quarta-feira, 9 de novembro de 2011

ORAÇÕES COM OS NOMES SAGRADOS PARA MOMENTOS DE GRANDES TRANSFORMAÇÕES


’ CONECTAR COM NOSSO EU VERDADEIRO, COM A ESSÊNCIA DA LUZ. ’’



O poder Trinitizado do "Kodoish,Kodoish,Kodoish"pode criar um hiper-vórtex, ou pilar de Divina energia, através da qual Super-espaço e Super-tempo podem ser atravessados por este corpo físico, colocando-nos em ressonância com outros níveis de inteligência divina.



Esta fórmula pode também ser usada para evocar Proteção Divina desde que esta Expressão Santa seja de Ligação entre todas Hierarquias como uma Saudação da Irmandade com um Pai comum.



Ela cria um pilar de energia protetora que pode ser usada em todas as situações práticas para resolução de problemas, cura e todos os modos de elevação de consciência e, onde quer que precisamos projetar para fazer o Trabalho do Reino.



A medida que usamos esta Expressão Sagrada, três vezes para os Poderes Triplos serem ativados,cantamos e visualizamos a trindade(TRKAYA OU VEICULO TRIPLO) sobre o nosso terceiro olho.



Agora somos acompanhados por um coro do Alto quando Seres Íntegros de Luz fazem sua aparição ser conhecida por nós.



Ao continuarmos usando esta Saudação somos saudados pelas Irmandades e Hostes do Ofício de Shekinah, do Cristo, e do Pai Divino.





OH ! PAI DIVINO, QUE NÓS POSSAMOS POR EM PRÁTICA EM INTENÇÃO E EXTENSÃO O NOSSO VEICULO CORPORAL, CANTANDO ETERNAMENTE DIANTE DO tRONO COM AS PALAVRAS: KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI' , TSEBAYOTH.



Possa a Hierarquia Cantar conosco na Terra assim como nos Céus.

Possa a Santidade de nossos Irmãos e Irmãs nos mundos Superiores estar conosco em cada bater do coração e em cada forma e pensamento.

E oramos para que todas as letras na Linguagem da Luz sejam expressas nesta oração Santa e som Etrerno.



KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH

KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH

KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH



KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH

KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH

KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH



KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH

KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH

KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH



Aleluia,Aleluia,Aleluia...............Uma das mais úteis preces hebraicas que vocês podem empregar para ingressar num estado superior de consciência.


‘’ TRAZER ESPERANÇA NOS MOMENTOS DE MAIOR DESESPERO. ’’


''JEHEZEKEL-MALKUTH''

"Deus Fortalece (Ezequiel) em Seu Reino".



Através do trabalho da Roda-dentro-da-Roda de Ezequiel, muitos serão transportados aos Reinos Superiores.



A Unidade do Reino de Deus trabalha através do mistério da Carruagem-Trono e da Roda-dentro-da-Roda dos divinos olhos evidenciando poderosos sinais e maravilhas para o vislumbre do olho humano, e para que aprenda a ver, além do nosso reino tridimensional.



Entendendo o significado maior do ensinamento de Ezequiel, aprendemos a usar o discernimento das forças de vida extra e ultraterrestres, de modo que podemos nos co-associar com a Externalização da Hierarquia.





Visualize a abertura do Olho Divino e das janelas do universo. Veja as radiações e expansão das forças da Luz como milhares de radiações Strallim de Luz penetrarem o universo. E agora, contemple seu Veículo-Jóia de ascensão.



Oh Jehezekel-Malkuth, Criador da harmonia das esferas, possam as Rodas-dentro-das-Rodas ajudar-nos a ascender esta criação e permita-nos percorrer espaço e tempo através do vosso Santo Mérkabah.



Oh Jehezekel-Malkuth

Oh Jehezekel-Malkuth

Oh Jehezekel-Malkuth

Oh Jehezekel-Malkuth



Oh Jehezekel-Malkuth

Oh Jehezekel-Malkuth

Oh Jehezekel-Malkuth

Oh Jehezekel-Malkuth



Oh Jehezekel-Malkuth

Oh Jehezekel-Malkuth

Oh Jehezekel-Malkuth

Oh Jehezekel-Malkuth



‘’ CRIAR UM ESCUDO DE PROTEÇÃO EM QUALQUER OCASIÃO. ‘’



''ADONAI ELOHENU ADONAI''



"Senhor, Nosso Deus (Criativo), Senhor" (Amado Senhor que é Aquele que se manifesta para nós através dos Elohim, a Glória Universal num desdobramento unificado).



Esta expressão representa a Trindade das Trindades que manifesta uma singularidade enquanto em perfeita pluralidade.



Senhor dos Senhores ou Senhor do Senhor - é a manifestação criativa dos Muitos e do Um, e do Um e dos Muitos.



O poder do Senhor Deus pode transformar essa criação física, elevando e reequilibrando o reino do homem, de seu dualismo em outras dimensões através de infusão tripla desta Expressão Divina.



O desabrochar da experiência trínica Divina, penetra o mundo da dualidade.



A cor magenta emanada para este mundo e através da ponte amarela que funciona entre as zonas de cor, nosso Sobreser é alinhado com nosso eu humano através da Coroa de Glória.



A Coroa nos é dada porque nós conquistamos esse sistema inferior de dualidade. Acima da Coroa vemos faixas de energia unificadas por três Estrelas de Davi.



A totalidade da Coroa representa a flor de Lótus e as Estrelas Sagradas são as formas-semente abertas pelo Veículo Trínico dos Nomes Divinos.

O poder da Trindade dos Nomes tem enviado a Luz para nutrir o reino biológico através da combinação do elo verbal, do elo mental, do elo de som e cor, utilizando o Nome Divino do Senhor para concentração.



Adonai Elohenu Adonai, deixai os filhos do homem saber da unidade e Vossa Divindade. Mostrai-nos Vossos atos poderosos, Oh Nosso Deus, e emanar Vosso esplendor através de vossos Senhores da Luz.



Adonai Elohenu Adonai

Adonai Elohenu Adonai

Adonai Elohenu Adonai

Adonai Elohenu Adonai



Adonai Elohenu Adonai

Adonai Elohenu Adonai

Adonai Elohenu Adonai

Adonai Elohenu Adonai



Adonai Elohenu Adonai

Adonai Elohenu Adonai

Adonai Elohenu Adonai

Adonai Elohenu Adonai


‘’ TRAZER FORÇA PARA ATRAVESSAR O DESERTO. ‘’



''URIM-THUMMIM''



"As Luzes e os Poderes" (Escrito também

Como: Eth Ha-Urim V'eth Ha Thummim).



Os poderes e as Luzes para reprogramar nosso próprio corpo e gerar a fundação da Verdade (Justiça) através da qual a Voz/Oráculos e profecia de Deus podem falar ao Seu Povo.



Concentre-se nas cores e vibrações de Jaspe, Safira, Lápis Lázuli, Caledônia, Esmeralda, Sárdio, Crisolita, Berilo, Topázio, Crisópaso, Jacinto e Ametista trabalhando dentro de nossos cristais sangüíneos como um escudo para Paz e Diálogo com a Teofania Divina.





Visualize a promessa de comunicação e comunhão com os Professores que nos encontram dentro de nosso Santo dos Santos quando nosso corpo toma-se um Miskon Tephilo, uma Casa de Oração, consagrada pelos 12 portões de vibração do Sha're 'Orah, para trabalhar com o Sacerdócio Superior para a reconciliação do Homem.





Pai Amoroso, possa eu falar convosco e Vos glorificar em todos os tempos e possa eu ser um guia para Vosso Jerusalém Celestial, através do Urim e Thummim, os cristais viventes codificados em meu novo corpo.



URIM-THUMMIM

URIM-THUMMIM

URIM-THUMMIM

URIM-THUMMIM



URIM-THUMMIM

URIM-THUMMIM

URIM-THUMMIM

URIM-THUMMIM



URIM-THUMMIM

URIM-THUMMIM

URIM-THUMMIM

URIM-THUMMIM


‘’ ATRAIR PROSPERIDADE. ‘’



‘’NASI SHALOM’’



"O Príncipe da Paz (que vem como Cristo, vitorioso com os Senhores de Luz)".



O designado Filho Eterno enviado a um dado Plano Divino com os poderes para trazer a Paz interna. Ele assiste àqueles que desejam se reconciliar com Deus de modo que possam romper os poderes da inteligência caída.



Através da vitoriosa libertação sobre os poderes corrosivos, Alpha e Ômega são feitos Um e falsos controles são removidos dos filhos e filhas irrealizados.



A expressão traz a realização que ativa a Cristandade dentro de cada um de nós.



Esta realização do Cristo ou Luz ungida é tão poderosa que transforma e reformula cada aspecto do mundo físico, ao mesmo tempo sustentando-o por uma harmonia perfeita em alinhamento com o Espírito da Pomba e os Dons dos Milagres.



A nova imagem do Homem pode então ser ativada através do Maravilhoso Conselheiro, Poderoso Deus, Pai Eterno, Príncipe da Paz (Isaías 9:6) para o vitorioso trabalho de elevação do Primeiro Adão ao Segundo Adão.



Visualize uma Pomba branca brilhante emergindo de um sol dourado - o Ofício do Espírito surgindo do Kolob.



A Pomba está em alinhamento com uma Coroa gloriosa símbolo da união máxima do Amor e Sabedoria Divinos - o Ofício de Cristo.



Imagine a Pomba pairando através do Sol maior; com seu poder abre os céus inferiores para o trabalho do Ofício do Filho e para a simulação da nova criação.



Oh Nasi Shalom, possa o Logos do Amor e Justiça Divinos trazerem a Paz que é necessária para a ressurreição e reprogramação do homem ao Adam Kadmon.



Oh Nasi Shalom

Oh Nasi Shalom

Oh Nasi Shalom

Oh Nasi Shalom



Oh Nasi Shalom

Oh Nasi Shalom

Oh Nasi Shalom

Oh Nasi Shalom



Oh Nasi Shalom

Oh Nasi Shalom

Oh Nasi Shalom

Oh Nasi Shalom



‘’ ATRAIR ENERGIA DE AMOR E AFETO. ‘’



''BINAH RUACH DEVEKUT''



"Unindo-se fortemente a Deus através do Espírito do Entendimento".

Através do Espírito (Ruach) de Entendimento (Binah) nós nos unimos a Deus e ao fazermos assim, discernimos os diferentes veículos que estão disponíveis através do Espírito de Deus. Ele é o Ajudante, o Libertador, e o Objeto de Confiança Suprema através do qual, uma relação intensa resulta em forte união com Sua Presença.





Visualize as quatro Pombas douradas expandindo-se como o Ruach, dando poder às formas-sementes de vida.



Ao abrirmos as portas de nossos céus azulados envocamos essas Palavras Sagradas que nos abrem para todas as formas de experiência espiritual dos Guias Espirituais e Emissários da Luz até os Ajustadores de Pensamento dos Reinos Celestiais.



Quando nos é dado esse entendimento vemos como nossas pernas, coração e terceiro olho - nosso corpo é capaz de se harmonizar, ou romper a estrutura de matéria-energia e se tornar re-espacializado no verdadeiro corpo do Espírito.



O veículo da Pomba é agora entendido a medida que se dobra em todas as direções - com as palavras do Espírito Santo que é a Linguagem do Entendimento.





Oh Pai, através do Binah Ruach Devekut seja meu refúgio e força. Possam todos os Vossos Trabalhos glorificá-Lo Oh Amado Divino e possa eu unir-me fortemente ao Vosso Espírito de modo que Vós possais transformar o humano dentro de mim no mais alto nível de Entendimento espiritual.



Binah Ruach Devekut

Binah Ruach Devekut

Binah Ruach Devekut

Binah Ruach Devekut



Binah Ruach Devekut

Binah Ruach Devekut

Binah Ruach Devekut

Binah Ruach Devekut



Binah Ruach Devekut

Binah Ruach Devekut

Binah Ruach Devekut

Binah Ruach Devekut





KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH

KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH

KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH



SHALOM...

http://centroflordejasmim.blogspot.com

COMUNHÃO DE CORAÇÃO A CORAÇÃO




Para desenvolver a capacidade, para cada um de nós, para entrar mais na vivência e na Consciência da Comunhão de Coração a Coração.

Anael, em 4 de novembro de 2011 esclarece que "esse trabalho visa reforçar o Canal Mariano e a capacidade que ali está ligada, de diferentes maneiras, para estabelecer essa comunhão em si, ao Si, do Um ao Outro, do Um a todos, e dessa Dimensão com outras Dimensões".

Essa abertura da Porta da Comunhão é realizada a qualquer momento, pela Vibração dos três pontos da Nova Tri-Unidade.

MARIA, em 15 de outubro de 2011: "Vocês constituirão, assim, uma malha extremamente importante, que se tornará, dia a dia, e com extrema rapidez, cada vez mais perceptível, permitindo-lhes pôr fim ao isolamento, pôr fim, real e concretamente, ao confinamento da consciência dissociada. Vocês ajudarão, assim, a Libertação final da Terra e vocês ajudarão, assim, a manifestação de nossas consciências em seus Céus."

1ª etapa:
Levar a consciência sobre o chacra do Coração ou Ponto Mariano, situado no eixo do esterno, entre os mamilos.

2ª etapa:
Levar a consciência sobre o chacra de enraizamento da alma situado do lado direito do peito, uma mão acima do mamilo (ao nível do segundo espaço intercostal).

3ª etapa:
Levar a consciência sobre o chacra de enraizamento do Espírito situado do lado esquerdo do peito, uma mão acima do mamilo (ao nível do segundo espaço intercostal).

4ª etapa:
Levar sua Atenção, sem qualquer intenção específica, sobre outro Ser, desta Dimensão ou de qualquer outra Dimensão (um Arcanjo, uma Estrela, por exemplo).


MARIA, em 15 de outubro de 2011: "escolham os momentos em que vocês estão na Paz e na tranquilidade, para reforçar essa Paz e essa tranquilidade, emitindo a Graça, levando sua Atenção a alguém ou a algo, mas, sobretudo, sem nada pedir, a fim de não constranger esse algo ou essa Consciência, mas, simplesmente, emitindo a Graça e a Consciência da Comunhão, e deixem a Inteligência da Luz, naquele momento, agir".

"Basta, para isso, que vocês pensem uns nos outros, não para acrescentar um pensamento àquele para quem vocês voltam sua Consciência, mas para emitir a Graça. Isso não é uma projeção, isso não é um desejo ou uma vontade, mas, bem mais, como eu disse, um estado de Graça e de Comunhão". ...

Como para qualquer prática, essas indicações são dadas como pontos de localização, mas o caminho de cada um sendo específico, convém seguir seu próprio sentir quanto à sua duração, sua repetição...
Esclarecimentos complementares sobre o desenrolar desse processo de Comunhão de Coração a Coração foram dados, por exemplo, por MARIA (15 de outubro), SRI AUROBINDO (28 de outubro).




Enviado por Rosa
Compartilhamos estas informações em toda transparência. Obrigado por fazer do mesmo modo. Se você deseja divulgá-las, reproduza a integralidade do texto e cite sua fonte: www.autresdimensions.com.





Tradução para o português: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com


terça-feira, 1 de novembro de 2011

ORIGEM DO DIA DE FINADOS


HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS
O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.
É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.
Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.

Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos.
Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos".
O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.
Mons. Arnaldo Beltrami – vigário episcopal de comunicação
Fonte: http://www.arquidiocese-sp.org.br

CRENDICES E SUPERSTIÇÕES COM
A MORTE

• Quando morre uma pessoa, deve-se abrir todas as portas para a alma sair. Fecham-se porém os fundos da casa. A alma deve sair pela frente. A casa não deve ser fechada antes de sete dias pois o fel (as vísceras) do defunto só se arrebentará nesse prazo. Então a alma vai para o seu lugar. A novena de defunto é para a alma ir para onde foi destinada.
• Não se deve chorar a morte de um anjinho, pois as lágrimas molharão as suas asas e ele não alcançará o
céu
.
• Quando numa procissão, o pálio para defronte de alguma porta de uma casa, é presságio de morte de alguma pessoa dessa casa, porque o pálio para sempre defronte às janelas.
• Homem velho que muda de casa, morre logo.
• Quando a pessoa tem um tremor, é porque a morte passou por perto dela. Deve-se bater na pessoa que está próxima e dizer: sai morte, que estou bem forte.
• Acender os cigarros de três pessoas com um fósforo só, provoca a morte da terceira pessoa.
Outra versão: morrerá a mais moça dos três fumantes.
• Derrubar tinta é prenúncio de morte.
• Quando várias pessoas estão conversando e param repentinamente, é que algum padre morreu.
• Perder pedra de anel é prenúncio de morte de pessoa da família.
• Quando uma pessoa vai para a mesa de operação, não deve levar nenhum objeto de ouro, pois se tal acontecer, morre na certa.
• Não presta tirar fotografia, sendo três pessoas, pois morre a que está no centro.
• Doente que troca de cama, morrerá na certa.
Outra versão: não morrerá.
• Não se deve deitar no chão limpo, pois isso chama a morte para uma pessoa da família.
• Quando pessoas vão caçar ou pescar, nunca devem ir em número de três, pois uma será picada por cobra e morrerá na certa.
• Quem come o último bocado morre solteiro.
• Se acontece de se ouvir barulho à noite, em casa, é que a morte está se aproximando.
• Quando morre uma pessoa idosa, morre logo um anjo seu parente (criança) para levar aquela para o céu.
• Defunto que está com braços duros, amolece-os se pedir que assim faça.
• Defunto que fica com o corpo mole é indício de que um seu parente o segue na morte.
• Quando o defunto fica com os olhos abertos é porque logo outro da família o seguirá.
• Não se deve beijar os pés de defunto, pois logo se irá atrás dele, morrendo também.
• Na hora da morte, fazer o agonizante segurar uma vela para alumiar o caminho que vai seguir.
• Em mortalha, a linha não deve ter nó.
• Água benta ou alcânfora temperada na pinga joga-se com um galho de alecrim, sobre o defunto.
• Quando uma pessoa jogar terra sobre o defunto na cova, deve pedir ao mesmo que lhe arranje um bom lugar no além. Se ele for para um bom lugar, arranjará; se para um mau quem pede está azarado. Bom é pedir lugar para o cadáver de um anjinho, pois este sempre vai para um bom lugar.
• Não se deve trazer terra do cemitério quando se volta de um enterro, pois ela traz a morte para a casa.
• A pessoa que apaga as velas após a saída do enterro morrerá logo. É bom colocar perto do caixão do defunto um copo d’água benta.
• Não presta ver muitos enterros, pois com isso se chama a morte para si.
• Quando passa um enterro, não se deve atravessar o acompanhamento, pois isso traz a morte para pessoas da família. Bom é acompanhar o enterro.
• Não presta acender só três velas para defunto; deve-se acender quatro.
(Araújo, Alceu Maynard. Folclore nacional, São Paulo, Edições Melhoramentos. v. 1)

A HISTÓRIA DAS VELAS
No início desta história as velas não existiam como as conhecemos. Por volta do ano 50.000 a.C. havia uma variação daquilo que chamamos de velas, criada para funcionar como fonte de luz. Eram usados pratos ou cubas com gordura animal, tendo como pavio algumas fibras vegetais, apresentando uma diferença básica em relação às velas atuais, de parafina: a gordura que servia de base para a queima encontrava-se no estado líquido.

Mesmo antes do ano 50.000 a.C. este tipo de fonte de luz era usada pelos homens, conforme pinturas encontradas em algumas cavernas.
Há menções sobre velas nas escritas Bíblicas, datando do século 10 a.C. Um pouco mais recentemente, no ano 3.000 a.C., foram descobertas velas em forma de bastão no Egito e na Grécia. Outras fontes de pesquisa afirmam que, na Grécia, as velas eram usadas em comemorações feitas para Artemis, a deusa da caça, reverenciada no 6º dia de cada mês, e representavam o luar.
Um fragmento de vela do século I d.C. foi encontrado em Avignon, na França.
Na Idade Média as velas eram usadas em grandes salões, monastérios e igrejas. Nesta época, quando a fabricação de velas se estabeleceu como um comércio, a gordura animal (sebo) era o material mais comumente usado. Infelizmente, este material não era uma boa opção devido à fumaça e ao odor desagradável que sua queima gerava. Outro ingrediente comum, a cera das colméias de abelhas, nunca foi suficiente para atender a demanda.
Por muitos séculos as velas eram consideradas artigos de luxo na Europa. Elas eram feitas nas cidades, por artesãos, e eram compradas apenas por aqueles que podiam pagar um preço considerável. Feitas de cera ou sebo, estas velas eram depois colocadas em trabalhados castiçais de prata ou madeira. Mesmo sendo consideradas como artigos caros, o negócio das velas já despontava como uma indústria de futuro: em uma lista de impostos parisiense, no ano de 1292, eram listados 71 fabricantes.
Na Inglaterra, os fabricantes de velas de cera eram considerados de melhor classe se comparados àqueles que fabricavam velas de sebo. O negócio tornou-se mais rentável porque as pessoas estavam aptas a pagar mais por uma vela de cera.
Em 1462 os fabricantes Ingleses de velas de sebo foram incorporados e o comércio de velas de gordura animal foi regulamentado.
No século 16 houve uma melhora no padrão de vida. Como passou a haver uma maior disponibilidade de castiçais e suportes para velas a preços mais acessíveis, estas passaram a ser vendidas por peso ou em grupos de oito, dez ou doze unidades.
As velas eram usadas também na iluminação de teatros. Nesta época elas eram colocadas atrás de frascos d'água colorida, com tons de azul ou âmbar. Apesar desta prática ser perigosa e cara para aquela época, as velas eram as únicas fontes de luz para ambientes internos.
A qualidade da luz emitida por uma vela depende do material usado em seu fabrico. Velas feitas com cera de colméia de abelhas, por exemplo, produzem uma chama mais brilhante que as velas de sebo. Outro material, derivado do óleo encontrado no esperma de baleias, passou a ser usado na época para aumentar o brilho das chamas.
Devido a questões ambientais e ao desenvolvimento de novas tecnologias de iluminação, este elemento não é mais usado.

Trabalhos para o estudo do oxigênio foram desenvolvidos observando-se a chama de uma vela. Como exemplo temos relatos feitos pelo químico amador Josehp Priestley, em agosto de 1774, que concluiu que se a chama de uma vela se tornava mais forte e viva na presença de oxigênio puro, reação semelhante deveria ser observada em pulmões adoentados quando estimulados com este mesmo oxigênio.
O século 19 trouxe a introdução da iluminação a gás e também o desenvolvimento do maquinário destinado ao fabrico de velas, que passaram a estar disponíveis para os lares mais pobres. Para proteger a indústria, o governo Inglês proibiu que as velas fossem fabricadas em casa sem a posse de uma licença especial. Em 1811, um químico francês chamado Michel Eugene Chevreul descobriu que o sebo não era uma substância única, mas sim uma composição de dois ácidos gordurosos combinados com glicerina para formar um material não-inflamável.
Removendo a glicerina da mistura de sebo, Chevreul inventou uma nova substância chamada "Esterine", que era mais dura que o sebo e queimava por mais tempo e com mais brilho. Essa descoberta impulsionou a melhora na qualidade das velas e também trouxe, em 1825, melhoras ao fabrico dos pavios, que, devido à estrutura da vela, deixaram de ser mechas de algodão para se tornar um pavio enrolado, como conhecemos hoje.
Essa mudança fez com que a queima da vela se tornasse uniforme e completa ao invés da queima desordenada, característica dos pavios de algodão.

Em 1830, teve início a exploração petrolífera e a parafina era um subproduto do petróleo. Por ser mais dura e menos gordurosa que o sebo, a parafina se tornou o ingrediente primário nas velas. Em 1854 a parafina e o esterine foram combinados para fazer velas muito parecidas com as que usamos hoje.
No ano de 1921 foi criado o padrão internacional de velas, de acordo com a intensidade da emissão de luz gerada por sua queima. O padrão tomava por base a comparação com a luminosidade emitida por lâmpadas incandescentes. Devido ao desenvolvimento de novas tecnologias de iluminação, este padrão não é mais utilizado como referência nos dias de hoje.

A parafina sintética surgiu após a 2ª Guerra Mundial e sua qualidade superior tornou-a o ingrediente primário de compostos de ceras e plásticos modernos.
Usada nos primórdios de sua existência como fonte de luz, as velas são usadas hoje como artigos de decoração ou como acessórios em cerimônias religiosas e comemorativas.
Há vários tipos de velas, produzidas em uma ampla variedade de cores, formas e tamanhos, mas, quando mencionamos velas artesanais, nos referimos àquelas feitas manualmente, onde é possível encontrar modelos pouco convencionais, usados para diferentes finalidades, tais como: decoração de interiores, purificação do ambiente, manipulação da energia com base em suas cores e essências e etc.

Você sabia que o feriado de Finados, celebrado a 2 de novembro, embora originado do cristianismo, foi nomeado de forma diversa à real celebração cristã?
Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos. Costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém já se lembrava.
Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) suscitam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos. Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos".

O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça, mas não foram canonizados. O dia 2/11 celebra todos os que morreram não estando em estado de graça total, mais precisamente os que se encontram em estado de purificação de suas faltas e, assim, necessitam de nossas orações.
Contudo, você sabia que o feriado de Finados, celebrado a 2 de novembro, embora originado do cristianismo, foi nomeado de forma diversa à real celebração cristã?
Na realidade, o cristianismo, ao contrário do feriado
brasileiro, celebra a lembrança dos FIÉIS DEFUNTOS e não o dia de finados.
"Qual a diferença?" - você perguntaria. Entretanto, adentrando-se a fundo no significado e na origem das palavras, podemos notar que há sim uma diferença, e relevante. A palavra finado significa, em sua origem, aquele que se finou, ou seja, que teve seu fim, que se acabou, que foi extinto.
A palavra defunto, por sua vez, originada no latim, era o particípio passado do verbo "defungor", que significava satisfazer completamente, desempenhar a contento, cumprir inteiramente uma missão. Mais tarde, foi utilizada e difundida pelo cristianismo, para dizer que uma pessoa morta era aquela que já havia cumprido toda a sua missão de viver. Modernamente, porém, tornou-se sinônimo de cadáver.
O Dia dos Fiéis Defuntos, portanto, é o dia em que a Igreja celebra o cumprimento da missão das pessoas queridas que já faleceram, através da elevação de preces a Deus por seu descanso junto a Ele.
É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca, mesmo que esteja distante; amar é saber que o outro necessita de nossos cuidados e de nossas preces mesmo quando já não o podemos ver. Pois a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus e com os irmãos, agora e para sempre.
Você sabia?...
Enviado por: Aline Cristina Viani Couto de Andrade 

A NOTÍCIA E O COMENTÁRIO BÍBLICO
No dia 2 de novembro se celebra o culto aos mortos ou o dia de Finados. Qual a origem do culto aos mortos ou do dia de Finados?
O dia de Finados só começou a existir a partir do ano 998 dC. Foi introduzido por Santo Odilon, ou Odílio, abade do mosteiro beneditino de Cluny na França. Ele determinou que os monges rezassem por todos os mortos, conhecidos e desconhecidos, religiosos ou leigos, de todos os lugares e de todos os tempos.

Quatro séculos depois, o Papa, em Roma, na Itália, adotou o dia 2 de novembro como o dia de Finados, ou dia dos mortos, para a Igreja Católica.
2. Como chegou aqui no Brasil essa celebração de 2 de novembro ser celebrado o dia de Finados?
O costume de rezar pelos mortos nesse dia foi trazido para o Brasil pelos portugueses. As igrejas e os cemitérios são visitados, os túmulos são decorados com flores, e milhares de velas são acesas.
3. Tem apoio bíblico essa tradição de se rezar pelos mortos no dia 2 de novembro? Como um cristão bíblico deve posicionar-se no dia de Finados?
Nada de errado existe quando, movidos pelas saudades dos parentes ou pessoas conhecidas falecidas, se faz nesse dia visita os cemitérios e até mesmo se enfeitam os túmulos de pessoas saudosas e caras para nós.
Entretanto, proceder como o faz a maioria, rezando pelos mortos e acendendo velas em favor das almas dos que partiram tal prática não encontra apoio bíblico.
4. A maioria das pessoas que visitam os cemitérios no dia de Finados está ligada à religião católica. Por que os católicos fazem essa celebração aos mortos com rezas e acendendo velas junto aos túmulos?
Porque, segundo a doutrina católica, os mortos, na sua maioria estão no purgatório e para sair mais depressa desse lugar, pensam que estão agindo corretamente mandando fazer missas, rezas e acender velas. Crêem os católicos que quando a pessoa morre, sua alma comparece diante do arcanjo São Miguel, que pesa em sua balança as virtudes e os pecados feitos em vida pela pessoa. Quando a pessoa não praticou más ações, seu espírito vai imediatamente para o céu, onde não há dor, apenas paz e amor.
Quando as más ações que a pessoa cometeu são erros pequenos, a alma vai se purificar no purgatório.
5. Existe base bíblica para se crer no purgatório, lugar intermediário entre o céu e o inferno?
Não existe. A Bíblia fala apenas de dois lugares: céu e inferno. Jesus ensinou a existência de apenas dois lugares. Falou do céu em Jo 14.2-3 e falou do inferno em Mt 25.41.
6. Segundo a Bíblia o que acontece com os seres humanos na hora da morte?
No livro de Hebreus 9.27 se lê que após a morte segue-se o juízo. E Jesus contou sobre a situação dos mortos Lc 16.19-31. Nessa parte bíblica destacamos quatro ensinos de Jesus: a) que há consciência após a morte; b) existe sofrimento e existe bem estar; c) não existe comunicação de mortos com os vivos; d) a situação dos mortos não permite mudança. Cada qual ficará no lugar da sua escolha em vida. Os que morrem no Senhor gozarão de felicidade eterna (Ap 14.13) e os que escolheram viver fora do propósito de Deus, que escolheram o caminho largo (Mt 7.13-14) irão para o lugar de tormento consciente de onde jamais poderão sair.
7. Fora a crença sobre o estado dos mortos de católicos e evangélicos, existem outras formas de crer sobre a situação dos mortos. Pode indicar algumas formas de crer?
Sim.
A) os espíritas crêem na reencarnação. Reencarnam repetidamente até se tornarem espíritos puros. Não crêem na ressurreição dos mortos.
B) os hinduístas crêem na transmigração das almas, que é a mesma doutrina da reencarnação. Só que os ensinam que o ser humano pode regredir noutra existência e assim voltar a este mundo como um animal ou até mesmo como um inseto: carrapato, piolho, barata, como um tigre, como uma cobra, etc.
C) os budistas crêem no Nirvana, que é um tipo de aniquilamento.
D) As testemunhas de Jeová crêem no aniquilamento. Morreu a pessoa está aniquilada. Simplesmente deixou de existir. Existem 3 classes de pessoas: os ímpios, os injustos e os justos. No caso dos ímpios não ressuscitam mais. Os injustos são todos os que morreram desde Adão. Irão ressuscitar 20 bilhões de mortos para terem uma nova chance de salvação durante o milênio. Se passarem pela última prova, poderão viver para sempre na terra. Dentre os justos, duas classes: os ungidos que irão para o céu, 144 mil. Os demais viverão para sempre na terra se passarem pela última prova depois de mil anos. Caso não passem serão aniquilados.
E) os adventistas crêem no sono da alma. Morreu o homem, a alma ou o espírito, que para eles é apenas o ar que a pessoa respira, esse ar retorna à atmosfera. A pessoa dorme na sepultura inconsciente.
8. Como se dará a ressurreição de todos os mortos?
Jesus ensinou em Jo 5.28,29 que todos os mortos ressuscitarão. Só que haverá dois tipos de ressurreição; para a vida, que ocorrerá mil anos antes da ressurreição do Juízo Final. A primeira ressurreição se dará por ocasião da segunda vinda de Cristo, no arrebatamento. (1 Ts 4.16,17; 1 Co 15.51-53). E a ressurreição do Juízo Final como se lê em Apocalipse 20.11-15.

Fonte: www.cacp.org.b
Enviado por Ana Margareth


ORIGEM PROVÁVEL NO POVO CELTA

A associação do dia de finados com tristeza pela lembrança daqueles que já morreram e os cemitérios lotados com toda aquela vibração que vai desde aqueles que fazem preces em silêncio até a histeria dos mais exaltados, tem uma origem bem anterior a citada pelo catolicismo. Sua origem mais provável vem da cultura do povo Celta, que habitava no início o centro da Europa, mas entre o II e o I milênios a.C. (1900 - 600 a.C.) foram ocupando várias outras regiões, até ocupar, no século III a.C., mais da metade do continente europeu.

Os celtas são conhecidos, segundo as zonas que ocuparam, por diferentes denominações: celtíberos na Península Ibérica, gauleses na França, bretões na Grã-Bretanha, gálatas no centro da Turquia, etc. e tem como característica religiosa a concepção reencarnacionista.

Segundo diversas fontes sobre o assunto, o Catolicismo se utilizou da data, que já era usada pelos Celtas desde muitos séculos atrás, para o dia da reverências aos mortos.
Para os Celtas, dia 31 de outubro era o fim de um ciclo, de um ano produtivo, quando se iniciava o período denominados por nós de outono e de inverno, tempo este que nesta região a colheita tinha acabo de se encerrar e de ser estocada, especialmente para os meses frios e escuros do inverno neste período nesta região.

Na celebração do fim de um ano (31 de outubro no hemisfério norte e dia 30 de abril no hemisfério sul) e início do outro ano (1 de novembro), acreditava-se que este seria o dia de maior proximidade entre os que estavam encarnados e os desencarnados e nas festas, de muita alegria e comemoração por este fato também, cada um levava algo como uma vela ou uma luminária que era feita em gomos de bambu, a fim de se iluminar os dias de inverno que estariam por vir.

Alguns textos falam que nesses dias de festas, as luminárias eram feitas com abóboras esvaziadas e esculpidas com o formato de cabeças, isto para indicar o caminhos àqueles que eles acreditavam serem visitados por seus parentes e receber o perdão daqueles a quem eles haviam feito sofrer, além de ter o significado de sabedoria pela humildade para saber pedir perdão e como prova de vida além da vida.
Este ciclo se encerra e um novo se iniciasse em outra da importante, dia 1 de maio no hemisfério norte, que era o dia do início dos trabalhos para a nova plantação e colheita de un novo ciclo que iniciava.
Com o domínio desses povos pelo Império Romano, rico em armas e estratégias de guerras e conquistas e pobre em intelectualidade, as culturas foram se misturando e expandindo com todo o Império, que mais tarde viria a ser - e o é até hoje - a sede do Império Católico ou da Religião Católica, hoje fixada no Estado do Vaticano, na área urbana de Roma, Itália.

No México, o dia dos mortos é uma celebração de origem indígena, que honra os defuntos no dia 2 de novembro. começa no dia 1 de novembro e coincide com as tradições católicas do dia dos fiéis defuntos.
É uma das festas mexicanas mais animadas, pois, segundo dizem, os mortos vêm visitar seus parentes. Ela é festejada com comida, bolos, festa, música e doces, os preferidos das crianças são as caveirinhas de açúcar.

Segundo prega a tradição da Igreja Católica, o Dia dos fiéis defuntos, Dia dos mortos ou Dia de finados é celebrado no dia 2 de Novembro, logo a seguir ao dia de Todos-os-Santos. Desde o século II, os cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram.
No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. Também o abade de Cluny, santo Odilon, em 998 pedia aos monges que orassem pelos mortos.
Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos. No século XIII esse dia anual, que até então era comemorado no dia 1 de novembro, passa a ser comemorado em 2 de novembro, porque 1 de novembro é a Festa de Todos os Santos.

A história nos mostra que o Dia de Finados só passou a ser um dia de dor e lamúria após o advento dos culposos dogmas católicos, ao contrário das filosofias reencarnacionistas que, não temendo a morte e entendendo esta como o fim de um período transitório em retorno a vida verdadeira (espiritual), só tem a celebrar e enviar boas emanações aos entes queridos que se foram do corpo carnal e continuam sua vida verdadeira, cada um na sua condição de elevação espiritual.

Por isso, o Dia de Finados hoje em dia em nosso país ainda é um dia de vibrações muito negativas, pois a maioria Cristã em nosso país e em boa parte do mundo é católica e evangélica, mantendo - na sua grande maioria - pesares em suas preces com evocações saudosistas e egoístas pelos que já "partiram", querendo que de alguma forma retornem ou dêem algum "sinal de vida", não entendendo muitas vezes "porque foram abandonadas" e coisas do tipo, que só fazem sofrer os espíritos que já desencarnaram, especialmente àqueles que ainda se mantêm presos por laços pouco evoluídos aqui junto aos encarnados, muitas vezes ainda até ligados ao corpo que já praticamente não existe mais.

Assim, nós como espíritos, façamos preces e vamos manter uma boa vibração por aqueles que desencarnaram e sofrem com a dor daqueles que os pedem de volta, pelos desencarnados que não se perceberam dessa nova situação ainda e pelos encarnados que também sentem a falta daqueles que já estão no plano espiritual.
Fonte: amems.org
Enviado por Ana Margareth


http://www.velhosamigos.com.br

O SENTIMENTO DE LUTO; COMO LIDAR E ENTENDER



A palavra LUTO está ligada ao sentimento de perda. 
Só quem perdeu algo muito importante ou alguém querido pode definir o que é 
esse sentimento.
Não é fácil falar de luto e penso que é por isso que existe tão pouca literatura 
sobre o assunto. Entre os autores que escreveram sobre o tema está Sigmund 
Freud que em 1917 escreveu. “Sobre o luto e a melancolia” .
Falar de luto é difícil porque isso promove o contato com as nossas perdas, mas é 
muito necessário, pois é um processo, na maioria das vezes, muito solitário. 
Ouço em meu consultório frases do tipo: “As pessoas não têm tempo e nem 
paciência de ouvir e quando têm só querem falar sobre coisas alegres.” Sim. 
Todos nós precisamos de alegria, num dia a dia cada vez mais atribulado, 
precisamos sim nos alegrar. Mas também precisamos falar sobre as nossas 
tristezas, para não sucumbir. Em alguns casos é necessário esvaziar a tristeza 
para que a alegria possa entrar de novo e é por isso que resolvi escrever esse
texto, para que possamos falar sobre o luto e entendê-lo melhor.
O luto é um processo que tem começo, meio e fim.
O começo é muito intenso, trazendo muita dor, tristeza e a sensação que 
aquilo vai durar para sempre. Ocorre quando a pessoa acaba de perder uma 
pessoa muito querida, ou se muda de cidade, de país, perde o emprego, ou seja,
o luto está presente sempre que há uma mudança significativa de vida ou quando
algum vínculo é cortado. O normal é que esse sentimento vá decrescendo com o 
tempo até se tornar uma lembrança.Uma lembrança que pode trazer lágrimas, 
mas que faz com que a pessoa dê continuidade aos afazeres do seu dia, 
encontrando outros sentimentos também, como a alegria, a vontade de fazer 
projetos de vida.
Mas pode acontecer desse processo não se desenvolver de forma 
satisfatória, impedindo que a pessoa que ficou retorne as suas atividades cotidianas.
Se isso persistir por ,mais de um ano é preciso pedir ajuda profissional, pode
estar ocorrendo o luto patológico.
Vou descrever abaixo alguns sinais de luto patológico:
- Alucinações e memórias espontâneas relacionadas com quem se perdeu
- Fortes períodos de emoção relacionados com a pessoa falecida
- Anseios ou fortes desejos de que a pessoa falecida esteja presente
- Sentimentos de intensa solidão e vazio
- Afastamento ou evitação radical das pessoas ou locais que recordam a pessoa
falecida
- Distúrbios do sono
- Perda de interesse pelas atividades profissionais, cotidianas e sociais
Luto x Depressão
Muitas vezes, principalmente no início, o sentimento de luto se assemelha 
muito a Depressão. Os sintomas são realmente quase idênticos. Mas há diferença:
No sentimento de Luto a pessoa está sim muito triste, mas não se perdeu de si 
mesma. Não perdeu seus referenciais e nem a auto-estima. Um dos primeiros 
sintomas a ser notado no caso de Depressão é a baixa auto-estima e 
também a dificuldade de memória.
Tratamento
O luto patológico deve ser tratado por um psicólogo que ajudará a pessoa a 
elaborar o luto e também vai ter condições de avaliar se é só luto ou se já está
se iniciando o processo de depressão. Nesse caso também saberá avaliar se
será necessária a intervenção de um Psiquiatra.
Como afirma o Psicólogo Régis Siqueira Campos (do núcleo Interdisciplinar de 
Pesquisa em luto da faculdade de medicina da USP)
“ O processo de cura se dá após o reconhecimento e aceitação da morte 
ocorrida e também com a retomada do controle de suas emoções e problemas 
que essa perda ocasionou ao enlutado. O luto resolvido apenas aparentemente 
pode deixar marcas que podem se manifestar a longo prazo.” 

 

 

 

 

Fabiana Tasca

Jornal Universo Holístico


segunda-feira, 31 de outubro de 2011

31 DE OUTUBRO DIA DAS BRUXAS


O Dia das Bruxas (Halloween -lido Hálouim- é o nome original na língua inglesa) é um evento tradicional e cultural, que ocorre basicamente em países anglo-saxônicos, mas com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos (não existe referências de onde surgiram essas celebrações).

Etimologia

 Posto que, entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e 1° de novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening, em inglês), acredita-se que assim se deu origem ao nome actual da festa: Hallow EveningHallowe'enHalloween. Rapidamente se conclui que o termo "Dia das bruxas" não é utilizado pelos povos de língua inglesa, sendo essa uma designação apenas dos povos de língua (oficial) portuguesa.

Outra hipótese é que a Igreja Católica tenha tentado eliminar a festa pagã do Samhain instituindo restrições na véspera do Dia de Todos os Santos. Este dia seria conhecido nos países de língua inglesa como All Hallows' Eve.
A relação da comemoração desta data com as bruxas propriamente ditas teria começado na Idade Média no seguimento das perseguições incitadas por líderes políticos e religiosos, sendo conduzidos julgamentos pela Inquisição, com o intuito de condenar os homens ou mulheres que fossem considerados curandeiros e/ou pagãos. Todos os que fossem alvo de tal suspeita eram designados por bruxos ou bruxas, com elevado sentido negativo e pejorativo, devendo ser julgados pelo tribunal do Santo Ofício e, na maioria das vezes, queimados na fogueira nos designados autos-de-fé.
Essa designação se perpetuou e a comemoração do halloween, levada até aos Estados Unidos pelos emigrantes irlandeses (povo de etnia e cultura celta) no século XIX, ficou assim conhecida como "dia das bruxas", uma lenda histórica

História

A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcadas diferenças em relação às atuais abóboras ou da famosa frase "Gostosuras ou travessuras", exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração. Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão (samhain significa literalmente "fim do verão").
A celebração do Halloween tem duas origens que no transcurso da História foram se misturando:

 

 

Origem Pagã

A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objetivo dar culto aos mortos. A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, sendo que esta última acabou minguando com o tempo. Em fins do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades. Pouco sabemos sobre a religião dos druidas, pois não se escreveu nada sobre ela: tudo era transmitido oralmente de geração para geração. Sabe-se que as festividades do Samhain eram celebradas muito possivelmente entre os dias 5 e 7 de novembro (a meio caminho entre o equinócio de verão e o solstício de inverno). Eram precedidas por uma série de festejos que duravam uma semana, e davam ao ano novo celta. A "festa dos mortos" era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para nós seriam "o céu e a terra" (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. A festa era celebrava com ritos presididos pelos sacerdotes druidas, que atuavam como "médiuns" entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo.


Origem Católica

Desde o século IV a Igreja da Síria consagrava um dia para festejar "Todos os Mártires". Três séculos mais tarde o Papa Bonifácio IV († 615) transformou um templo romano dedicado a todos os deuses (Panteão) num templo cristão e o dedicou a "Todos os Santos", a todos os que nos precederam na fé. A festa em honra de Todos os Santos, inicialmente era celebrada no dia 13 de maio, mas o Papa Gregório III († 741) mudou a data para 1º de novembro, que era o dia da dedicação da capela de Todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma. Mais tarde, no ano de 840, o Papa Gregório IV ordenou que a festa de Todos os Santos fosse celebrada universalmente. Como festa grande, esta também ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de outubro). Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e "All Hallow Een" até chegar à palavra atual "Halloween".

Atualmente

Se analisarmos o modo como o Halloween é celebrado hoje, veremos que pouco tem a ver com as suas origens: só restou uma alusão aos mortos, mas com um carácter completamente distinto do que tinha ao princípio. Além disso foi sendo pouco a pouco incorporada toda uma série de elementos estranhos tanto à festa de Finados como à de Todos os Santos.
Entre os elementos acrescidos, temos por exemplo o costume dos "disfarces", muito possivelmente nascido na França entre os séculos XIV e XV. Nessa época a Europa foi flagelada pela Peste Negra e a peste bubônica dizimou perto da metade da população do Continente, criando entre os católicos um grande temor e preocupação com a morte. Multiplicaram se as Missas na festa dos Fiéis Defuntos e nasceram muitas representações artísticas que recordavam às pessoas a sua própria mortalidade, algumas dessas representações eram conhecidas como danças da morte ou danças macabras.
Alguns fiéis, dotados de um espírito mais burlesco, costumavam adornar na véspera da festa de finados as paredes dos cemitérios com imagens do diabo puxando uma fila de pessoas para a tumba: papas, reis, damas, cavaleiros, monges, camponeses, leprosos, etc. (afinal, a morte não respeita ninguém). Também eram feitas representações cênicas, com pessoas disfarçadas de personalidades famosas e personificando inclusive a morte, à qual todos deveriam chegar.



Possivelmente, a tradição de pedir um doce, sob ameaça de fazer uma travessura (trick or treat, "doce ou travessura"), teve origem na Inglaterra, no período da perseguição protestante contra os católicos (1500-1700). Nesse período, os católicos ingleses foram privados dos seus direitos legais e não podiam exercer nenhum cargo público. Além disso, foram lhes infligidas multas, altos impostos e até mesmo a prisão. Celebrar a missa era passível da pena capital e centenas de sacerdotes foram martirizados. Produto dessa perseguição foi a tentativa de atentado contra o rei protestante Jorge I. O plano, conhecido como Gunpowder Plot ("Conspiração da pólvora"), era fazer explodir o Parlamento, matando o rei, e assim dar início a um levante dos católicos oprimidos. A trama foi descoberta em 5 de novembro de 1605, quando um católico converso chamado Guy Fawkes foi apanhado guardando pólvora na sua casa, tendo sido enforcado logo em seguida. Em pouco tempo a data converteu se numa grande festa na Inglaterra (que perdura até hoje): muitos protestantes a celebravam usando máscaras e visitando as casas dos católicos para exigir deles cerveja e pastéis, dizendo lhes: trick or treat (doce ou travessuras). Mais tarde, a comemoração do dia de Guy Fawkes chegou à América trazida pelos primeiros colonos, que a transferiram para o dia 31 de outubro, unindo a com a festa do Halloween, que havia sido introduzida no país pelos imigrantes irlandeses. Vemos, portanto, que a atual festa do Halloween é produto da mescla de muitas tradições, trazidas pelos colonos no século XVIII para os Estados Unidos e ali integradas de modo peculiar na sua cultura. Muitas delas já foram esquecidas na Europa, onde hoje, por colonização cultural dos Estados Unidos, aparece o Halloween enquanto desaparecem as tradições locais.

Novos elementos do Halloween


A celebração do 31 de Outubro, muito possivelmente em virtude da sua origem como festa dos druidas, vem sendo ultimamente promovida por diversos grupos neo-pagãos, e em alguns casos assume o caráter de celebração ocultista. Hollywood fornece vários filmes, entre os quais se destaca a série Halloween, na qual a violência plástica e os assassinatos acabam por criar no espectador um estado de angústia e ansiedade. Muitos desses filmes, apesar das restrições de exibição, acabam sendo vistos por crianças, gerando nelas o medo e uma idéia errônea da realidade. Porém, não existe ligação dessa festa com o mal. Na celebração atual do Halloween, podemos notar a presença de muitos elementos ligados ao folclore em torno da bruxaria. As fantasias, enfeites e outros itens comercializados por ocasião dessa festa estão repletos de bruxas, gatos pretos, vampiros, fantasmas e monstros, no entanto isso não reflete a realidade pagã.

Nota


A lanterna vegetal chamada de "Jack-o'-lantern" em inglês, em Portugal chama-se coca e no Brasil existe um personagem de folclore chamado Cuca. Em Portugal, a Abóbora do Dia das Bruxas e é uma tradição ancestral.
  • Coca: papão; abóbora vazia (ou panela) com buracos representativos dos olhos e da boca com uma luz dentro, para meter medo, à noite; feiticeira.




Fonte :Wikipédia

HAPPY HALLOWEEN




O QUE AS BRUXAS FAZEM

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