terça-feira, 21 de junho de 2011

MANTRAS TAMBÉM SÃO AFIRMAÇÕES




Mantras também são afirmações: Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth

Pronúncia: Kodóich, Kodóich, Kodóich, Adonai Tsebayót
Interpretação: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus, Soberano do Universo – ou: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus das Hostes.

A vibração deste mantra continua sendo sempre o mesmo e original se usarmos a expressão da tradição judaico-cristã.

O Mantra Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth une todos os biorritmos do corpo (personalidade encarnada) com os ritmos espirituais do corpo do Eu Superior (Ajusta dor de Pensamento) de modo que todos os sistemas circulatórios operem como um batimento do coração cósmico.

O Mantra Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth deve ser feito para discernir entre as forças celestiais espirituais e as “negativas”.

A saudação activa um padrão de ressonância com o Trono do Pai que as “forças negativas” não conseguem suportar quando cumprimentadas com essa saudação.Esta saudação é tão forte que as “forças negativas” não conseguem permanecer nem por um lapso de tempo na presença de sua vibração.

O Mantra Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth cria distorções temporais-mentais-espirituais dentro do nosso corpo, que nos permitem crescer de um pequeno microcosmo ao nível próximo da Divindade.

O Mantra Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth é a chave da transformação e a vibração central coordenando todas as vibrações com o veículo espiritual do homem.

Salientando particularidades e usos deste Mantra podemos definir que: Deve ser repetido em números múltiplos de 7.

Une os níveis inferiores de vibração com os níveis mais altos da criação.

A batida do coração humano é marcada de acordo com a função do Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth.
Este Mantra permite todo o sistema circulatório operar com a batida do coração cósmico.

A energia da Luz criada por este nome sagrado permite ao corpo experimentar a energia directa dos Mestres de Luz.. Este Mantra contém escalas adicionais de ressonância de cores, emanando 80 oitavas acima e 80 oitavas abaixo do nosso planeta.

Kodoish deve ser usado para discernir as forças negativas celestiais.

Esta saudação coloca em movimento um padrão de ressonância com o trono do Pai, ressonância esta, que as “forças negativas” não podem utilizar quando são por ela cumprimentadas.

De fato, esta saudação é tão forte que as “forças negativas” não conseguem permanecer, nem por um breve período de tempo, na presença dessa vibração.

Quando nós sentimos pressão e medo de origem desconhecida, é razoável admitir que esta pressão esteja sendo causada pela “hierarquia negativa”.

Para que as energias opressivas sejam levantadas e afastadas simplesmente cante ou diga repetidamente, o “Código Sagrado”.

Este Mantra Sagrado activa redes especiais de sintonização de ressonância com a Irmandade da Luz e permite que a energia se junte para trabalho e culto mútuo.

A estrutura do código de Amor e Luz deste Mantra Sagrado está focalizado no 3o. Olho – a semente de cristal, e lhe permite elevar esta semente de cristal ao Conselho de Luz no Firmamento de Orión.

O poder da Trindade do Kodoish, Kodoish, Kodoish, Adonai Tsebayoth pode criar um hiper-vórtice ou um pilar de energia divina pelo qual o hiper espaço-tempo pode ser atravessado por este corpo físico, nos colocando em ressonância com outros níveis de inteligência divina.

Esta fórmula também pode ser utilizada para invocar a Proteção Divina, uma vez que esta expressão sagrada é uma conexão entre todas as hierarquias, como uma Saudação da Irmandade com o Pai em comum.

Ele cria um pilar de energia de protecção que pode ser usado em situações práticas para resolver problemas, curar e elevar a consciência e o que for preciso para projectar energia para fazer o trabalho do Reino.

Quando nós cantamos e visualizamos a trindade do Kodoish, Kodoish, Kodoish, Adonai Tsebayoth, acima do nosso 3o.Olho, junta-se a nós um coro das Alturas conforme Seres Integrais de Luz nos mostram suas aparências.

Conforme nós continuamos a usar esta saudação, nós somos cumprimentados pela Irmandade e Anfitriões do ofício de Shekinah (Espírito Santo), do Cristo e do Pai Divino.

Kodoish, Kodoish, Kodoish, Adonai Tsebayoth pode ser recitado antes de dormir e assim que acordamos.

Arcanjo Metatron diz sobre o mantra:

Filhos queridos,
Ao pronunciardes este mantra, frequências densas são elevadas muitas oitavas acima. Toda vez que ocorre a verbalização desse mantra, essências de Luz que estão muito distantes de vós, ouvem.


Portanto, queridos, se desejais limpar vossos lares e /ou ambientes que se encontram negativos sejam quais forem as negatividades, utilizeis esse sagrado mantra.

Esse mantra é imemorial. Todos os povos antigos e sagrados o conhecem. Nós o trouxemos às vossas mentes e o ancoramos em vossos planos, como quem ancora directamente o Fogo Divino e presenteia às Essências Divinas aqui viventes com essa via de protecção.


Assim entende-se a necessidade de verbalização definitiva e determinada que consagre e eleve este mantra para que ele ecoe em todas as partículas que compõe o ar e possa então transmutar cada uma dessas partículas, inclusive as de vossos corpos físicos.

Esse mantra pode auxiliar-vos a transmutar o vosso material genético, e neste aspecto temos muitos seres que estarão aqui para vos auxiliar, basta apenas entoa-lo.

EU SOU Metatron.

Amor e Luz, Fiquem bem!

Fontes de Pesquisa: recriacao.blogspot.com / As Chaves de Enoch
http://filosofia-esoterica.blogspot.com/

sexta-feira, 3 de junho de 2011

COMO OS GATOS DEMONSTRAM CARINHO


Felinos nor­mal­mente usam téc­ni­cas muito sutis para demons­trar afei­ção; estes sinais podem pas­sar des­per­ce­bi­dos por um pro­pri­e­tá­rio inex­pe­ri­ente. Aqui estão os sinais mais comuns:

PISCAR: Normalmente os gatos enca­ram estra­nhos e adver­sá­rios em poten­cial (sejam feli­nos, huma­nos, ou outro ‘ini­migo’ qual­quer) com um olhar fixo, sem pis­car. No mundo dos gatos, o maior gesto de con­fi­ança e acei­ta­ção é um deles pis­car seus olhos na com­pa­nhia de outro. Um felino que recebe seu dono com pis­ca­das lon­gas e des­pre­o­cu­pa­das ou olhos lan­gui­da­mente semi-cerrados está demons­trando uma pro­funda confiança.

No mundo sel­va­gem, o milé­simo de segundo que dura uma pis­cada o deixa vul­ne­rá­vel a um ata­que de surpresa.

CUIDADOS: O fato de seu gato per­mi­tir que você o arrume e escove demons­tra um alto nível de con­fi­ança e acei­ta­ção. Gatos não domes­ti­ca­dos lam­bem um ao outro como um gesto para ali­viar o stress e cons­truir rela­ci­o­na­men­tos. Algumas vezes um gato par­ti­cu­lar­mente demons­tra­tivo pode lam­ber seu humano.

Nada como um ‘pee­ling’ no nariz, feito com uma lín­gua áspera :-)

ESFREGAR A CABEÇA: O ros­ti­nho dos gatos con­tém glân­du­las que libe­ram um odor usado para mar­car ter­ri­tó­rio. Quando um gato esfrega o rosto deter­mi­na­da­mente no seu humano, está demons­trando afei­ção e tam­bém “mar­cando” aquela pes­soa como sua pro­pri­e­dade exclusiva.

“Tudo nessa casa é MEU!!! huahuahua!!!”

AMASSAR PÃOZINHO: Pressionar rit­mi­ca­mente as patas da frente no seu humano recria o “passo do leite” que os gati­nhos usam quando estão mamando, para esti­mu­lar o fluxo de leite na mamãe gato.

Alguns gatos entram em tal transe felino quando amas­sam pão­zi­nho que che­gam a babar! Com cer­teza estão de volta à infân­cia, mamando em suas mães.

MOSTRAR O “BALIGO”: De vez em quando um felino pode virar e mos­trar seu ‘baligo’ a você. Expor a bar­riga dessa maneira é o mais pro­fundo gesto de con­fi­ança que um felino pode ofe­re­cer. Lembre-se, no entanto, que isso não sig­ni­fica neces­sa­ri­a­mente um con­vite para fazer cari­nho nela. Na ver­dade, o cari­nho pode fazer com que o gato rapi­da­mente se colo­que em modo defensivo.

Isso acon­tece por­que a bar­riga é um dos pon­tos mais vul­ne­rá­veis do gato em uma briga, e o seu ins­tinto grita para que ele a pro­teja, ape­sar de gos­tar de rece­ber cari­nhos nela. É por isso que às vezes ele aceita o cari­nho por um tempo e de repente começa a dar chu­ti­nhos e mor­der, que­rendo sair dessa posi­ção tão vul­ne­rá­vel – é o ins­tinto falando mais alto. Respeite, e poupe-se de levar alguns arranhões :-)


 http://vgitanabastet.blogspot.com/

BUSHIDO CÓDIGO DE HONRA DO GUERREIRO

BUSHIDO
Código
de Honra do Guerreiro

Não
tenho pais, faço do céu e da terra os meus pais;

Não tenho lar, faço do meu corpo o meu lar;

Não tenho poder divino, faço da honestidade meu poder;

Não tenho meios, faço da docilidade meus meios;

Não tenho poder mágico, faço da personalidade minha magia;

Não tenho vida nem morte, faço do tempo a minha vida e minha morte;

Não tenho corpo, faço da fortaleça meu corpo;

Não tenho olhos, faço do relâmpago meus olhos;

Não tenho ouvidos, faço da sensibilidade meus ouvidos;

Não tenho membros, faço da prontidão meus membros;

Não tenho leis, faço da autoproteção minha lei;

Não tenho estratégias, faço da liberdade de matar e ressuscitar minha
estratégia;

Não tenho forma, faço da astúcia minha forma;

Não tenho milagres, faço da justiça meus milagres;

Não tenho princípios, faço da adaptabilidade meus princípios;

Não tenho táticas, faço da rapidez a minha tática;

Não tenho amigos, faço da minha mente meu amigo;

Não tenho inimigos, faço da imprudência meu inimigo;

Não tenho armadura, faço da benevolência e da retidão minha armadura;

Não tenho castelo, faço da mente indomável meu castelo;

Não tenho espada, faço do sonho da minha mente minha espada.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

LENDA CIGANA


"Certa vez, uma moça cigana, observou que todas as pessoas, quando comiam ovos, costumavam quebrar as cascas, e perguntou o motivo deste comportamento e recebeu a seguinte resposta:
- Você deve quebrar a casca em pedacinhos por temor de que as feiticeiras façam com ela um barco, minha querida. Por sobre os mares distantes de casa, tarde da noite, as bruxas rondam.
- Então - disse a moça - não vejo porque as pobres feiticeiras não possam ter seus barcos como todas as outras pessoas.
E, dizendo isso, atirou a casca do ovo que comia bem longe, enquanto gritava: "Chovihani, law tro bero! ("Feiticeira, tome seu bote!") E qual não foi sua surpresa quando viu a casca sendo como que arrebatada pelo vento, indo para bem longe, até tornar-se invisível, enquanto uma voz gritava: "Paraka!" ("Obrigada!")
Algum tempo depois, a cigana estava numa ilha onde permaneceram alguns dias. Quando quis voltar, percebeu que a maré subira, arrastando seu barco para longe. A água continuou a subir, subir, até que ficou fora da água apenas uma pontinha da ilha, exatamente onde a moça se encontrava, e ela pensou que iria morrer. Nesse mesmo instante, viu que um barquinho branco vinha em sua direção; sentada dentro dele estava uma mulher com olhos de feiticeira; remava com uma vassoura e um gato preto estava sentado em seu ombro.
- Pule para dentro! - gritou para a cigana, levando-a de volta para terra firme.
Quando já estava na praia, a mulher disse: - Dê três voltas completas para a direita e, cada vez que completar uma delas, olhe para o barco.
Ela obedeceu, fazendo exatamente o que a mulher mandara e, cada vez que olhava para o barco, ele ficava cada vez menor, até ficar do tamanho de um ovo.
Nesse instante, a mulher cantou: - Esta é a casca que você mandou pra mim. Até mesmo uma feiticeira sabe ser grata.
Quando terminou de falar, ela desapareceu no ar junto com o gato, a vassoura e tudo mais.
E assim termina a história...







Retirado da revista Magia Cigana - Editora Eclipse

http://ongfraterna.blogspot.com

A ARTE DE CALAR




 A ARTE DE CALAR
"O silêncio é um momento vivificante de graça, em que a criatura se cala, mas o espírito fala"
Calar sobre sua própria pessoa, é humildade.
Calar sobre os defeitos dos outros, é caridade.
Calar quando a gente está sofrendo, é heroísmo.
Calar diante do sofrimento alheio, é covardia.
Calar diante da injustiça, é fraqueza.
Calar quando o outro está falando, é delicadeza.
Calar quando o outro espera um palavra, é omissão.
Calar e não falar palavras inúteis, é penitência.
Calar quando não há necessidade de falar, é prudência.
Calar quando DEUS nos fala no coração, é silêncio.
Calar, diante do mistério que não entendemos, é sabedoria.

Arrependo-me muitas vezes de ter falado, nunca de me ter calado. Seja dono de sua boca para não ser escravo de suas palavras. Cuide da palavra. É da essência da palavra, tornar-se realidade. Palavras como: "péssimo", "infeliz", "desgraçado"..., podem voltar-se contra você e infelicitar a sua vida.
Repetidas, mais fortes ainda tornam-se os seus efeitos. Tenha cuidado. Fale somente o que é bom. Quando não puder falar o que é bom, cale-se. Ter a fala disciplinada é conquistar segurança e grandeza de espírito.
Aprenda a falar com Jesus em seu coração, e em sua mente ele se manifestará.
Sabedoria dos Mestres - Autor desconhecido

"MAL" É O NOME QUE SE DÁ À SEMENTE DO "BEM".


No Ocidente, temos uma visão muito distorcida a respeito do karma.
Pudera!
Esse conceito não é nosso, originalmente.
Com toda aquela carga de culpa e pecado que cerca a cultura cristã,
é compreensível que intepretemos o karma como algo forçosamente ruim,
algo que temos de pagar com sofrimento.


O marido faz algo desagradável e a mulher retruca contrariada:
"Você é o meu karma!".
Mas se numa outra ocasião o esposo traz flores,
ela não diz, exultante: "Você é mesmo o meu karma!".


Isso porque, para o ocidental,
karma está necessariamente associado a algo negativo.
Mas, na realidade, não é assim.


Não existe karma bom ou karma ruim,
assim como não existe fogo bom ou fogo mau.
Nós assim os classificamos conforme suas conseqüências imediatas

sejam convenientes para nós ou não o sejam.


Diversas vezes aquilo que chamamos de karma ruim
é algo que está criando as bases de algo muito bom no futuro.
É como alguém que passe fome ou seja muito perseguido e,
na hora, considere isso um mau karma.


No entanto, com o passar do tempo essas desditas geram

uma têmpera mais forte, que virá a ser bem útil, por um tempo bastante maior.




Outro exemplo: Fulano chegou tarde e perdeu o avião.
Ficou revoltado com a própria falta de sorte e blasfemou:
"Maldito karma, esse meu.
Perdi o vôo."
Em seguida, o avião explode diante do seu olhar atônito,
e ele só consegue balbuciar: "Bendito karma. Perdi o vôo e estou vivo".


Afinal, o karma que o teria feito perder a aeronave,

seria bom ou ruim?
Depende da ótica.


Na maior parte das vezes, não vemos o avião explodir,
por isso continuamos a supor que o karma tenha sido mau.


Entendeu?


No fundo, no fundo tudo contribui para o nosso bem....


Não lamente!! 


E não se esqueça de que tudo passa!






(Extraído do livro Karma e Dharma, transforme sua vida, do Mestre DeRose)

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