sexta-feira, 20 de maio de 2011

CÓDIGO DE ÉTICA DOS INDIOS AMERICANOS




1. "Levante com o Sol para orar. Ore sozinho. Ore com freqüência.O Grande Espírito o escutará se você, ao menos, falar.



2.
Seja tolerante com aqueles que estão perdidos no caminho. A ignorância,
o convencimento, a raiva, o ciúme e a avareza, originam-se de uma alma
perdida.Ore para que eles encontrem o caminho do Grande Espírito.




3.
Procure conhecer-se, por si próprio. Não permita que outros façam seu
caminho por você. É sua estrada, e somente sua. Outros podem andar ao
seu lado, mas ninguém pode andar por você.




4. Trate os convidados
em seu lar com muita consideração. Sirva-os o melhor alimento, a melhor
cama e trate-os com respeito e honra.




5. Não tome o que não é
seu. Seja de uma pessoa, da comunidade, da natureza, ou da cultura. Se
não foi ganhado nem foi dado, não é seu.




6. Respeite todas as coisas que foram colocadas sobre a Terra. Sejam elas pessoas, plantas ou animais.



7.
Respeite os pensamentos, desejos e palavras das pessoas. Nunca
interrompa os outros nem ridicularize, nem rudemente os imite. Permita a
cada pessoa o direito da expressão pessoal.




8. Nunca fale dos
outros de uma maneira má. A energia negativa que você colocar para fora
no universo, voltará multiplicada a você.




9. Todas as pessoas cometem erros. E todos os erros podem ser perdoados.



10. Pensamentos maus causam doenças da mente, do corpo e do espírito. Pratique o otimismo.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

PROTOCOLO A PRATICAR - Saudação de Òrion


Protocolo citado na mensagem:
"VELGAN - Anúncio Importante"

Transmitido pelo Arcanjo Jofiel em 18 de agosto de 2008, esses gestos constituem um sinal de reconhecimento.


Como o precisou ORIONIS: « a saudação dos 24 Anciões, chamada Saudação de Orion, lhes permitirá, nesta Assembléia, como em toda Assembléia, reconhecerem-se e reconectarem-se uns aos outros.

Essa saudação não é fisiologicamente realizável senão pelos seres pertencentes à Luz Autêntica ».


É utilizada para saudar, e não como ritual de proteção,

1. Estenda o braço esquerdo diante de si, a mão formando um ângulo reto com o braço.


2. Coloque esta mão sobre o Coração.



3
. Estenda o braço direito diante de si, a mão formando um ângulo reto com o braço.



4. Coloque a mão direita sobre o Coração, acima da outra mão.



As canalizações seguintes desenvolvem esse assunto:
• JOPHIEL (18 de agosto de 2008)
• O.M. AÏVANHOV (6 de junho de 2009)
• ORIONIS (4 de agosto de 2009)
• MIKAËL (3 - 17 de outubro de 2009)
• VELGAN (21 de abril de 2010)

(publicada em 29-4-10 pelo site Autres Dimensions)

Compartilhamos essas informações em toda transparência.
Agradecemos de fazer o mesmo, se a divulgarem, reproduzindo integralmente o texto e citando a fonte: www.autresdimensions.com

Versão do francês: Célia G. –

Links para esta postagem


quarta-feira, 18 de maio de 2011

ESPIRITUALIDADE E CONSCIÊNCIA


Espiritualidade é um estado de consciência.
É o que se leva dentro do coração.
É o discernimento em ação! É o amor em profusão.

É a luz nas idéias e equilibrio na senda.
É a valorização da vida e de todos os aprendizados.
É sentir a vida que pulsa em todas as coisas.

É respeitar a si mesmo, p/ respeitar o próximo e a natureza.
É ter plena noção de que nada acaba na morte do corpo,
pois a alma segue além, algures, na eternidade...
É ser um presente, para si mesmo,
para os outros e para a própria vida.

Espiritualidade é brilho nos olhos e luz nas mãos.
É janela espiritual que se abre, dentro de si mesmo,
para ver a luz que se esta em tudo!
Espiritualidade é essa maravilha:
o encontro consigo mesmo, em paz.

É quando o seu 'chacra' do coração se abre igual a uma rosa,
e voce se sente possuído por um amor que não é condicionado a coisa alguma, mas que ama tudo.
É quando vc nem sabe explicar porque ama; só sabe que ama.




(Desconheço a autoria)

terça-feira, 17 de maio de 2011

FESTIVAL DE WESAK - 17 DE MAIO DE 2011

 
FESTIVAL DE WESAK - 17 DE MAIO DE 2011 
 PLENILUNIO: 8:10HS
(Horario de Brasilia)
 

" O Festival de Wesak representa uma tradição multimilenar do Oriente, onde todos os anos, na lua cheia de maio, é celebrada no Nepal e em alguns lugares da Índia e Ceilão. Na grande hora da lua cheia, Maitreya _o Buda da Compaixão_ derrama suas bençãos sobre o mundo. Estas bençãos são maravilhosamente excepcionais porque devido a sua alta categoria nos planos espirituais, nosso senhor Buda tem amplo acesso aos planos da natureza que estão muito longe do nosso alcance. Portanto, ele pode transmutar e transferir ao nosso mundo, a divina energia dos mundos superiores. Sem o auxílio do Buda, jamais estas energias poderiam chegar até nós.
As vibrações do nosso bem-amado Buda são tão formidáveis e tão incrivelmemte rápidas, que seria-nos impossíveis percebê-las. Mas no plenilúnio de maio, suas bençãos se difundem pelo mundo inteiro levando harmonia e paz inefável a todos os que estão preparados para receber os divinos dons. No mês de maio festejamos os acontecimentos mais importantes da vida de Buda, o Iluminado. Contudo, a aparição que surge nesta festa não é a de Sidarta Gautama, o Buda, mas sim de uma de suas emanações divinas conhecida como Buda Maitrea, ou Buda do Futuro.
Nem todos podem ver a divina aparição da sombra do Buda, somente aqueles que estão preparados espiritualmente e têm aberta a sua terceira visão (visão espiritual). Conta que nesse dia sagrado, muita gente vaga inutilmente de um lado para outro nas montanhas, sem encontrar o lugar onde é celebrada a Festa da Lua Cheia. É como se o "véu de Maya" a grande ilusão, ocultasse este lugar dos olhos curiosos."

.... Uma pequena orquestra composta de flautas e gongos começou a tocar uma música muito suave. Cerca de uma hora antes do plenilúnio, uma nuvem condensou-se aos poucos até formar a figura de um homem jovem ainda, de pele morena, traços finos e olhar brilhante. Vestia uma túnica branca flutuante e envolvendo sua cabeça, um turbante de seda azul claro. Era a forma fluídica do Mestre Ascencionado El Morya.
Ao lado dele, vimos materializarem-se mais cinco seres que conversavam naturalmente com todos no idioma tibetano, entendíamos suas palavras como se fossem ditas em nossa própria língua. Dentro de pouco tempo materializou-se toda a grande assembléia dos Mestres da Fraternidade Branca. Acima do altar, vimos formar-se um grande sol luminoso, como se refletisse a luz de milhares de sóis. Deste sol sairam sete raios dourados que se irradiaram sobre todos nós e logo se fundiram numa brilhante forma imprecisa. Pouco a pouco a aparição foi se definindo, até que vimos a figura do Buda Maitreya .
O Ser Excelso que flutuava acima do altar aparecia sentado, com as pernas cruzadas na postura do lótus, vestido com uma túnica amarelo-dourada. A mão direita apontava para o céu e a esquerda para a terra. Seu belo rosto cor de marfim, refletia uma beleza extraterrena e uma grande serenidade. Os olhos eram intensamente azuis, de um lindo azul-violeta, os cabelos escuros lisos e brilhantes caindo-lhe sobre os ombros.
Súbito, uma chuva de pétalas de flores caiu sobre todos nós e um perfume maravilhoso espalhou-se pelo ar. Logo a aparição de Buda esboçou um gesto de benção e aos poucos foi desaparecendo até sumir completamente. À medida que o Buda Maitreya _ representação máxima da força crística _ desaparecia, foram desaparecendo também as formas materializadas dos Mestres da Fraternidade Branca."
(Mistérios e magias do Tibete _ Chiang Sing) 

http://comunidadeponteparaaliberdade.blogspot.com

sexta-feira, 13 de maio de 2011

HOMENAGEM AO 13 DE MAIO - ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA


Liberdade, Liberdade! Abre As Asas Sobre NÓs! 
 
Dudu Nobre

Liberdade!, Liberdade!
Abre as asas sobre nós
E que a voz da igualdade
Seja sempre a nossa voz, mas eu digo que vem
Vem, vem reviver comigo amor
O centenário em poesia
Nesta pátria mãe querida
O império decadente, muito rico incoerente
Era fidalguia e por isso que surgem
Surgem os tamborins, vem emoção
A bateria vem, no pique da canção
E a nobreza enfeita o luxo do salão, vem viver
Vem viver o sonho que sonhei
Ao longe faz-se ouvir
Tem verde e branco por aí
Brilhando na Sapucaí e da guerra
Da guerra nunca mais
Esqueceremos do patrono, o duque imortal
A imigração floriu, de cultura o Brasil
A música encanta, e o povo canta assim e da princesa
Pra Isabel a heroína, que assinou a lei divina
Negro dançou, comemorou, o fim da sina
Na noite quinze e reluzente
Com a bravura, finalmente
O Marechal que proclamou foi presidente
Liberdade!, Liberdade!
Abre as asas sobre nós
E que a voz da igualdade
Seja sempre a nossa voz,
Liberdade!, Liberdade!
Abre as asas sobre nós
E que a voz da igualdade


POEMA COROA DE PRETO VELHO



Coroa de Preto-Velho

A fumaça que sai do meu cachimbo,
forma nuvens quando encontra o céu,
e das lágrimas que me caem do rosto,
nascem rios que correm sem gosto,
formando na terra o mais belo ilhéu.

Sou preto, sou velho, fui escravo,
fui por Deus coroado.

Hoje espalho no mundo mensagens de fé,
trazendo esperança com minha humildade,
deixando sementes de caridade,
secando a mentira e regando a verdade.
Trago comigo arruda e guiné,
caminho descalço em cima de espinho,
quebro mironga e curo doença,
habito cabana ao pé de cruzeiro,
trabalho aqui e no mundo inteiro.

Sou preto, sou velho, fui escravo,
venho por Deus ordenado.

Almada, 31 de Janeiro de 2009 © Paulo lourenço “Ramiro de kali”
 http://poesia-de-ramiro-de-kali.blogspot.com/2009/03/poema-coroa-de-preto-velho.html

CONVERSA DE PRETO VELHO


À noite, quando a maioria das pessoas estão dormindo, diversas falanges espirituais se desdobram em trabalhos socorristas de assistência à humanidade encarnada. Devido ao sono, a queda natural do metabolismo e das ondas cerebrais, o corpo espiritual desprende-se naturalmente do corpo físico.
Aproveitando-se desse fato natural e inerente a todo ser humano muitos amigos espirituais trabalham nessa hora da noite retirando essas pessoas do seu corpo físico, dando um toque sensato a elas diretamente em espírito, ou, simplesmente, trabalhando as energias do assistido com mais liberdade a partir do plano espiritual da vida.
Um dia desses, durante um trabalho de assistência, estava conversando com umPreto Velho, que responde nas lidas deUmbanda, pelo nome de pai José da Guiné. Segue o diálogo:
— Pai José, esse trabalho de assistência na madrugada é enorme, não? O médium umbandista muitas vezes nem imagina o tamanho dele, não é mesmo?
— É sim fio. trabalho grande, toda noite. Mas são poucos que lembram da espiritualidade dia-dia e mantém sintonia elevada antes de dormir. Isso acaba por barrar as possibilidades de trabalhoem conjunto conosco, você sabe disso. A maioria dos médiuns por aí pensam que o único dia detrabalho espiritual é o dia de trabalho no terreiro. É uma pena.
— É verdade, as pessoas tendem a se preparar muito para o dia de trabalho no terreiro, mas esquecem dos outros dias.
_ Preparar? Muitas vezes eles nem se preparam fio. A maioria chega lá cheia de problemas e preocupações na cabeça. Dá um trabalhão danado acoplar na aura toda encardida de pensamentos e sentimentos estranhos deles. E nego num tá falando que preparação é tomar um banho de erva antes do trabalho, não…
— Ué, mas o banho de erva é importante, não é pai?
— É, claro que é. Mas num é tudo. Antes do banho de erva, seria melhor um banho de bom-humor, com folhas de tranqüilidade e flores de simplicidade, hehehe… Isso sim ajudaria. Num adianta colocar roupa branca, defumar, tomar banho, se o coração tá sujo, se a boca maldiz, se o rosto está sem alegria e o espírito apagado. Limpeza interna fio, antes de limpeza externa…
— Tá certo…
— Tá certo, mas você muitas vezes num faz isso né? Hehehe… Tudo bem, todo mundo tem lá seus dias ruins, o problema é quando isso se torna constante. Fio, a Umbanda é muito rica em rituais, em expressões exteriores de alegria e culto a divindade. Mas isso deve ser utilizado sempre como uma forma de exteriorizar o que de melhor trazemos dentro de nós. Não uma fuga do que carregamos aqui dentro. Volta seus olhos pra dentro e lá presta culto aos Orixás. Só depois disso, canta e dança…
— Quando estiver participando de um trabalho, esteja por inteiro, em corpo físico, coração e mente. Não faça das reuniões espirituais um encontro social. Antes de começar os trabalhos, medita, ora, entra em sintonia com o trabalho que já está acontecendo. Durante os cantos, busca a sintonia com os Orixás.
Nesse momento, você e Eles não estão separados pela ilusão da matéria. Tão juntos. Em espírito e verdade…
— Acompanha as batidas do atabaque e faz elas vibrarem em todo seu ser. Defuma seu corpo, mas defuma também sua alma, queimando naquela brasa seu ego, sua vaidade, seu individualismo, que lhe cega os sentidos.
— Trabalha, aprende, louva, cresce meu fio. Mas o mais importante: Leva isso pra fora do terreiro! Lá dentro, todo mundo é filho de pemba, todo mundo tá de branco, todo mundo ama os Orixás…
— Mas aqui fora, logo na primeira dificuldade, duvidam e esquecem dos ensinamentos lá recebidos. Aqui fora, num tem caridade, fraternidade, Orixá, espiritualidade. Mas a Lei deUmbanda não é pra ficar contida no terreiro. A Lei de Umbanda é pra estar presente em cada ato nosso. Em cada palavra, em cada expressão de nosso ser…
— Percebe fio? Você é médium o tempo todo, não só no dia de trabalho, mas todo dia. Você é médium até quando tá dormindo…hehehe
Pai José fez uma pausa e eu fiquei a pensar a respeito da responsabilidade do trabalhomediúnico. De quantos médiuns por aí nem tinham idéia do trabalho espiritual que as muitas correntes de Umbanda desenvolvem. De como, a vivência de terreiro, demandava uma mudança interior, uma postura diferente em relação à vida. Enquanto pensava a respeito, pai José disse:
— É por aí mesmo fio. A partir do momento que a pessoa internaliza os valores espirituais, um novo mundo, cheio de novas perspectivas surge. Novas idéias, novos ideais. Uma forma diferente de encarar a vida. Esse é o resultado do trabalho. A caridade não é mais uma obrigação, mas torna-se natural e inerente ao próprio ser, assim como a respiração. A sintonia acontece esteja onde ele estiver, carregando consigo a Lei da Sagrada Umbanda em seu coração…
— Lembre-se: Aruanda não é um lugar! Aruanda é um estado de espírito… Você a carrega para onde for. Isso é trabalho. Isso é sacerdócio. Isso é viver buscando a espiritualização…
— Por isso, meu fio, faz de cada trabalho espiritual que você participar um passo em direção a esse caminho. Um passo em direção a unidade com o Orixá. Cada reunião, um passo… Sempre!
Notas do médium: Pai José de Guiné é um espírito que há muito tempo eu conheço, trabalhador incansável nas lidas da cura espiritual. Apresenta-se como um negro, com cerca de 50 anos, sempre com seu chapéu de palha a cobrir-lhe a cabeça e seu olhar firme e determinado. Tem um jeito muito direto e reto de falar as coisas sempre nos alertando a respeito de posturas incompatíveis com o trabalho espiritual. É um espírito muito bondoso com quem já aprendi muitas coisas.
Fica aí o toque dele, que muito me serviu, a respeito de levar o terreiro para o nosso dia-dia.
Fernando Sepe
Retirado do Blog Orun Ananda

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