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terça-feira, 7 de setembro de 2010

DICAS DE CONCENTRAÇÃO


Retiradas da comunidade do Orkut: Meditação.

Comece a fazer um treinamento diário de concentração, para isso procure reservar pelo menos entre 5 a 15 minutos do seu dia.
A concentração é a capacidade de abstrair-se num ponto, focar um alvo e mantê-lo pelo tempo que desejar. Por isso é uma tarefa muito difícil que exige muito controle mental. Ao tentar a concentração vai notar que não conseguirá por muito tempo, pois divagará noutros pensamentos, que invadirão sua mente, sem serem convidados. A mente discursiva, tagarela não para nunca de produzir formas-pensamento.

DICA 01:

1 - Mentalmente inicie uma contagem 1 até 10 da seguinte forma. Sempre casando dois números extremos:
1 e 10; 2 e 9; 3 e 8; 4 e 7; 5 e 6; 6 e 5; 7 e 4; 8 e 3; 9 e 2 e finalmente 10 e 1.

Depois aumente a seqüência 1 até 20 e procure fazer chegar de 1 até 100.

2 - Mentalmente faça o mesmo só que com letras A-Z, B-X, C-V. Com nomes conhecidos por exemplo: BRASIL = B-L; R-I; A-S. Nome cuja soma seja impar sobrará a letra do meio, tente descobri-la antes de começar.

3 - Concentre-se no tic-tac de um relógio e aos poucos aumente o som de alguma música até ficar bem alto e tente continuar escutando o som do relógio.

Existem outras técnicas também mas esse texto ficaria muito longo... Uma outro dica é tentar fazer algumas posições com o corpo que exijam equilíbrio, isso irá estimular a sua concentração.
 

DICA 02:

Que tal também tentar uma outra maneira bem tranqüila e relaxada para iniciar? Apenas sente-se confortavelmente, e não faça nada. Isso mesmo. Nada. Não focalize o pensamento em lugar algum ou em coisa alguma. Apenas sente-se e permita-se ficar ali. Fiquei como observadora de você mesma, apenas observe-se. Por incrível que pareça pode ser bem difícil no início. Comece com uns 5 minutinhos.
É a ação na não-ação budista, aonde não se apega a um objetivo para enfim alcança-lo.

DICA  03:

Um dos melhores exercícios é ficar sentado no escuro olhando para uma vela acesa durante mais ou menos um minuto. Depois você fecha os olhos e a imagem da vela vai estar na sua mente, tente se concentrar nesta imagem e não deixar ela sumir.Ébastante relaxante, chega-se muito perto do que deva ser a meditação.

DICA 04:

MANTRA!!!
Repetir canções como os indianos que ficam repetindo o Mantra "Om Namah Shivaya", de preferência cantado e em uma "raga" (melodia) bem suave. O som de tambura também ajuda. Bons CDs de Mantra não são difíceis de encontrar, mas se você puder eu sugiro os de Siddha Yoga.

DICA 05:

Sente-se com a coluna ereta e preste atenção no entrar e sair do ar das narinas, ou no movimento do abdômen durante a respiração. Se facilitar conte cada inspiração e expiração até 10. Se você se distrair, volte para o um. E não desanime, a gente é distraído mesmo.

DICA 06:

Encostar a ponta da língua no céu da boca...
Sentar na posição de lótus.

DICA 07:

As dicas acima são para melhorar a concentração, após passado essa etapa, todas as dicas abaixo são para a prática direta da concentração. Tente encontrar uma na qual melhor se adapte e que você terá mais facilidade:

Símbolos ou objetos: nesse tipo de concentração, fica mais fácil começar imaginando algum símbolo ou objeto simples que não contenham muitos detalhes, quanto mais detalhes maior terá que ser a sua concentração. Ex: o símbolo do ôm, a chama de uma vela, um sol, uma lua, círculo, triângulo, etc.

Mantras e sons: nesse tipo você pode se concentrar num mantra ou em um som fica mais fácil se esse som for continuo ou repetitivo sem melodias assim você satura a mente e ela entra em meditação

Som Interiores: Uma outra técnica é prestar atenção nos ruídos internos do seu corpo, isso é bem legal com o tempo você percebe que lá dentro existe uma verdadeira orquestra sinfônica.

Exemplo: Zumbido no ouvido, respiração, batidas do coração, sangue circulando, sons estomacais.

Respiração: Uma das melhores técnicas para prender a atenção é ouvir o pulmão trabalhando (encher e esvaziar)
Todos os dias surgem novas técnicas de "meditação", prometendo relaxamento, paz interior etc.

É meditação da flor de Lótus, meditação do globo azul, meditação da luz dourada e etc.
Porém, o professor de Yoga explica que não é nada disso e as pessoas fazem uma tremenda confusão. "Isto que é chamado de 'tipos de meditação', são, na realidade, a preparação à meditação -o chamado dharana , que é o estado de "concentração" (Dharana é o sexto estágio do Raja Yoga).

É importante ressaltar que todas estas técnicas são importantes, pois sem a concentração é impossível chegar ao estado de meditação.

A concentração ou dharana é um exercício da mente para focá-la num único objeto, para que a pessoa possa abstrair-se e não pensar mais, só observar.


- TÉCNICA DE CONCENTRAÇÃO 01:

Retenção da imagem: Relaxe, acalme sua mente, e olhe para uma vela ou lâmpada. Coloque essa luz a sua frente, a alguns pés de distância, e observe-a fixamente durante um minuto ou dois. Feche os olhos e concentre-se na pós-imagem que isso gerará atrás de suas pálpebras fechadas. Tente e mantenha a visão dela durante o maior tempo possível. Use a percepção da respiração para manter a mente limpa, enquanto faz isso. Tente e faça a imagem crescer, ao invés de desaparecer.

- TÉCNICA DE CONCENTRAÇÃO 02:

Fitar um ponto: Escolha um ponto na parede e olhe para ele. Não focalize-o, apenas olhe para ele gentilmente. Limpe sua mente de todos os pensamentos e mantenha-a forçosamente vazia. Concentre-se muito, na percepção da respiração enquanto estiver fazendo isso. Quando sentir um pensamento surgindo, livre-se dele, não deixe-o terminar! Mantenha isso durante quanto tempo conseguir. Faça isso diversas vezes ao dia, ou mais se puder.

Fonte:www.espiritualismo.hostmach.com.br
Por Beraldo Lopes Figueiredo

DIFERENÇA ENTRE MEDITAÇÃO E CONCENTRAÇÃO


A Concentração, requer somente o uso da mente; a Meditação exige a participação de todo o ser.

Concentração: Segundo a definição dada pelo livro yôga Aphorisms, de Patanjali , é ter toda a mente fixada sobre um objeto e...

Meditação: é uma corrente contínua de pensamentos a respeito desse objeto.

Na concentração faz-se a análise material e na meditação transpõe-se os limites das observações terrenas.

MEDITAÇÃO

Para nós, ocidentais, meditar significa refletir a respeito de alguma coisa. No oriente, meditar é algo bem diferente. É entrar num estado de consciência onde se torna mais fácil compreender a si mesmo. Nisargadatta Maharaj, um mestre indiano, nos explica com simplicidade no seu livro I am That:
"Nós conhecemos o mundo exterior de sensações e ações mas, do nosso mundo interior de pensamentos e sentimentos, nós conhecemos muito pouco. O objetivo primário da meditação é que nos tornemos conscientes e que nos familiarizemos com a nossa vida interior. O objetivo final é alcançar a fonte da vida e da consciência."

Exercício simples para começar a Meditar:

Um dos exercícios mais simples é observar a respiração. Sinta o ar entrando e saindo pelas narinas. Acompanhe seu caminho por todo o corpo. Repare nos movimentos da barriga, do peito. Veja se há movimentos ou sensações na pelve, pernas, cabeça, etc. Esteja com o ar o tempo todo.
Quando estiver em contato com a natureza, sente-se diante de uma paisagem e observe-a. Ouça os sons, veja as cores, sinta os aromas mas não fique dando nome às coisas ou analisando-as: "esse cheiro deve ser daquela flor", "como é bonita a forma daquela montanha", "o som desses passarinhos me deixa tão relaxado...". Apenas ouça, veja e sinta sem criar frases na sua mente, sem ficar tagarelando internamente.
Sente-se diante de uma janela e deixe que a claridade invada seu corpo. Sinta a luz penetrando pelo alto de sua cabeça e fluindo por todo o corpo. Mantenha sua atenção nesse fluxo.



DICAS PARA MEDITAÇÃO:



Escolha um lugar sereno onde você possa sentar-se de maneira confortável e com a coluna ereta. Pode ser numa cadeira ou no chão com as pernas cruzadas. Sentar-se sobre uma pequena almofada ajuda a manter as costas eretas. Use roupas que não apertem nem incomodem.
Acender um incenso ou colocar uma música bem suave pode ajudar a criar um clima de tranqüilidade no início. Depois de algum tempo, pode ser que você prefira dispensá-los.
Evite meditar quando estiver com sono ou muito cansado. Você se sentirá frustrado por não conseguir se concentrar e desanimará de sua prática diária. Um bom horário para meditar é pela manhã, quando estamos mais tranqüilos e descansados. Porém, isso também é individualizável. Se você sentir que consegue melhores resultados à noite, escolha esse horário.
Comece com dez minutos diários. Coloque um relógio para despertar após esse tempo, assim sua mente não poderá sabotá-lo fazendo-o acreditar que já se passaram muito mais que dez minutos.
Não se mova durante esse tempo. O corpo é como um pote e a mente é a água dentro dele. Mover o recipiente faz com que a água também se mova e, lembre-se, o que você quer é que sua mente permaneça quieta e imóvel.
A atenção deve estar voltada para o objeto da meditação (a respiração, um símbolo, etc.) sem que isso necessite de grandes esforços. Caso você disperse, reconduza sua atenção suavemente ao objeto escolhido.
Qualquer coisa que aconteça estará bem. Se houver um monte de pensamentos desfilando pela sua cabeça, se você tiver vontade de chorar ou de rir, se você achar que nunca vai conseguir se concentrar, tudo bem. Apenas continue sentado e, sempre que possível, volte a sua atenção para o objeto sobre o qual está meditando.

Fonte: http://www.yogasite.com.br/yogasite/meditaca.htm

CONCENTRAÇÃO


"Concentração é a interiorização para reduzir o campo de atividade da mente inferior e fixá-la num ponto interno, fechando o foco de nossa atenção. É o processo de tornar a mente branca.
Meditação, ao contrário, é a ampliação exterior do pensamento até diluir-se no inconsciente. Restabelecendo o ritmo de nosso ser, acalmamos as emoções e permitimos que a Luz desça para nossa consciência." - ( Zauri Alkalar)
"A habilidade de concentrar a mente é essencial ao progresso espiritual porque capacita a pessoa a adquirir domínio sobre o corpo de desejos e, finalmente, a entrar em contato consciente com os mundos invisíveis. Para aprender a arte da concentração, precisamos fixar nossa atenção em um foco e manter nosso pensamento sobre esse único objeto ou condição. Precisamos entender que o pensamento força é nosso poder principal e devemos aprender a ter controle sobre ele. Isto não é fácil de ser conseguido, mas uma tentativa neste sentido deve ser feita e será valiosa para nós. É imperativo que tenhamos o controle de nossos pensamentos pois, se não o conseguirmos, esse poder fluirá sem objetivo, nada realizando. Quando aprendermos a focalizar uma só coisa, excluindo todas as outras, tornamo-nos capazes de aumentar nosso poder de pensamento e nossa capacidade de usá-lo eficazmente. Obteremos, então, qualidade e diminuiremos a quantidade dispersiva.
Durante a concentração, os sentidos do homem estão inativos, como se estivessem no mais profundo sono, mas, ao mesmo tempo, o Espírito permanece dentro do corpo com total controle de todas as suas faculdades. O aspirante aprende a absorver-se, à sua vontade, em qualquer assunto. A concentração intensa constrói uma forma de pensamento vivente, uma imagem clara e verdadeira. Na meditação aprendemos muito sobre esta forma de pensamento, o exercício capacita-nos a relacionar-nos com esse mundo superior. Na concentração aplicamos toda nossa atenção sobre um assunto ou idéia. Na meditação juntamos todo conhecimento possível sobre este determinado assunto. A mente pondera e sonda, acrescentando sempre um pouco mais de informação e, como resultado, adquirimos um novo significado sobre esse objetivo ou idéia."

(Manifesto copiado da Fraternidade Rosacruz)

Outras Conceituações:

REFLEXÃO
:

Segundo Gil Restani Andrade, a reflexão caracteriza-se pelo direcionamento do pensamento ao nosso próprio interior, fazendo uma análise consciencial retrospectiva de atos realizados em nosso meio existencial. São caracterizadas por aquelas pessoas metódicas, calculistas, reflexivas, sistemática e que estudam e projetam seus atos. Daí o termo usado: "Ele age com a razão e não com o coração."

CONCENTRAÇÃO:

Ainda Gil Restani Andrade, afirma que a concentração, caracteriza-se pela centralização da mente em "clichês mentais", ou "formas pensamento", bem definidas,com exclusividade.
A concentração pode ser individual, isolada ou grupal (coletiva). Pode ser positiva ou negativa.
Escolhe-se um objeto, paisagem ou mensagem, retira-se da consciência todo e qualquer estímulo externo. Manter fixado, firmemente objeto, buscar a visualização do objeto.

MEDITAÇÃO:

Gil finaliza falando que a meditação é exatamente a extensão da concentração; seu alcance é conquistado,à medida que a criatura consiga concentrar-se com maior eficácia. Meditar é colocar-nos em contato com as forças internas, caracteriza-se por uma atitude quieta, atenta expectante; não intensa, mas calma, mas dando atenção às idéias que apresentam. Há um contato sutil e agradável com as correntes superiores dos planos superiores.

CONTEMPLAÇÃO:

A contemplação é a mais alta expressão de vida intelectual e espiritual do homem. É a própria vida do intelecto e do espírito, plenamente despertada, plenamente ativa, plenamente consciente de que está viva. É um espanto espiritual, uma admiração. Um temor espontâneo, reverencial, diante do caráter sagrado da vida, do ser. É gratidão pelo Dom da vida, pela consciência despertada, pelo ser. É a consciência viva do fato de que, em nós, a vida e o ser procedem de uma Fonte invisível, transcendente e infinitamente abundante.

A contemplação é, acima de tudo, a consciência da realidade dessa Fonte. Ela conhece a Fonte, obscuramente, de modo inexplicável, mas com uma certeza que vai além, tanto da razão como da simples fé. Pois a contemplação é uma espécie de visão espiritual a que, pela sua própria natureza, tanto a razão como a fé aspiram, porque sem ela permanecem forçosamente incompletas. A contemplação, entretanto, não é a visão, pois vê sem ver" e conhece "sem conhecer". É fé em maior profundidade, conhecimento demasiadamente penetrante para poder ser apreendido em imagens, palavras ou mesmo conceitos claros. Pode ser sugerida por palavras, por símbolos, mas, no próprio momento em que procura indicar o que conhece, o espírito contemplativo retira o que disse e nega o que afirmou. Pois na contemplação conhecemos "não conhecendo". Ou, melhor, conhecemos além de todo conhecer ou "não conhecer".

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