado para a prática concentrada de um mantra. No catolicismo romano, a novena, uma disciplina diária de oração utilizada pelos fiéis em busca de solução para seus problemas, é, às vezes, praticada durante cinco, quarenta e 54 dias, embora tradicionalmente seja uma prática de nove dias.
Eu achei que precisava de uma quantidade considerável de tempo para que a prática do meu mantra atuasse sobre quaisquer que fossem as forças que estavam me impedindo de encontrar trabalho. A intenção que criei na minha mente era de encontrar um emprego estável no qual eu pudesse dar uma contribuição aos outros e me rendesse um salário para viver. Como muitos mantras para a solução de problemas são genéricos por natureza, o mantra que escolhi foi para a remoção de obstáculos:
Om Gam Ganapataye Namaha
“Om e saudações àquele que remove obstáculos do qual Gam é o som seminal.”
Entre as seitas védicas e hinduístas, este mantra é universalmente reconhecido como extremamente eficaz para a remoção de todos os tipos de obstáculo. Como eu não sabia o que estava me impedindo de encontrar um emprego fixo e remunerado, meu objetivo era remover qualquer obstáculo, interno ou externo, espiritual ou físico, que estivesse no meu caminho.
Nos quarenta dias seguintes, repeti o mantra o máximo de vezes possível, algumas vezes em silêncio, outras em voz alta. Enquanto realizava tarefas domésticas, eu repetia o mantra. Dirigindo, eu ia entoando o mantra no carro. Enquanto comia ou preparava a comida, eu o repetia. Enquanto adormecia, continuava repetindo o mantra pelo máximo de tempo possível. Ao despertar, começava imediatamente a recitá-lo. Se estava com outras pessoas, recitava-o em silêncio. Se estava sozinho, entoava-o em voz moderadamente alta. Tornei-me uma máquina de entoar o mantra Om Gam Ganapataye Namaha.
Eu gostava da sensação que o mantra me proporcionava. Seu ritmo instalou-se rapidamente em minha consciência e, depois de duas semanas, constatei que o mantra se iniciava sozinho quando eu estava ocupado com alguma outra coisa. Quando acordava no meio da noite, podia ouvi-lo ressoando fracamente em algum compartimento nas profundezas da minha mente. Ele se integrara ao meu corpo e à minha mente como um alimento espiritual.
Depois de três semanas trabalhando com o mantra, fui convidado para realizar uma cerimônia védica para um grupo em Santa Ana. A cerimônia durou cerca de uma hora e, quando acabou, circulei entre os convidados para conversar e comer petiscos. Com um pequeno grupo, a conversa acabou indo parar na pergunta “E o que você faz para viver?” Expliquei, um pouco constrangido, que tinha vindo recentemente para a Costa Oeste e que ainda não havia me fixado em nada.
O bate-papo continuou e depois de um tempo uma mulher do grupo disse que sua empresa estava procurando alguém para trabalhar num projeto de marketing pelos próximos três meses. Perguntei o que a empresa fazia e ela respondeu que um serviço de assistência médica que se ocupava de medicina familiar, medicina ocupacional e atendimento de emergência. Eu não tinha nada a ver com a área de saúde e disse isso a ela.
Sem se importar com isso, a mulher insistiu para que eu lhe telefonasse para marcar uma hora na semana seguinte. Concordei, mais por educação e com a consciência de que devia explorar as possibilidades – mas sem nenhuma esperança real de que aquilo resultaria num emprego para mim.
Quando cheguei à empresa, fui recebido pelo chefe da mulher que eu havia conhecido, Rick, que me entrevistou por cerca de dez minutos. Eu achei que estava descartado, uma vez que mostrara não entender nada daquele ramo, mas para grande surpresa minha, ele finalizou sua breve entrevista com: “Eu acho que você vai se dar bem. Mas preciso que os médicos aprovem. Por favor, espere aqui.”
Os médicos me aprovaram e, dentro de alguns minutos, eu já havia preenchido alguns formulários e me tornado um representante de marketing da clínica deles, para realizar trabalho de campo com base num contrato provisório de três meses. O salário era modesto, mas era melhor do que trabalhar esporadicamente ou aguardar o telefone tocar, de maneira que fiquei agradecido. Durante todo o tempo, eu continuei recitando o mantra em silêncio.
Depois de vários dias dando telefonemas de negócios, eu aprendi o suficiente para perceber que o material de marketing de que dispunha para sustentar meus telefonemas era péssimo. Eu não conseguia tirar isso da cabeça e comecei a me sentir cada vez mais estúpido toda vez que fazia uma chamada. Finalmente, percebi que eu tinha de fazer algo.
Nessa altura, eu estava no trigésimo dia de prática do meu mantra. Nessa noite, refiz todo o material, resumindo-o em três desenhos e usando as cores do prédio e o familiar caduceu, símbolo da medicina. Quando cheguei ao escritório na manhã seguinte, procurei o médico a quem relatei e expus rapidamente o que tinha em mente. Ele parou de repente, fitou-me e disse para encontrá-lo na sala de reunião dentro de uma hora. Quando entrei na sala de reunião, lá estava Rick, junto com a mulher que havia sugerido que me candidatasse ao emprego, o médico que havia me entrevistado e dois outros médicos que eram sócios da empresa. Inseguro, percebi que teria de fazer uma apresentação. O médico que havia convocado a reunião disse, “Mostre-nos o que você fez”.
Depois de dez minutos de apresentação improvisada, os médicos me pediram para deixar a sala por alguns minutos. Nervoso, aquiesci. Quando fui chamado de volta, meu chefe disse, “Parabéns, você é nosso novo diretor de marketing. Mande imprimir alguns cartões e também esse material que você desenhou o mais rapidamente possível”. Eu estava em estado de choque, mas continuava interiormente repetindo o mantra Om Gam Ganapataye Namaha.
Concluí meus quarenta dias de prática do mantra sem nenhum outro incidente. Dentro de trinta dias, eu estava envolvido num projeto de marketing com a participação de um hospital local. A enfermeira que era diretora de marketing do hospital era amistosa e tecnicamente muito competente. Trabalhamos bem juntos. Quando estava quase no final do projeto, ela me perguntou se eu não me importaria em dizer quanto eles me pagavam. Não me importei e disse a verdade. Ela franziu o cenho e disse, “Eles estão lhe pagando uma bagatela”.
Quando o projeto em conjunto foi concluído, meu chefe nos parabenizou a ambos pelo ótimo trabalho. Depois de apertar a mão dele, a enfermeira apontou na minha direção e disse, “Você sabe que esse cara é muitíssimo mal pago. É melhor você tomar alguma providência antes que alguém lhe faça uma proposta e ele vá embora”. Fiquei espantado, mas meu chefe respondeu como o bom profissional que era. Deu uma risadinha e disse: “Não se preocupe, cuidaremos bem dele”. Em trinta dias, tive um aumento de 40%.
Isso foi no início de 1983. Trabalhei nessa empresa durante quase sete anos. Tive inúmeros aumentos e sentia que meu trabalho era valorizado. Finalmente, eu saí quando meu supervisor decidiu abrir seu próprio negócio e fez-me uma proposta para ir com ele.
Eu atribuí o meu êxito na procura de emprego ao mantra que pratiquei. Sua eficácia causou uma profunda impressão em mim e comecei a dar um novo valor ao poder das fórmulas espirituais para a solução de problemas cotidianos. Comecei a recomendar o uso de mantras a outras pessoas com problemas e funcionou surpreendentemente bem.
Indiquei esse mesmo mantra a um amigo meu de Washington, que havia acabado de deixar sua carreira no exército. Ele havia estudado gemologia e estava a fim de encontrar um trabalho nessa área. Entretanto, depois de meses de procura em muitas cidades, ele não conseguira encontrar o emprego que queria. Recomendei a ele que começasse a repetir o mantra Om Gam Ganapataye Namaha o máximo de vezes possível durante dez dias. No décimo primeiro dia, realizei uma cerimônia de limpeza energética para ele. Dentro de três dias, ele recebeu várias propostas de emprego e começou bem sua nova carreira.
Thomas Ashley Farrand em “Mantras que Curam”

http://caminhodomeio.wordpress.com/

GANESHA CHATURTHI


Ganesha Chaturthi
O festival é observado durante o mês de Bhadra (meados de agosto a meados de setembro no quarto dia da quinzena brilhante luas, ou período de lua nova no mês lunar de Bhadrapada) e é o mais grandioso e mais elaborado de todos, especialmente no o estado ocidental da Índia de Maharashtra, onde dura 10 dias, encerrando no dia de 'Ananta Chaturdashi'.
A Grandiosa Celebração:
Uma estátua natural de barro de Ganesha é feita uma semana antes do dia de Ganesh Chaturthi. No dia do festival, é colocada em plataformas elevadas ou decorada e deixada ao ar livre. Durante a adoração se invoca vida no ídolo enquanto se entoa mantras. Este ritual é chamado "pranapratishhtha". Depois a estatua é ungida com cumcum ou pasta de sândalo (chandan de rakta). Por toda a cerimônia, hinos védicos e stotram de Ganesha são cantados.
No final de 10 dias, a imagem é levada às ruas em procissão acompanhada com dança, cantos, para ser imersa num rio ou no mar, simbolizando um adeus ao Senhor para sua viagem de volta a sua morada em Kailash, levando com ele o azar de todo homem.
Oferendas de pudim ou doce são feitas junto a orações para que Ele possa remover todos os obstáculos do caminho espiritual.
Este é um dia auspicioso para se fazer resoluções espirituais e orar ao Senhor Ganesha por força espiritual interior e atingir êxito em todos os nossos empreendimentos.



Ganesha,  é casado com Siddhi (Força Mística) e Buddhi (Discernimento), tem um irmão menor chamado Kartykeya, também chamado de Skhanda ou Muruga. Filho de Lord Shiva e Parvati. Ele é o senhor das hostes luminosas que combate os demônios em todos os lugares, e seu veículo é o rato (Mushika). No simbolismo oriental, ele é associado às plêiades, e também é considerado um protetor dos trabalhadores espirituais de todos os lugares.
Ganesha, o elefante que tem cabeça de Deus é invocado no pricipio de cada tarefa para buscar seu auxilio em remover obstáculos e assegura sucesso. Ganesha é conhecido como o ‘Removedor de Obstaculos’ de seu caminho. Meditação no desenho geometrico do Yantra de Ganesha, inspirará e assistirá o devoto para alcançar equilibrio. Este yantra deverá ser colocado de frente a porta.

"Om Gam Ganapataye Namaha"
Aquele que deseja algo pode alcançá-lo através de 1000 recitações desse texto. Aquele que esparge Ganapati com esse texto torna-se eloqüente. Aquele que recitar este mantra transforma-se em um conhecedor de Vidya (a ciência sagrada). Está dito no Atharva: “quem se dirige em direção a Brahmavidya (o conhecimento do Absoluto) nunca teme”. Aquele que cultua com grãos tostados, torna-se famoso e inteligente. Aquele que cultua com alimento doce, ganha o fruto desejado. Aquele que cultua com samit e ghi, tudo alcança, tudo ganha. Aquele que tenha recitado esse texto em um eclipse solar, em um grande rio ou na frente de uma imagem, torna-se realizado no mantra. Torna-se livre dos grandes obstáculos. É livre dos grandes infortúnios.
O mantra Om Gam Ganapataye Namah é repetido 108 vezes durante o puja e todos devem usar roupas claras, preferencialmente brancas, que são mais receptivas e renovadoras de energia.












Nota importante: Bhaadra ou Bhadrapada ( Hindi : bhaado भादों, sânscrito : bhaadrapad भाद्रपद) é um mês do calendário hindu . No calendário nacional da Índia civil (civil Shaka), Bhaadra é o sexto mês do ano, com início em 23 de agosto e termina em 22 de setembro. No Nepal é Bikram Sambat , Bhadra é o quinto mês.

No calendário religioso lunar, Bhaadra pode começar em cada lua nova ou na lua cheia em torno da mesma época do ano, e geralmente é o sexto mês do ano. O festival de Ganesh Chaturthi , comemorando o aniversário de Ganesha , é observada a partir do Bhadrapada 40-10 na quinzena brilhante e é o principal feriado do ano em Minas Gerais . Por Shaka calendário, a quinzena escura do Bhadrapada está reservado para o culto dos mortos. Este período é conhecido como Pitru Paksha .

No solar calendários religiosos, Bhaadra começa com o dom s entrada "em Leo , e normalmente é o quinto mês do ano.

segunda-feira, 29 de março de 2010

RITUAL DE GANESHA


Propósito
Remoção de obstáculos, sucesso nos empreendimentos, jornadas, começos, prosperidade, paz e para livrar-se de forças perigosas.

Material necessário
§ Uma estatueta de Ganesha ou de um elefante;
§ Pacotinho de incenso de sândalo (palitos);
§ Um potinho (tipo xícara de cafezinho) com arroz cozido só na água (sem tempero algum);
§ Um pratinho com docinhos de coco e balas de mel (renovados todos os três dias)
§ Um pratinho com 9 moedas de qualquer valor
§ Flores amarelas e vermelhas;
§ 1 vela amarela;
§ 1 vela vermelha;
§ Papel e lápis.

Primeiro dia
1) Prepare um pequeno altar, enfeite-o com um paninho vermelho e coloque Ganesha sobre uma peanha (uma base, ele deve ficar mais alto que as oferendas);
2) Aos pés de Ganesha, coloque as flores, as moedas, os docinhos e o arroz;
3) Acenda um palito de incenso de sândalo;
4) Faça uma reverência para a estatueta, com as mãos. Diga em voz alta:


ALEGRE-SE, POIS ESTA É A HORA DE GANESHA!
O SENHOR DOS OBSTÁCULOS VEM LIBERADO PARA SEU FESTIVAL.
COM A SUA AJUDA, EU SEREI BEM-SUCEDIDO.
EU O SAÚDO, GANESHA!
TODOS OS OBSTÁCULOS NA MINHA VIDA SERÃO REMOVIDOS!
EU ME REGOZIJO EM SUA PRESENÇA, GANESHA.
BOA SORTE E NOVOS COMEÇOS FLUEM PARA MIM.
EU O EXULTO, GANESHA!
EU ME REGOZIJO POR BOA SORTE E MUDANÇAS VINDOURAS


5) Em seguida, ACENDA as duas velas (a amarela e a vermelha);
6) Concentre-se em Ganesha e diga a ele quais são os obstáculos que estão obstruindo o seu caminho para o sucesso;
7) Concentre-se verdadeiramente, com toda a sua atenção. Tente perceber o que a sua intuição lhe diz. Examine se os obstáculos são reais ou se, inconscientemente, você mesmo os está criando. Você poderá sentir que surge um novo caminho para ser trilhado;
8) ESCREVA no papel o que você gostaria de ver realizado e, depois, ponha o papel embaixo da estatueta, e diga:


ALEGRE DEUS DA CRIATIVIDADE,
AMADA E DILIGENTE DIVINDADE.
PROSPERIDADE, PAZ, SUCESSO,
EU PEÇO QUE COM ISSO ABENÇOE MINHA VIDA
E MOVA A RODA DA VIDA,
FAZENDO-ME SENTIR MUDANÇAS POSITIVAS.


9) Faça novamente uma reverência, com as mãos na mesma posição;
10) APAGUE as velas e deixe o incenso se consumir.
11) Ofereça as balas e os doces aos familiares e amigos.


Segundo Dia
1. Renove o potinho com doces e balas;
2. Acenda o incenso;
3. Faça a reverência e a primeira prece;
4. Acenda as velas;
5. Concentre-se em Ganesha e repita para ele quais os obstáculos que precisam ser removidos e seu caminho;
6. Faça a segunda prece, seguida da reverência.
7. Apague as velas e deixe o incenso se consumir.
8. Ofereça doces e balas.


Terceiro Dia
Repita os itens do segundo dia, e deixe as velas queimarem até o fim e o incenso também. Depois, espalhe as flores e o arroz em um jardim; e ofereça os doces e as balas para familiares e amigos.

GANESHA

 



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É o primeiro Deus a ser reverenciado em todos os rituais Hindus. Está nas portas dos templos e das casas protegendo a entrada. Ganesha é a divindade que remove todos os obstáculos, ele é o protetor de todos os seres. Ele também é o Deus do Conhecimento e da Criatividade. Ganesha representa o sábio, o homem em plenitude e os meios de realização. Sua figura revela um significado profundo e necessita ser desdobrada. Sobre sua origem Ganesha é filho de Shiva e Parvati. Shiva é o Deus criador do Yoga, vivia nas montanhas dos Himalayas e raramente visitava sua esposa Parvati. Shiva e Parvati abraçados são a representação do Tantra. Os Puranas dizem que a relação sexual durava milênios mas Shiva não ejaculava, tinha completo domínio (Vama Tantra), assim Shiva não tinha filhos. Parvati gostava de se preparar para receber Shiva, mas todos os guardiões falhavam quando se tratava de Shiva, assim Parvati resolveu ter o seu próprio filho e guardião; retirou de si o material e deu vida a criança, Ganesha aprendeu a lutar bravamente e se tornou o guardião de seus aposentos. Um dia Shiva chegou e quis entrar, Ganesha bloqueou sua entrada. Shiva não aceitou de ser impedido de entrar e ordenou que seus guardas lutassem, Ganesha venceu todo o seu exército então Shiva lutou até decaptar Ganesha. Parvati chorou muito e reinvidicou que Shiva devolvesse a vida a seu filho , Shiva disse que ele não podia ser seu filho, realmente ele era somente filho de Parvati - a matéria mortal, assim Shiva ordenou que seu exército fossem para o norte e que trouxessem a primeira cabeça de um ser vivo que encontrassem; encontraram um elefante. Shiva colocou a cabeça de elefante sobre o corpo do menino e deu vida a ele. Parvati exigiu que Ganesha fosse o primeiro a ser reverenciado em todos os rituais. Ganesha passou a ser filho também de Shiva e se tornou um Deus.
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