sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O QUE É SAMSKARA?

Wedding Ceremony
Samskaras ou sanskaras é um termo (Sânscrito, muito usado no hinduísmo que significa impressão ou sob influência de impressões remanescentes (são as tendências inerentes remanescentes de alguma propensão instintiva que influencia a pessoa).
No hinduismo esta propensão e causada pelas vidas anteriores, dentro do conceito de reencarnação .
No Budismo, samskaras são os produtos da ignorância e condicionamentos inconscientes (vijnana). Na era pré-Budista o termo pali sankhara era usado para denotar um estrutura causal complexa envolvendo o kamma e dependências emergentes.
Samskaras são impressões derivadas das experiencias passadas (previas encarnações ou na vida atual) que influenciam as respostas futuras e o comportamento. No Dicionário do Hinduísmo diz que samskaras são "As impressões deixadas no subconsciente da mente por experiencias (desta ou de vidas anteriores), que colorem toda a vida, sua natureza, respostas, estados mentais, etc." [1]

Introdução

De Acordo com Meher Baba sanskaras são "impressões" (memorias residuais) acumuladas pela evolução, e mais tarde no curso da evolução do homem se encerram na inconsciência.[2] Elas não estão relacionadas a uma entidade com forma ou substância, nem como forças, mas serão melhores entendidas em termo psicológicos. Para Meher Baba, a inconsciência não é questão de energia e matéria, é intrinsecamente substância da realidade e os sanskaras reais podem ser melhor entendidos através da "experiência."
Sanskaras, uma vez adquirido e acumulado, forma uma espécie de lentes de multi-cores através das quais a percepção de nossa experiencias emergem por meio do processo de apreciação. De fato quando nós percebemos (ou os pensamentos internos ou coisas externas) são realmente apercebidos através das lentes do passado—na forma de acumulados sakskaras (impressões deixadas pelo passado).

Os rituais do Samskara

No Hinduísmo, Samskaras são também praticas ritualísticas. Se espera de um Hindu que siga nos vários estágios da sua vida. Estes numerosos samskaras são delineados no Grihya Shastras (Grihya-sutras). Gautama Dharmasutras especifica 40-48 samskaras. Entretanto, o último Smritis, diminuiu para 16 (Shodasha Samskaras).[3]
Eles são os seguintes:
Pre-natal
  1. Garbhadharana: Concepção
  2. Pumsavana: Rito da consagração de um filho no útero
  3. Simantonnayana: Rito fazer a risca no cabelo da mulher grávida
Infância
Name-Giving Ceremony
  1. Jatakarma: cerimônia do nascimento
  2. Namakarana: cerimônia do bastimo (dar nome)
  3. Nishkarmana: Primeiros passos
  4. Annaprasana: Primeira alimentação (sólida)
  5. Chudakarana: Primeira tonsura
  6. Karnavedha: Furar os glóbulos da orelha
First Feeding Ceremony 
First Head-Shaving Ceremony
Ear-piercing Ceremony
    Adolescência
    Vedic Study Initiation

    1. Vidhyarambha: início da educação
    2. Upanayana: cerimônia do fiar (Iniciação)
    3. Vedarambha: início dos estudo dos Vedas
    4. Keshanta ou Godana: Primeira barbear
    5. Samaavartana ou Snaana: Fim da escolaridade
    Adulto

    Wedding Ceremony
    1. Vivaha: Casamento
    2. Anthyesthi: ritos póstumos

    Funeral Ceremony 
     
    Fonte: Wikipédia 

      VIVAHA CASAMENTO HINDU

      O vivaha é o mais importante dos rituais hindus. Dá-se grande importância ao casamento, pois considera-se que a vida em família é o estado natural dos seres humanos, e onde nós temos mais chance de sermos felizes e realizarmos nossas mais altas aspirações. Isso acontece porque, assim como os seres vivos dependem do ar para respirar, da mesma forma a sociedade depende das famílias para existir.

      O ritual aqui descrito corresponde à forma como os casamentos são feitos dentro do hinduísmo. No entanto, há muitos rituais de casamento na Índia, que variam de acordo com a região, a cultura e os costumes de cada uma das numerosas etnias desse grande país. Aqui mantivemos os momentos mais importantes do casamento, porém traduzindo os hinos sânscritos para o português, afim de conservar a profunda significação dessa bela cerimônia. Fizemos algumas abreviações e adaptações que, acreditamos, não mudarão o sentido do ritual.

      O casamento hindu consiste em uma série de rituais altamente simbólicos e profundos. Um grupo desses rituais visa a consagrar a união entre os noivos. Fazem parte deste grupo unir as mãos, colocar a guirlanda de flores no amado, tocar o coração, etc. Outro grupo de rituais tem como objetivo invocar felicidade, paz, prosperidade e fertilidade para o matrimônio que inicia. Finalmente, como o casamento é um dos mais importantes rituais de passagem da nossa vida, fazem-se alguns rituais simbólicos para afastar influências negativas que possam assombrar a felicidade e a paz do casal. À noiva é reservado um tratamento muito especial, já que ela ocupa o lugar central na estrutura familiar.

      O vivaha não é um contrato, mas a sacralização de uma união baseada no amor, no carinho, na confiança e no respeito. O casamento não é visto como a simples união de dois elementos. Existe uma força que está presente no casamento, que é o terceiro elemento da união. Essa força chama-se dharma, que significa em sânscrito “aquilo que mantém unido“. O dharma é a força que sustenta a ordem natural das coisas, aquilo a que nos mantemos essencialmente fiéis.

      Os rituais


      Listamos aqui, na ordem adequada, os diferentes rituais que configuram o casamento, e que serão feitos ao longo da cerimônia pelos noivos, seus pais e o oficiante.

      I – Vagdanam, a “entrega de palavra”

      1. O início da cerimônia do casamento consiste num ritual chamado vagdanam, que significa literalmente “entrega de palavra“. Nessa parte do casamento, para consagrar o início, a mãe do noivo coloca no colo da noiva uma cesta contendo frutas e um pouco de açúcar cristal, símbolo do desejo de felicidade e prosperidade no ciclo que aqui inicia.

      2. A noiva, por sua vez, oferece um pote com iogurte e mel ao noivo, simbolizando a pureza e a doçura que eles querem para suas vidas.

      3. Neste momento, os noivos trocam guirlandas de flores, para invocar tudo o que for auspicioso e bom para a união.

      4. Na continuação, o noivo oferece um pote de arroz ou trigo em grão para o oficiante, simbolizando que, embora ele esteja entrando numa fase nova e diferente da sua existência, não esquecerá nem da caridade nem de outras ações em benefício da sociedade e dos necessitados.

      5. Depois, as mães dos noivos vão para fora da sala levando um pote com água e passam uma faca sobre ele, para proteger o casal de influências negativas.

      6. Aqui, o pai da noiva verte uma colher de água no solo, simbolizando o sacrifício que a família está fazendo para deixar a moça partir. Como condição para deixar sua filha partir, ele pede um juramento do seu novo genro: “quero que você jure que fará minha filha feliz, realizada e próspera“. O noivo, por três vezes seguidas, repete: “tenho sucesso na missão de fazer minha esposa feliz, realizada e próspera”.


      II – Vivaha, a união

      1. Aqui começa o casamento propriamente dito, com a invocação da felicidade. Os noivos ficam frente a frente, a noiva voltada para o leste. O irmão da noiva verte, com as mãos em forma de concha, alguns grãos de arroz nas mãos dela que, por sua vez, as une firmemente oferecendo os grãos ao fogo, enquanto que o noivo diz “ela está fazendo a oferenda para o fogo. Que a inteligência presente no brilho do fogo permita que ela tenha uma vida feliz e longa. Que esta relação prospere. Que esta oferenda nos una”.

      2. Nesta segunda etapa do vivaha, chamada panigrahana, o noivo segura a mão direita da noiva dizendo: “tomo tua mão em nome da felicidade. Que vivas uma vida muito longa e feliz comigo, teu marido. As forças da natureza te deram a mim e me deram a ti. Tu és a terra, eu sou o céu. Casemos e tenhamos descendência. Que tenhamos muitos filhos e que eles vivam uma vida longa. Que possamos ver cem outonos juntos”. Aqui, o noivo está responsabilizando-se pela felicidade e o bem-estar da noiva.

      3. Agora, o oficiante dá três nós, amarrando a barra do vestido da noiva à camisa do noivo, simbolizando a união sagrada.

      4. Na quarta etapa do casamento, asmarohana, o noivo pede para a noiva que suba numa pedra, colocada ao norte do altar, que simboliza a firmeza do relacionamento, cujos alicerces são a fidelidade, a confiança, o respeito e a devoção mútuos. Enquanto ela sobe ou coloca o pé direito sobre a pedra, ele diz: “sobe nesta pedra. Que sejamos firmes como ela. Que haja fidelidade, confiança, respeito e devoção entre nós”.

      5. O seguinte passo é agni pradakshina, a circunvolução do fogo sagrado. Os noivos oferecem grãos de arroz ao fogo e, na continuação, ambos dão sete voltas em torno dele, em sentido horário. Durante as três primeiras voltas, a noiva anda na frente. Nas quatro últimas, quem vai na frente é o noivo. Esse passeio ritual em torno do fogo equivale a uma jornada simbólica em torno do Sol, representando o ciclo de suas próprias vidas, que viverão juntos a partir desse momento.

      Shiva e Parvati6. Saptapadi significa “sete passos” (sapta = sete, padi = passos). É a parte mais importante do ritual. Conta a lenda que, durante o casamento de Shiva e Parvati, Shiva pediu a Parvati que, após a circunvolução ritual do fogo, ficasse do seu lado esquerdo, para consagrar o casamento. Ela recusou-se a aceitar o casamento como concluído, a menos que ele aquiescesse em lhe outorgar sete pedidos. Ele concordou e, por sua vez, pediu para ela que fizesse o mesmo e assim esse costume foi integrado no casamento. O saptapadi consiste em andar juntos por sete passos em direção ao norte. A cada passo, eles fazem seus sete pedidos, pronunciando estas palavras: “um passo pelo nosso amor, dois passos para termos bons alimentos, três passos pela nossa força, quatro passos pela nossa felicidade, cinco passos pela prosperidade, seis passos pelos filhos que teremos, sete passos pela devoção“. Essa fala pode ser dita pela noiva ou pelo noivo.

      7. Logo, o oficiante diz: “que as responsabilidades éticas sejam cumpridas, que os recém casados compartilhem suas riquezas, que compartilhem seus momentos felizes e os menos felizes também, que se mantenham distantes dos cinco inimigos (raiva, medo, avareza, apego e egoísmo), que sejam felizes em todas as estações, que sejam fiéis em pensamento e ação, que cultivem juntos as virtudes“.

      8. Após os sete passos, a esposa fica em pé do lado esquerdo do esposo. Isso simboliza que ele irá defendé-la sempre que for preciso, usando seu braço direito. Aqui conclui-se o casamento.


      III – Após o ritual da união

      1. O oficiante esparge algumas gotas de água sobre a esposa dizendo: “que as águas, pacíficas e abençoadas, te sejam favoráveis. Que possam sempre te curar“. Este é um ritual de purificação, que simboliza a aniquilação dos karmas resultantes de toda ação errada que ela possa ter cometido no passado.

      2. Neste momento, o esposo toca o coração da esposa e diz: “que teu coração possa viver no meu. Que tua mente possa viver na minha. Que possas ser feliz e desfrutar no meu mundo. Te aceito do jeito que és“.

      3. O noivo passa kunkum (pó vermelho), usando o dedo anular direito, na divisão dos cabelos da noiva, desde a testa até o alto da cabeça.

      4. Ao finalizar a cerimônia, os recém casados cumprimentam, em primeiro lugar, seus pais. Na continuação, os parentes e amigos reunidos jogam uma chuva de flores sobre os recém casados para abençoá-los.

      5. Aqui começa a celebração, a festa e o banquete.

      Durante a refeição, pode fazer-se o datar, ritual em que um pouco de sal é trocado três vezes de mãos entre os recém casados, e entre eles e seus pais. Acredita-se na Índia que aqueles que compartilham o sal não irão discutir nunca, pois passam a ser do mesmo sangue. Assim como o sal se mistura com todos os alimentos e perde sua própria identidade, mas dá aos alimentos seu sabor, da mesma forma, na troca do sal, as famílias consagram, de maneira sutil, uma união que transcende o relacionamento entre os noivos e se extende aos outros membros de ambas as famílias. Também existe uma crença que diz que, se você comer o sal da casa de alguém, você será sempre fiel às pessoas dessa casa.


      Pedro Kupfer
      http://www.ekadantayoga.com.br

      quinta-feira, 20 de outubro de 2011

      AS SETE BENÇÃOS DO CASAMENTO HINDU


      A cerimônia hindu, um rito conhecido como Samskara, tem muitos componentes e é muito bonito, especial e recheado de encantamentos, bençãos sânscritas e rituais milenares. Na Índia ele pode durar semanas ou dias, enquanto que no Ocidente ele dura apenas 2 horas.

      Um aspecto importante da cerimonia Hindu é acender um fogo sagrado, criado a partir de ghee (uma espécie de manteiga) e fios de lã, para evocar o deus Agni (Fogo), para testemunhar a cerimonia.

      O ponto alto é Saptapadi, também chamado de "Os sete passos". Tradicionalmente o sari da noiva é amarrado ao Kurta do noivo, ou um véu deve ser amarrado do ombro do noivo ao sari da noiva.

      Ele lidera, com os dedos mínimos unidos, os sete passos ao redor do fogo, enquanto o sacerdote recita 7 bençãos ou votos para um casamento forte. Enquanto andam ao redor do fogo, os noivos concordam com os votos. A cada passo, eles jogam pequenas porções de arroz no fogo, representando prosperidade em sua nova vida juntos. Essa é considerada a parte mais importante da cerimônia, e sela a união para sempre.

      As sete bençãos são as seguintes:
      1. Que esse casal seja abençoado com a abundância de recursos e conforto, e se ajudem em todos os sentidos.
      2. Que esse casal seja forte e que se complementem.
      3. Que esse casal seja abençoado com prosperidade e riquezas em todos os níveis.
      4. Que esse casal seja eternamente feliz.
      5. Que esse casal seja abençoado com uma vida em família harmoniosa.
      6. Que esse casal viva em perfeita harmonia, verdadeiros aos seus valores pessoais e às promessas em comum.
      7. Que esse casal sempre seja o melhor dos amigos.


      Uma coisa que eu aprecio muito na cerimonia hindu é que a noiva e o noivo sobem ao altar como o Deus e a Deusa na forma humana. Em muitas partes da Índia a noiva é considerada Lakshmi, Deusa da Fortuna, e o noivo é seu consorte Vishnu, o Grande Mantenedor.

      E é exatamente assim que os noivos devem se sentir ao trocar os votos: um casal divino!



      (http://hinduism.about.com/od/matrimonial1/a/7blessings.htm?nl=1)

      POEMA À KALI



      Ó Kali! Desta vez eu vou Te devorar...


      Por isso eu te interrogo, ó Kali,


      ó Kali eternamente feliz,


      encantadora do coração do poderoso Mahakala Shiva.


      Tu danças sozinha.


      E cantas sozinha, batendo palmas.


      Ó Mãe, Tu és a primeira causa,


      a Eterna, sob a forma do Vazio,


      levando a Lua em sua testa.


      Quando o universo não existia,


      onde encontrastes Teu colar de cabeças humanas decepadas?


      Apenas Tu és o poder de movimento em tudo,


      nós somos apenas instrumentos em tuas mãos.


      Nós nos movemos quando Tu nos fazes mover,


      falamos quanto Tu nos fazes falar.


      Mas o inquieto Kamalakanta gentilmente Te provoca, dizendo:


      "Mãe, ó Destruidora de tudo, segurando sua espada,


      agora devorastes tanto minha virtude quando meu vício".


      Se eu morrer repetindo: "Vitória para Kali, vitória para Kali!" [jai Kali, jai Kali],


      certamente atingirei o estado de Shiva.


      Então, para que serve ir até o rio Benares?


      As formas de minha Mãe Kali são infinitas,


      quem poderia encontrar o fim de Kali?


      Sabendo um pouco sobre Sua grandeza,


      Shiva se prosterna diante de Seus pés tingidos de vermelho.


      Poema do shakta indiano Sadhaka Kamalakanta (aprox. 1769-1821)


      http://dannyshakti.blogspot.com/

      SHAKTI


      "Quando Shakti se move em nosso interior, é o Grande Feminino tentando chamar a nossa atenção.



      Quando Shakti se move em nosso interior, toda a nossa vida pode mudar. Podem ocorrer grandes e drásticas mudanças que parecem vindas de lugar algum. Elas podem ser desconcertantes, enlouquecedoras, frustrantes e joviais, e podem alterar a nossa vida, mas sempre nos movem para a frente.

      Quando Shakti se move em nosso interior, nós com freqüência precisamos mudar, saindo das nossas posições confortáveis (físicas, emocionais e mentais) ou sofrer algumas conseqüências até que uma lição importante seja aprendida.

      Quando Shakti se move em nosso interior, a extensão da nossa ignorância a respeito das coisas espirituais torna-se profusamente clara.

      O movimento da Shakti em nosso interior não pode ser interrompido, mas pode ser redirecionado. Nós podemos não ter escolha, a não ser atender a seu chamado, mas as escolhas entre os caminhos que emergem de nossas decisões permanecem.

      O movimento da Shakti em nosso interior leva inevitavelmente ao Amor e ao Conhecimento, nesta vida ou numa vida subseqüente. O Grande Feminino é amar e dar por natureza. Portanto, nós precisamos admitir que ela está tentando nos dar alguma coisa nova que Ela pensa que nós precisamos.

      Quando Shakti se move em nosso interior, o Grande Feminino nos abençoa de uma maneira significativa.

      Quando Shakti se move em nosso interior, a Graça Divina está à mão."


      (Thomas Ashley-Farrand)



      http://dannyshakti.blogspot.com/

      APELO À MÃE DIVINA PELO SAGRADO PLANETA


      SAGRADO PLANETA
      Ó! Mãe Divina (3 vezes) derrama ondas de Luz Cósmica em meu Tubo de Luz eletrônica. Que a Luz Cósmica me envolva e se espalhe em minha aura e acabe por envolver a Terra.
      "EU SOU"! "EU SOU"! "EU SOU"!
      Eu te agradeço, ó! Mãe Divina, o apelo a que atendeste.(3 vezes o apelo.)


      "EU SOU" a Mãe Divina !"


      "Eu estou em vós, meus filhos. "EU SOU" a manifestação de DEUS".
      "EU SOU" a força que religa todos os seres entre si".
      "EU SOU" Amor Divino que os anima e que lhes permite viver sobre o plano físico".


      "Vós sois, portanto, todo Amor, meus filhos da Terra. Vós sois toda Sabedoria, vós sois todo Poder, porque eu sou vossa Chama Espontânea Azul, Ouro e Rosa".


      "Então, por que sois algumas vezes traspassados por ímpetos de violência?"
      "Deveis ser conscientes de minha Presença".
      "Como são infelizes os seres que não me vêem, que não me sentem neles!"


      "Como são infelizes aqueles que não crêem em mim! Eles se aguilhoam na sua discórdia e nos seus desgostos, eles não sabem consumir os maus raios que outros enviam".


      "Com o ódio respondem à maldade e desse modo constroem para si um Karma. Depois, será preciso suportá-lo, será preciso sofrer para destrui-lo, no entanto é tão simples não refazer Karma!"


      "Não deveis reagir, meus Filhos! Deixai tombar as flechas ao pé do muro de Luz que vos rodeia. Eu vos encho de Luz Cósmica Líquida que se derrama em vossa volta, em vossa aura e se espalha em torno .Pouco a pouco esta Luz há de ganhar terreno se a deixardes passar".


      "Grandes Raios Cósmicos descem neste momento sobre a África do Norte e a Cidade de Ouro, situada acima da Saara".
      "É SAINT GERMAIN que os maneja, ele era seu Rei há 78.000 anos. Ele também vo-los envia, meus Filhos, deveis senti-los; vós assististes o banquete que ele ofereceu nessa ocasião e desde então vos acompanha com sua solicitude".


      "Nós fazemos um trabalho gigantesco para a Terra desde a abertura do 7º Raio. A humanidade tem a possibilidade de retornar até o Grande Sol Central por esse raio do conhecimento e da pureza e pelos Raios 8, 9, 10, 11 e 12..É preciso primeiro que a Humanidade fique consciente do 7º Raio e consuma seu Karma.Os humanos só podem ser libertados a este preço".


      "Nada mais vos resta senão procurar merecer esta Ascensão nos Raios mediante um trabalho constante sobre vós mesmos, para consumir tudo o que ainda existe de inferior" .
      "Que nada mais permaneça em vós a não ser minha Luz Divina."
      "Eu fico sempre convosco".


      "EU SOU" a Mãe Divina".


      Ó Divina Mãe,
      Que toda a minha fala e as minhas palavras vazias sejam Mantra,
      Que toda ação de minhas mãos seja mudra,
      Que tudo o que eu comer e beber seja uma oferenda a Ti,
      Toda a vez que me deitar, que seja uma reverência diante de Ti,
      Que todos os meus prazeres sejam minha total dedicação a Ti,
      Que tudo o que eu faça sirva de adoração a Ti.


      Mãe Divina
      artwork by Claudio Gianfardoni©
      direitos reservados©
      Copyrights reserved©

      QUAL A IMPORTÂNCIA DA MÃE DIVINA?



      Na grande maioria das religiões ocidentais o Divino é adorado com um Pai e não como uma Mãe. Esse Pai celestial é geralmente retratado como um Deus ciumento, ameaçador e ríspido, um juiz severo que pune aqueles seus filhos que violam suas leis aparentemente arbitrárias. Protestantes, Cristãos e Muçulmanos baniram a Mãe Divina de suas religiões. Católicos e Cristãos Ortodoxos Gregos aceitaram o feminino como a mãe de Jesus, não como uma Deusa por si própria, apesar de que a devoção à Madonna é a força mística mais viva e forte na Cristandade.
      O Sanatana Dharma como tradição universal reconhece a importância da Mãe Divina. De acordo como o Hinduísmo, a relação mais profunda que podemos ter com Deus é a da Mãe. Nenhuma relação humana é mais íntima do que a de uma mãe e sua criança. Ela é a que melhor espelha nossa relação com Deus. A própria Índia é olhada como uma Mãe. A religião Hindu é considerada uma mãe e seus ensinamentos são seu leite.

      No mundo moderno, já que estamos reconhecendo a igualdade dos sexos, não faz mais sentido rejeitar o aspecto feminino da Divindade. A rejeição do aspecto feminino do Divino – que inclui bondade, tolerância e cuidado – é responsável por grande parte da animosidade religiosa e guerras santas que devastam a humanidade pelos últimos 2.000 anos.

      Que religião promoveu agressivamente a crença na Divina Mãe? Que foma de religião fundamentalista ou exclusivista já foi feita em nome da Deusa? Quem poderia matar pessoas em nome de um Deus chamado Mãe? Que Mãe condenaria seus próprios filhos como pecadores, não importando o quanto eles caíram em pecado? Quem poderia dizer: “Acredite na Divina Mãe ou você irá pro inferno”? O Hinduísmo, a maior religião que já honrou e ainda honra a Deusa, nunca promoveu hostilidade religiosa, e nunca criou idéias como condenação eterna.

      A mulher é a forma do Divino. Ela representa o Divino incorporado. Sua adoração requer a criação de formas apropriadas para reverenciá-la. Devemos criar imagens da Mãe Divina para permitir suas graças de cura, que são essenciais para a paz mundial. Sem reconhecer as formas da Mãe Divina, nossas religiões se desequilibram e acabam por gerar os excessos no comportamento humano que nós já conhecemos tão bem...


      Prece à Mãe Divina

      Mãe Divina,
      Mãe Terra!
      Em sua imagem eu sou feita,
      uma veia humana
      cheia com o espírito da Vida.
      Eu celebro sua Criação infinita:
      Eu viro e danço em reverência
      aos ritmos do Universo,
      musica do Cosmos,
      dando forma a sua semente
      que em mim vive e cresce
      como um filho do Amor.
      Oh Deusa de Beleza e Graça,
      Rainha da Paz!
      Que na abundânica que doa possa ser honrada,

      que não possamos causar nossa própria destruição,

      mas espalhar sua Glória

      por todos os cantos da Terra.

      Mãe, eu sou sua filha,

      de seu espírito eu me alimento.

      Com seu coração e mente, eu crio.

      A ti eu me rendo,

      A ti eu me rendo,

      na dança...

      da Vida,

      Nascimento,

      e Renascimento.



      http://aguapotavel.blogspot.com


      Recado da Mãe Divina
      Vem surgindo um novo tempo
      Traz glórias do divino
      Mais puros e atentos
      Nos tornamos canais do infinito
      Mãe Divina eu quero ser
      Um filho realizado
      E é perante o seu poder
      Que me entrego pra ser libertado
      Como um rio que corre para o mar
      Correntezas carregam o medo
      Confiança para atravessar
      A fronteira do eu derradeiro
      Não há desculpas para se escorar
      Já foi dito: a hora esta!
      O tempo é de se integrar
      Abraçando o que ainda resta
      Estou morrendo para o passado
      E nem anseio pelo futuro
      Minha coroa tem brilho dourado
      Provo o néctar do amor maduro
      Chandra Lacombe








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