quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

20 DE JANEIRO DIA DE SÃO SEBASTIÃO


São Sebastião (França, 256 d.C. — 286 d.C.) originário de Narbonne e cidadão de Milão, foi um mártir e santo cristão, morto durante a perseguição levada a cabo pelo imperador romano Diocleciano. O seu nome deriva do grego sebastós, que significa divino, venerável (que seguia a beatitude da cidade suprema e da glória altíssima).

História

De acordo com Actos apócrifos, atribuídos a Santo Ambrósio de Milão, Sebastião era um soldado que teria se alistado no exército romano por volta de 283 d.C. com a única intenção de afirmar o coração dos cristãos, enfraquecido diante das torturas. Era querido dos imperadores Diocleciano e Maximiliano, que o queriam sempre próximo, ignorando tratar-se de um cristão e, por isso, o designaram capitão da sua guarda pessoal - a Guarda Pretoriana. Por volta de 286, a sua conduta branda para com os prisioneiros cristãos levou o imperador a julgá-lo sumariamente como traidor, tendo ordenado a sua execução por meio de flechas (que se tornaram símbolo constante na sua iconografia). Foi dado como morto e atirado no rio, porém, Sebastião não havia falecido. Encontrado e socorrido por Irene (Santa Irene), apresentou-se novamente diante de Diocleciano, que ordenou então que ele fosse espancado até a morte. Seu corpo foi jogado no esgoto público de Roma. Luciana (Santa Luciana, cujo dia é comemorado em 30 de Junho) resgatou seu corpo, limpou-o, e sepultou-o nas catacumbas.
Existem inconsistências no relato da vida de São Sebastião: Historicamente o edito que autorizava a perseguição sistemática dos cristãos pelo Império foi publicado apenas em 303 (depois da Era Comum), pelo que a data tradicional do martírio de São Sebastião parece um pouco precoce. O simbolismo na História, como no caso de Jonas, Noé e também de São Sebastião, é vista, pelas lideranças cristãs atuais, como alegoria, mito, fragmento de estórias, uma construção histórica que atravessou séculos.
O bárbaro método de execução de São Sebastião fez dele um tema recorrente na arte medieval - surgindo geralmente representado como um jovem amarrado a uma estaca e perfurado por várias setas (flechas); de resto, três setas, uma em pala e duas em aspa, atadas por um fio, constituem o seu símbolo heráldico.
Tal como São Jorge, Sebastião foi um dos soldados romanos mártires e santos, cujo culto nasceu no século IV e que atingiu o seu auge na Baixa Idade Média, designadamente nos séculos XIV e XV, tanto na Igreja Católica como na Igreja Ortodoxa. Embora os seus martírios possam provocar algum ceticismo junto dos estudiosos atuais, certos detalhes são consistentes com atitudes de mártires cristãos seus contemporâneos.

São Sebastião no folclore, na literatura e no cinema

São Sebastião foi o ícone de várias expressões artísticas. A Pintura há muito o nomeou como modelo de pintores da Renascença.
Na literatura, São Sebastião teve sua trajetória contada no livro "Perseguidores e Mártires" , do escritor italiano Tito Casini. Ainda na literatura, foi um dos personagens centrais do romance "Fabíola" (também intitulado "A Igreja das Catacumbas"), escrito em 1854 pelo Cardeal Nicholas Wiseman.
A Obra de Wiseman foi levado para as telas de cinema em 1949, num filme francês homônimo dirigido por Alessandro Blasetti, e estrelado por Michèle Morgan, e com o ator italiano Massimo Girotti no papel de São Sebastião. Um Remake cinematográfico do romance de Wiseman foi realizada em 1961, na Itália, com o título "La Rivolta degli Schiavi ("A Revolta dos Escravos ), dirigido por Nunzio Malasomma, e protagonizada pela estrela norte-americana Rhonda Fleming, tendo o romano Ettore Manni como o santo mártir.

WIKIPÉDIA

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

HACHIKO


Hachikō (ハチ公), conhecido em japonês como chūken Hachikō (忠犬ハチ公, "cão fiel Hachikō" em tradução livre), foi um cão da raça Akita nascido em 10 de Novembro de 1923 na cidade de Ōdate, na Prefeitura de Akita. É lembrado por sua lealdade a seu dono, que perdurou mesmo após a morte deste.

Vida

Em 1924 Hachikō foi trazido a Tóquio pelo seu dono, Hidesaburō Ueno, um professor do departamento de agricultura da Universidade de Tóquio. O professor Ueno, que sempre foi um amante de cães, nomeou-o Hachi (Hachikō é o diminutivo de Hachi) e o encheu de amor e carinho. Hachikō acompanhava Ueno desde a porta de casa até a não distante estação de trens de Shibuya, retornando para encontrá-lo ao final do dia. A visão dos dois, que chegavam na estação de manhã e voltavam para casa juntos na noite, impressionava profundamente todos os transeuntes. A rotina continuou até maio do ano seguinte, quando numa tarde o professor não retornou em seu usual trem, como de costume. A vida feliz de Hachikō como o animal de estimação do professor Ueno foi interrompida apenas um ano e quatro meses depois. Ueno sofrera um AVC na universidade naquele dia, nunca mais retornando à estação onde sempre o esperara Hachikō.
Em 21 de Maio de 1925, o professor Ueno sofreu um derrame súbito durante uma reunião do corpo docente e morreu. A história diz que na noite do velório, Hachikō, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Outro relato diz como, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachikō pulou dentro do caixão e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.
Depois que seu dono morreu, Hachikō foi enviado para viver com parentes do professor Ueno, que morava em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, e quando um ano se passou e ele ainda não tinha se acostumado à sua nova casa, ele foi dado ao ex-jardineiro do Professor Ueno, que conhecia Hachi desde que ele era um filhote. Mas Hachikō fugiu daquela casa várias vezes também. Ao perceber que seu antigo mestre já não morava na casa em Shibuya, Hachikō ia todos os dias à estação de Shibuya, da mesma forma como ele sempre fazia, e esperou que ele voltasse para casa. Todo dia ele ia e procurava a figura do professor Ueno entre os passageiros, saindo somente quando as dores da fome o obrigavam. E ele fez isso dia após dia, ano após ano, em meio aos apressados passageiros. Hachikō esperava pelo retorno de seu dono e amigo.
A figura permanente do cão à espera de seu dono atraiu a atenção de alguns transeuntes. Muitos deles, frequentadores da estação de Shibuya, já haviam visto Hachikō e o professor Ueno indo e vindo diariamente no passado. Percebendo que o cão esperava em vão a volta de seu mestre, ficaram tocados e passaram então a trazer petiscos e comida para alivar sua vigília.
Por 10 anos contínuos Hachikō aparecia ao final da tarde, precisamente no momento de desembarque do trem na estação, na esperança de reencontrar-se com seu dono.
Hachikō finalmente começou a ser percebido pelas pessoas na estação de Shibuya. Naquele mesmo ano, um dos fiéis alunos de Ueno viu o cachorro na estação e o seguiu até a residência dos Kobayashi, onde conheceu a história da vida de Hachikō. Coincidentemente o aluno era um pesquisador da raça Akita, e logo após seu encontro com Hachikō, publicou um censo de Akitas no Japão. Na época haviam apenas 30 Akitas puro-sangue restantes no país, incluindo Hachikō da estação de Shibuya. O antigo aluno do Professor Ueno retornou frequentemente para visitar o cachorro e durante muitos anos publicou diversos artigos sobre a marcante lealdade de Hachikō.
Sua história foi enviada para o Asahi Shinbun, um dos principais jornais do país, que foi publicada em setembro de 1932. O escritor tinha interesse em Hachikō, e prontamente enviou fotografias e detalhes sobre ele para uma revista especializada em cães japoneses. Uma foto de Hachikō tinha também aparecido em uma enciclopédia sobre cães, publicada no exterior. No entanto, quando um grande jornal nacional assumiu a história de Hachikō, todo o povo japonês soube sobre ele e se tornou uma espécie de celebridade, uma sensação nacional. Sua devoção à memória de seu mestre impressionou o povo japonês e se tornou modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachikō como exemplo para educar crianças.
Estátua de Hachikō em Shibuya
Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze de Hachikō, esculpida pelo renomado escultor Tern Ando, foi erguida em frente ao portão de bilheteria da estação de Shibuya, com um poema gravado em um cartaz intitulado "Linhas para um cão leal". A cerimônia de inauguração foi uma grande ocasião, com a participação do neto do professor Ueno e uma multidão de pessoas. Pelo país afora a fama de Hachi se espalhou e a raça Akita cresceu. Hachi foi convidado várias vezes para aparecer como um convidado em mostras de cães, também miniaturas e cartões postais dele começaram a ser feitos.
Porém, mais tarde, a figura e lenda de Hachikō foi distorcida e usada como símbolo de lealdade ao Estado, aparecendo em propagandas que difundiam o fanatismo nacionalista que acabaram levando o país à Segunda Guerra Sino-Japonesa, no final da década de 1930 e também à Segunda Guerra Mundial. Lamentavelmente, a primeira estátua foi removida e derretida para armamentos durante a Segunda Guerra Mundial, em abril de 1944. No entanto, em 1948 uma réplica foi feita por Takeshi Ando, filho do escultor original, e reintegrada no mesmo lugar da anterior, em uma cerimônia em 15 de agosto. Esta é a estátua que está ainda hoje na Estação de Shibuya e é um ponto de encontro extremamente famoso e popular.

Morte

A fama repentina de Hachikō fez pouca diferença para a sua vida, pois ele continuou exatamente da mesma maneira como antes. Todo dia, ele partia para a estação de Shibuya e esperava lá pelo Professor Ueno para voltar pra casa. Em 1929, Hachikō contraiu um caso grave de sarna, que quase o matou. Devido aos anos passados nas ruas, ele estava magro e com feridas das brigas com outros cães. Uma de suas orelhas já não se levantava mais, e ele já estava com uma aparência miserável, não parecendo mais com a criatura orgulhosa e forte que tinha sido uma vez. Ele poderia ter sido confundido com qualquer cão mestiço.
Como Hachiko envelheceu, tornou-se muito fraco e sofria de dirofilariose, um verme que ataca o coração . Na madrugada de 8 de março de 1935, com idade de 11 anos,ele deu seu último suspiro em uma rua lateral à estação de Shibuya. A duração total de tempo que ele tinha esperado, saudoso, seu mestre, foi de nove anos e dez meses. A morte de Hachikō estampou as primeiras páginas dos principais jornais japoneses, e muitas pessoas ficaram inconsoláveis com a notícia. Um dia de luto foi declarado.
Seus ossos foram enterrados em um canto da sepultura do professor Ueno (no Cemitério Aoyama, Minami-Aoyama, Minato-ku, Tóquio), para que ele finalmente se reencontrasse com o mestre a quem ele havia ansiado por tantos anos. Sua pele foi preservada, e uma figura empalhada de Hachikō pode ainda ser vista no Museu Nacional de Ciências em Ueno.
Todo dia 8 de Abril é realizada uma cerimônia solene na estação de trem, em homenagem à história do cão leal.
A lealdade dos cães da raça Akita já era conhecida pelo povo japonês há muito tempo. Em uma certa região do Japão, incontáveis são as histórias de cães desta raça que perderam suas vidas ao defenderem a vida de seu proprietários.
Onde quer que estejam e para aonde quer que vão, têm sempre "um dos olhos" voltados para aqueles que deles cuidam. Por causa desse zelo, o Akita se tornou Patrimônio Nacional do povo japonês, tendo sido proibida sua exportação.
Se algum proprietário não tiver condições financeiras de manter seu Akita, o governo japonês assume sua guarda.
Devido a todas suas qualidades, uma das províncias japonesas recebe seu nome, Akita-Ken.
Aconselho que assista ( Sempre Ao Seu Lado ) um filme emocionante que mostra a história de Hachiko.

Wikipédia

OS ANIMAIS NOS HUMANIZAM


Os aborígenes têm um ditado: “Os animais nos tornam humanos”. Agora sabemos que isto, provavelmente, é literalmente verdadeiro. Não seríamos quem somos hoje se não tivéssemos co-evoluído com os cães.
Também acho que é verdade, de uma forma diferente, que todos os animais nos humanizam. É por isso que espero que possamos começar a pensar de forma mais respeitosa sobre a inteligência e os talentos dos animais. Isto seria ótimo para os humanos, pois há muitas coisas que não podemos fazer, que os animais podem. Nós poderíamos contar com a ajuda deles.
Mas também seria bom para os animais. Inicialmente os animais começaram a conviver com os humanos porque as pessoas precisavam deles e eles precisavam das pessoas. Hoje em dia os cães ainda precisam das pessoas, mas as pessoas esqueceram o quanto precisam dos cães para tudo que vai além de amor e companheirismo. Isto provavelmente é suficiente para aquelas raças que foram criadas para serem animais de companhia, mas muitas das raças maiores e praticamente todas as raças mistas foram preparadas para trabalho. Ter um trabalho para realizar é parte da sua natureza, é quem eles são. É triste ver que atualmente, que quase mais ninguém vive do pastoreio de ovelhas, a maioria dos cães está desempregada.
Mas não precisa ser assim. Li uma pequena história no site da Associação dos Médicos Veterinários Norte Americanos que mostra as incríveis coisas que os animais são capazes de fazer, e que fariam , se nós lhes déssemos a chance. Era sobre um cão chamado Max que tinha sido treinado para monitorar os níveis de açúcar de sua dona, mesmo quando ela estava dormindo. Ninguém sabe como Max tinha aprendido isso, sozinho, mas minha opinião é que as pessoas devem ter um cheiro ligeiramente diferente quando seus níveis de açúcar no sangue estão baixos, e Max tinha percebido isso. A dona dele tinha diabetes num nível bem grave e caso seu nível de açúcar no sangue diminuísse durante a noite, Max acordaria seu marido e ficaria empurrando ele com o focinho até ele se levantar e cuidar dela.
Você precisa pensar sobre esta história por apenas cinco segundos para perceber o quanto os cães têm para oferecer. Os cães e muitos outros animais.
 
Sheila Waligora
Fonte: http://sheilawal.wordpress.com  
http://padmashanti.blogspot.com

SISTEMA DE CHAKRAS NOS ANIMAIS



Chakras são Centros de Energia localizados nos Corpos Etéricos dos animais. Tudo que existe é energia, seja visível aos nossos olhos ou não. Um pensamento é uma forma de energia, uma planta é uma forma de energia – animais e  humanos, assim como todo o Universo, também são uma forma de energia. O corpo do ser vivente gera ao seu redor uma luminosidade meio enfumaçada, que é o resultado da vibração de energia, ou energia vibracional. Essa luminosidade tem a capacidade de apresentar diferentes cores, que terão, dependendo da intensidade e forma, significados diferentes.
Chakras são vórtices com diferentes sons, cores e densidades.
Os animais têm Centros de Energia e seus Chakras estão do mesmo modo situados – com as devidas diferenças, dado que a maioria dos animais é mais horizontal do que somos – mas eles se situam em lugares muito semelhantes. Os animais têm outro Chakra Principal, que está situado abaixo do ombro (dos dois lados), chamado Chakra Braquial. Este Chakra é também chamado de Chakra Chave, pois é um poderoso centro de energia e pode dar acesso a todos os outros Chakras.
Todos os animais possuem um Sistema Etérico de Chakras, como os humanos, e a maioria dos animais possui Oito Chakras Principais Ativos (ou Doze nos Gatos), Vinte e um Chakras Secundários ou Menores (alguns autores referem-se a Catorze Chakras Secundários) e Seis Chakras em Botão (Quatro nos Coxins Plantares – somente em animais com “almofadinhas” – animais com cascos não - e Dois nas Aberturas dos Ouvidos). Os Chakras nos animais também estão relacionados ao seu Sistema Endócrino.
Os Chakras afetam a área do corpo onde estão localizados – muitos desequilíbrios físicos podem ser resultado de desequilíbrios dos Chakras. Nos animais, o processo é o mesmo: a doença se manifesta em outros corpos mais sutis, e por último no corpo físico, que é o mais denso dentre todos.
Os Oito Chakras Principais têm um importante papel no comportamento dos animais. Os animais esfregam seus corpos em árvores, no chão ou mesmo nas pessoas, para estimular o Chakra do Plexo Solar, o Chakra Raiz e para se conectarem com as energias da Terra (energias telúricas).
Os Chakras dos Coxins Plantares são sensíveis, e conduzem o animal a pontos de energia harmoniosa. Quando um ponto, local harmonioso é encontrado, o animal deitando-se nesse ponto absorverá energia positiva com seu Chakra do Plexo Solar e Chakra Raiz - abrirá seus canais de energia. Os Chakras dos Coxins Plantares são a fonte primária para animais encontrarem energia positiva. O Chakra Maior e os Chakras Menores da cauda ajudam a guiar o animal para fontes de energias benéficas.
Para uma harmonização do corpo inteiro do animal, pode-se começar o trabalho energético com o Chakra Raiz, na base da cauda, indo em direção a cada Chakra, para abrir e equilibrar cada área; isso pode ser obtido através da Cromoterapia, Reiki, Massagem com Óleos Essenciais, etc.. Ou com o Chakra Braquial.
É interessante também massagear delicadamente cada centro de energia, para conduzir o animal ao relaxamento. E depois começar o tratamento vibracional.
O TRATAMENTO HOLÍSTICO NÃO SUBSTITUI O TRATAMENTO VETERINÁRIO CONVENCIONAL.
O ANIMAL DEVE SER SEMPRE, EXAMINADO POR UM MÉDICO VETERINÁRIO.
A escritora inglesa Diane Stein, formada em Ciências pela “Universidade Duquesne”, defende a terapia holística para cães e outros animais domésticos. Em seu livro “A Cura Natural Para Cães e Gatos” (Editora Ground) ela expõe o trabalho de Linda Tellington-Jones, baseado na cura psíquica, com florais e acupuntura. Diane fala sobre os Chakras (centros de energia) dos animais e de como eles regem a saúde do bicho.
Para que o bicho tenha uma boa saúde, é necessário que tenha o campo energético em constante estado de equilíbrio – e, isso pode ser obtido também pelas Terapias Holísticas Vibracionais: Florais, Cromoterapia, Cristaloterapia, Sons, Música, Aromaterapia, etc...  sobretudo – ser amado!
Esse diagrama dos Chakras de um cão pode ser entendido para todos os animais (aves, mamíferos e cetáceos. Cetáceos são os mamíferos marinhos) embora alguns autores considerem que o gato possui Doze Chakras Principais. Vários autores afirmam que todos os animais possuem o Chakra Braquial.
O Chakra Principal Braquial, ou o Chakra Chave (nas figuras, área com várias cores) é o Chakra Líder de um animal e afeta diretamente todos os outros Chakras. É localizado nos dois lados do corpo, abaixo da área do ombro e desempenha um papel importante na relação animal/humano. 
CHAKRAS PRINCIPAIS DOS CÃES
Os cães possuem Vinte e Um (ou Catorze, segundo alguns autores) Chakras Menores, Oito Chakras Principais e Seis Chakras em Botão. Esses Seis Chakras estão nos Coxins Plantares e nas entradas dos Ouvidos. Os Chakras Menores e os em Botão, são pontos menores de energia, mas são extremamente importantes para a vitalidade e qualidade de vida do animal. Esses Chakras Menores dão suporte aos Chakras Principais, e ajudam na obtenção do relaxamento total do cão. A diferença entre Chakras em animais e humanos, é que os Chakras dos animais, podem não estar associados a uma cor (há opiniões divergentes nessa matéria).
Nos cães, todos os Chakras Principais estão presentes e completamente desenvolvidos, mas assim como nos humanos, podem não estar todos abertos. Há três Chakras que são abertos com o nascimento e permanecem abertos ao longo da vida dos cães. São eles: Chakra Cardíaco, o Chakra do Plexo Solar e o Coronário (no alto da cabeça). O Chakra Cardíaco tem uma luz associada a ele – é uma pálida luminosidade branca, a qual se torna verde quando o Chakra está aberto. Poucos cães estão “aptos” evolutivamente a abrirem o Chakra Laríngeo, o Esplênico e o Chakra do Terceiro Olho.
O Chakra Raiz tem um importante papel na vida dos cães. É onde a comunicação aparece, vinda do mundo animal. A abertura desse Chakra permite os latidos, “conversa” e todos os outros sons emitidos pelos cães.
Alguns autores interpretam certas cores do campo bioelétrico dos animais (observáveis por bioeletrografia) – mas é matéria controversa:
- Amarelo - pode ser sinal de doença, debilidade física ou tristeza;
- Azul - felicidade e satisfação;
- Cinza Translúcido - capacidade de adaptação;
- Dourado - expressa felicidade;
- Laranja - manifestação dos instintos (fome, sede, sexo);
- Verde – mansidão;
- Vermelho- exprime instinto e vigor;
- Violeta - satisfação e felicidade.
    
O animal possui em torno de Oito Chakras Principais, que são Centros de Energia completamente desenvolvidos. O equilíbrio dos Chakras resulta em saúde e vitalidade.
Eles são:
1- Primeiro Chakra ou Chakra Básico ou Chakra Raiz;
2- Segundo Chakra ou Chakra Esplênico;
3- Terceiro Chakra ou Chakra Umbilical ou Chakra do Plexo Solar;
4- Quarto Chakra ou Chakra Cardíaco;
5- Quinto Chakra ou Chakra Laríngeo;
6- Sexto Chakra ou Ajna, ou Chakra Frontal ou Chakra do Terceiro Olho;
7- Sétimo Chakra ou Chakra Coronário ou Chakra da Coroa;
8- Chakra Braquial ou Chakra Chave.
- Primeiro Chakra ou Chakra Básico ou Chakra Raiz:
Localização: base da cauda;
Influências: glândulas adrenais, coluna, ossos (medula), pernas, patas traseiras, cólon (final do intestino grosso), ânus, cauda e os rins;
Cor: vermelho;
Atributos: boa saúde, instintos de sobrevivência, vitalidade, ligar à Terra;
Aroma: patchouli;
Elemento: terra;
Símbolo: quadrado;
Em desequilíbrio: o animal pode experimentar: agressividade, violência, raiva, medos primários, constipação (prisão de ventre);
Para abrir e equilibrar: o animal deve ter contato com terra.
- Segundo Chakra ou Chakra Esplênico:
Localização: no abdômen abaixo dos genitais;
Influências: genitais, pélvis, órgãos reprodutores, intestino grosso e intestino delgado, estômago, e o sacro;
Cor: laranja;
Atributos: criatividade, energia sexual, prazer;
Aroma: canela;
Elemento: água;
Símbolo: pirâmide;
Em desequilíbrio: possessividade, ciúmes, problemas nos órgãos reprodutores;
Para abrir e equilibrar: massagem na barriga e parte interna das coxas com óleo essencial de lavanda;
- Terceiro Chakra ou Chakra Umbilical ou Chakra do Plexo Solar:
Localização: o Plexo Solar em um animal está no peito superior; alguns centímetros atrás das pernas dianteiras;
Influências: estômago, vesícula, fígado, pâncreas, diafragma, rins, sistema nervoso, e lombar;
Cor: amarelo;
Atributos:  vontade, determinação, liderança;
Aroma: alecrim;
Elemento: fogo;
Símbolo: círculo;
Em desequilíbrio: o animal pode experimentar: raiva, má digestão, medo, ódio, transtornos alimentares, tédio, apatia;
Para abrir e equilibrar: coçar a barriguinha do animal - massagem com óleo essencial de alecrim;
- Quarto Chakra ou Chakra Cardíaco:
Localização: área do coração;
Influências: coração, circulação, peito, vértebras, pulmões, sistema imunológico;
Cor: verde;
Atributos: : amor incondicional, perdão, compaixão, consciência de grupo, paz, tolerância.
Aroma: sândalo;
Elemento: ar;
Símbolo: cruz;
Em desequilíbrio: quando desequilibrado o animal pode experimentar: raiva, problemas de coração, inflexibilidade, falta de amor;
Para abrir e equilibrar: você deve fazer um trabalho voluntário - acredite ou não: seu animal sintonizará e sentirá as suas emoções junto com a sua intenção;
- Quinto Chakra ou Chakra Laríngeo:
Localização: a área de garganta superior;
Influências: tireóide, pulmões, sistema respiratório, pernas dianteiras, patas, garganta, boca, cordas vocais;
Cor: azul céu;
Atributos: comunicação, expressão, eloqüência;
Aroma: anis;
Elemento: éter;
Símbolo: taça;
Em desequilíbrio: quando desequilibrado o animal pode experimentar: dificuldade de comunicação problemas na garganta;
Para abrir e equilibrar: cante e respire conscientemente. Isto acalmará o animal;
- Sexto Chakra ou Ajna ou Chakra Frontal ou Chakra do Terceiro Olho:
Localização: entre os olhos;
Influências: hemisfério cerebral esquerdo, lados da cabeça, testa, orelhas, nariz, sistema nervoso;
Cor: índigo ou azul marinho;
Atributos: intuição, imaginação, visualização, concentração;
Aroma: baunilha;
Elemento: energia etérica (telepática)
Símbolo: Estrela de Davi;
Em Desequilíbrio: quando desequilibrado o animal pode experimentar: dores de cabeça, problemas de visão, falta de concentração;
Para abrir e equilibrar: você deve meditar;
- Sétimo Chakra ou Chakra Coronário ou Chakra da Coroa:
Localização: o topo da cabeça, entre as orelhas;
Influências: crânio, hemisfério cerebral direito, córtex cerebral, olho direito;
Cor: violeta;
Atributos: inspiração, sabedoria, consciência cósmica, espiritualidade, unidade com todos;
Aroma: violeta;
Elemento: energia cósmica;
Símbolo: lótus;
Em Desequilíbrio: quando desequilibrado o animal pode experimentar: depressão, falta de inspiração (devido a ser desconectado da fonte espiritual);
Para abrir e equilibrar: ouvir música erudita – Mozart, Bach, Beethoven.
- Chakra Principal Braquial ou Chakra Chave:
É o Chakra Líder de um animal e afeta diretamente todos os outros Chakras. É localizado nos dois lados do corpo na área abaixo do ombro do ombro e desempenha um papel importante na relação animal/humano. Tratando-se desse Chakra, a energia é enviada ao corpo inteiro. Os cães gostam de ser coçados nesta área. Ao mesmo tempo, é uma área dolorosa para ser escovada – é sensível.
O Plexo Braquial é um grande Plexo Nervoso que origina os nervos que inervam o membro torácico. Os seres humanos possuem o Plexo Braquial (membro superior é inervado pelo Plexo Braquial situado no pescoço e na axila) porém, não há Chakra Principal nessa área.

Martha Follain
Obra Registrada na Biblioteca Nacional - Nº registro: 467.531 Livro: 880 Folha: 279

MEUS AMIGOS: OS GATOS



DEIXO AQUI UM SINGELO AVISO PARA QUEM VISITAR MINHA CASA:


1- Lembre-se de que os gatos vivem aqui, você não!

2- Se você não quer pêlo de gato em suas roupas, fique longe do sofá.

3- Sim, eles têm alguns hábitos desagradáveis. Eu também, assim como você.E dái?

4- É claro que eles cheiram como gatos.

5- É da natureza deles cheirar você.Sinta-se à vontade para cheirá-los também.

6- Eu gosto deles muito mais do que da maioria das pessoas, se você não quer fazer parte desse grupo de pessoas, respeite-os!!!

7- Para você eles são apenas animais, para mim são filhos pequenos, que andam de quatro e não falam tão claramente. Eu não tenho problema com nenhum desses pontos. E você?
"Quanto mais conheço os homens, mais estimo os animais". Alexandre Herculano

Os Gatos e a Religião
"Os animais dividem conosco o privilégio de terem uma alma". Pitágoras

Muito embora não seja hoje em dia tão difundido, o culto aos animais espalhava-se outrora pelo mundo. Mesmo os deuses que não possuíam forma animal tinham um animal sagrado a eles dedicado, que os simbolizava. Entre estes animais, o gato foi um dos mais adorados, tanto por sua fecundidade quanto por seus hábitos noturnos, que o tornaram o guardião da noite, dos mortos, e dos mistérios da vida e da morte.
Em diversas culturas da Antiguidade, em especial nas culturas orientais, o gato era considerado um guardião das almas dos mortos, detentor dos mistérios da vida e da morte, um condutor que as levava até o outro lado.
Sob esta perspectiva, o gato era adorado como divindade, e reverenciado como animal de grande poder místico.

"O gato imortal existe, em algum mundo intermediário entre a vida e a morte, observando e esperando, passivo até o momento em que o espírito humano se torna livre. Então, e somente então, ele irá liderar a alma até seu repouso final."
( The Mythology Of Cats, Gerald & Loretta Hausman )
O Culto Egípcio

No Egito dos faraós, o gato era adorado na figura da deusa Bastet, representada comumente com corpo de mulher e cabeça de gata ou em forma de uma gata preta. Esta bela deusa era o símbolo da luz, do calor e da energia. Era também o símbolo da lua, e acreditava-se que tinha o poder de fertilizar a terra e os homens, curar doenças e conduzir as almas dos mortos. Nesta época, os gatos eram considerados guardiões do outro mundo, e eram comuns em muitos amuletos.

O Gato na Grécia

Na Grécia clássica, o gato foi associado à feminilidade, ao amor e ao prazer sexual, atributos de Afrodite. Também foi associado à Artemis, a deusa da caça e da lua, da qual se dizia que teria escapado um perseguidor, Tiphon, transformada em gata.

O Culto em Roma

No Império Romano, o gato esteve ligado a várias deusas. Diana, a caçadora, governava a fecundidade e a lua, assim como Bastet, e uma lenda antiga atribui a ela a criação do gato. Também a sensual Vênus é representada como uma gata, uma encarnação de emoções maternas.

O Gato na Babilônia
Apesar de não haver culto ao gato, dizia um mito que o gato teria nascido do espirro de um leão. O leão, aliás, era um símbolo da realeza.

O Gato na América Pré-Colombiana
Na América, embora não houvessem gatos domésticos, os grandes felinos, como o puma e o jaguar, tiveram seu lugar no panteão dos deuses. O jaguar era símbolo de grande força e sabedoria, e acreditava-se que os curandeiros mortos transformassem-se neste animal.

O Culto Celta

Na cultura celta, a deusa Cerridwen tem um elo de ligação com o culto ao gato relativo à fecundidade através de seu filho Taliesin, que em uma de suas encarnações foi descrito como um gato com a cabeça sarapintada.

O Culto Escandinavo

Nas lendas nórdicas, aparece a deusa do submundo Freya, cuja carruagem era puxada por dois gatos, que representavam as qualidades da deusa, a fecundidade e a ferocidade. Estes gatos mostravam bem as facetas do gato doméstico, ao mesmo tempo afetuoso e terno, e feroz quando excitado. Os templos pagãos eram freqüentemente adornados com imagens de gatos. Na Finlândia, havia a crença em um trenó puxado por gatos que levava as almas dos mortos.

O Gato no Islã
Há uma série de contos associando os gatos ao profeta Maomé, a quem teriam inclusive salvo da morte, ao matar uma serpente que o atacava. Por causa desta associação entre o gato e o Islã, a Igreja Católica conseguiu tanto êxito ao relacionar o culto ao gato com as heresias e o demônio.

O Gato no Budismo

Nos cânones originais do budismo, o gato é excluído da lista de animais protegidos, devido ao fato de que, no momento da morte de Buda, quando todos os animais se reuniram para chorar seus restos, o gato haver não só mantido os olhos secos como comido tranqüilamente um rato, provando sua falta de respeito pelo acontecimento solene. Entretanto, apesar da lenda, o gato foi venerado pelos primeiros budistas por seu autodomínio e a tendência à meditação. Na China, estatuetas de gatos eram usadas para expulsar os maus espíritos, e havia dois tipos de gatos, os bons e os maus, que eram facilmente diferenciados porque os maus tinham duas caudas. No Japão, quando um gato morria, era enterrado no templo do dono, e no altar do mesmo era oferecido um gato semelhante, pintado ou esculpido, para garantir ao dono tranquilidade e boa sorte durante sua vida.

O Gato e o Judaísmo

No Talmude, o gato só aparece cerca de 500 d.C., quando o livro sagrado louva brevemente seu asseio. Entretanto, uma antiga lenda hebraica conta que o gato teria sido criado em plena Arca, quando Noé, em desespero porque os ratos estavam se multiplicando e devorando todas as provisões, implorou à Deus que lhe enviasse uma solução. O gato então teria sido criado de um sopro do leão. Outra antiga lenda judaico-espanhola diz que Lilith, a primeira mulher de Adão, o teria deixado para se transformar em um vampiro, que sob o aspecto de um gato preto, atacava bebês adormecidos e indefesos e lhes sugava o sangue.

O Gato e o Cristianismo

A Igreja , no início de sua história, adotou alguns símbolos pagãos e rejeitou outros. Assim, Jesus se tornou "O Leão de Judá", e a serpente a égide do mal.
Na seita dos coptas, surgida por volta do século I d.C., havia no evangelho gatos que julgavam os homens após a morte.A primitiva Igreja celta associou vários santos às tradições pagãs e ao culto ao gato.
Santa Gertrudes de Nivelles, por exemplo, é representada sempre com um gato, e, na França, dizia-se que Santa Ágata transformava-se em um gato enfurecido para punir os infiéis.
Na Idade Média, entretanto, a imagem do gato começou a mudar. No século V, os gnósticos, que atribuíam igual importância a Jesus, Buda e Zoroastro, foram acusados de adorar o demônio na figura de um gato preto.
No ano de 1232, o papa Gregório IX funda a Santa Inquisição, com o intuito de descobrir heréticos que cultuavam o demônio, novamente na figura de um gato preto, macho.
Em 1344, surge na França, o culto de São Vito, em Metz, queimando vivos anualmente 13 gatos em uma gaiola. Quando a Peste Negra atacou a Europa, dizimando quase um terço da população, inicialmente os gatos foram considerados culpados e perseguidos, ordenando-se a sua destruição.
A associação da figura do gato ao culto ao demônio levou inevitavelmente à sua vinculação à feitiçaria e às artes mágicas.
No século XV, na Alemanha, ressurgem cultos pagãos como o da deusa Freya. Em 1484, o Papa Inocêncio VIII difunde a crença de que as feiticeiras veneravam Satanás encarnado em gato. Por toda a Europa, pessoas inocentes foram torturadas em nome de Deus. E, com elas, seus gatos.
Em Ypres, na França, centenas de gatos eram atirados do alto de um campanário em um festival anual. Milhares de gatos foram sacrificados em rituais durante a Páscoa. A perseguição chegou até mesmo à América, quando, em 1692, várias pessoas foram executadas em Salem, no estado de Massachusetts. Entretanto, mesmo nestes tempos inglórios, os gatos foram também companheiros amados em alguns países, como na Rússia, onde eram comuns serem encontrados em conventos e mosteiros.
O Cardeal Richelieu possuía vários gatos, entre eles um angorá preto chamado Lúcifer. No sul da França, corria a lenda dos gatos mágicos chamados matagots, que traziam fortuna e sorte a quem os acolhia e amava. Com o passar do tempo, a perseguição foi recrudescendo, e a importância dos gatos como controladores dos roedores foi reconhecido. No século XVIII, são abolidas as leis sobre a feitiçaria, e até mesmo o Papa Pio IX rendeu-se aos seus encantos.

Fonte: Planeta Gato
"O menor dos felinos é uma obra-prima". Leonardo da Vinci






GATOS CURAM?
(PALESTRA DA CRISTINA CAIRO)

O gato é um animal que tem muito quartzo na glândula pineal, é portanto um transmutador de energia e um animal útil para cura, pois capta a energia ruim do ambiente e transforma em energia boa, normalmente onde o gato deita com frequência, significa que não tem boa, caso o animal comece a deitar em alguma parte de nosso corpo de forma insistente, é sinal de que aquele orgão ou membro está doente ou prestes a adoecer, pois o bicho já percebeu a energia ruim no referido orgão e então ele escolhe deitar nesta parte do corpo para limpar a energia ruim que tem ali.
Ela ainda observa que do mesmo jeito que o gato deita em determinado lugar, ele sai de repente, poi ele sente que já limpou a energia do local e não precisa mais dele.
Ela ainda diz na palestra que o amor do gato pelo dono é de desapego, pois enquanto precisa ele está por perto, quando não, ele se a afasta. 


O MISTÉRIO DOS FELINOS (CRISTINA CAIRO)

O gato é capaz de provocar os mais diversos sentimentos no ser humano. Certamente, quem não gosta de gatos é porque nunca teve o prazer de conviver com um deles. Gostaria que todos lessem esse artigo inteligentemente escrito por "Artur da Távola". Quem gosta de gatos irá se identificar muito com o texto e quem não gosta.... bem, quem não gosta, a gente apenas lamenta...
"Existem duas maneiras de nos refugiarmos das misérias da vida: música e gatos". Albert Schweizer


"ODE AO GATO"
Artur da Távola.
"Bichos polêmicos sem o querer, porque sábios, mais inquietantes, talvez por isso. Nada é mais incômodo que o silencioso bastar-se dos gatos. O só pedir a quem amam. O só amar a quem os merece. O homem quer o bicho espojado, submisso, cheio de súplica, temor, reverência, obediência.
O gato não satisfaz as necessidades doentias do amor. Só as saudáveis. Lembrei, então, de dizer, dos gatos, o que a observação de alguns anos me deu. Quem sabe, talvez, ocorra o milagre de iluminar um coração a eles fechado? Quem sabe, entendendo-os melhor, estabelece-se um grau de compreensão, uma possibilidade de luz e vida onde há ódio e temor? Quem sabe São Francisco de Assis não está por trás do Mago Merlin, soprando-me o artigo?
Já viu gato amestrado, de chapeuzinho ridículo, obedecendo às ordens de um pilantra que vive à custa dele? Não! Até o bondoso elefante veste saiote e dança a valsa no circo. O leal cachorro no fundo compreende as agruras do dono e faz a gentileza de ganhar a vida por ele. O leão e o tigre se amesquinham na jaula. Gato não. Ele só aceita uma relação de independência e afeto. E como não cede ao homem, mesmo quando dele depende, é chamado de arrogante, egoísta, safado, espertalhão ou falso. "Falso" porque não aceita a nossa falsidade com ele e só admite afeto com troca e respeito pela individualidade. O gato não gosta de alguém porque precisa gostar para se sentir melhor. Ele gosta pelo amor que lhe é próprio, que é dele e ele o dá se quiser.
O gato devolve ao homem a exata medida da relação que dele parte. Sábio, é espelho. O gato é zen. O gato é Tao. Ele conhece o segredo da não-ação que não é inação. Nada pede a quem não o quer. Exigente com quem ama, mas só depois de muito certificar-se. Não pede amor, mas se lhe dá, então ele exige. Sim, o gato não pede amor. Nem depende dele. Mas, quando o sente, é capaz de amar muito. Discretamente, porém sem derramar-se. O gato é um italiano educado na Inglaterra. Sente como um italiano, mas se comporta como um lorde inglês.
Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não transa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério. O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência. Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende do afago.
A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando surge nele um ato de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é algo muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe, pois significa um julgamento.
O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode, ele que enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós. Nada diz, não reclama. Afasta-se. Quem não o sabe "ler" pensa que "ele" não está ali. Presente ou ausente, ele ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir.
O gato vê mais e vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluídos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é medium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. O gato é um monge silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado.
O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e de novas inter-relações, infinitas, entre as coisas. O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção.
Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precise de promoção ou explicação quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda natureza aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato! Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração ioga. Ensina a dormir com entrega total e diluição recuperante no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo.
O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, a qual ama e preserva como a um templo. Lição de saúde sexual e sensualidade. Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. Lição de salto. Lição de silêncio. Lição de descanso. Lição de introversão. Lição de contato com o mistério, com o escuro, com a sombra. Lição de religiosidade sem ícones. Lição de alimentação e requinte. Lição de bom gosto e senso de oportunidade. Lição de vida, enfim, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências, sem exigências.
O gato é uma chance de interiorização e sabedoria, posta pelo mistério à disposição do homem."

"Já estudei muitos filósofos e muitos gatos. A sabedoria dos gatos é infinitamente superior".
Hippolyte Taine

DAS QUALIDADES DOS GATOS.
(Autoria Desconhecida)

Quando Deus fez o mundo, escolheu enchê-lo de animais, e decidiu dar uma qualidade especial para cada um.

Todos os animais formaram diante Dele uma longa fila, e o gato, calmamente, foi para o fim da fila.

Deus deu ao elefante e ao urso a Força, ao coelho e ao cervo a Velocidade, a Sabedoria à coruja, Beleza aos pássaros e borboletas, Esperteza para a raposa, Inteligência para o macaco, Lealdade para o cão, Coragem para o leão, Alegria para a lontra... Todas estas coisas os animais haviam pedido para ter.

Afinal, ao fim da fila, o pequeno gato sentou-se e esperou paciente.
Deus perguntou-lhe:

- O que terá você ?

Ao que o gato encolheu os ombros e respondeu:

- Qualquer coisa me servirá. Eu não ligo.

E Deus disse:

- Mas eu sou Deus ! Quero lhe dar algo especial !

E o gato, espertamente, respondeu:

- Então me dê um pouco de tudo, por favor !

E Deus, rindo-se da enorme inteligência do animal, deu para o gato a soma de todas as qualidades dos animais, mais a graça e a elegância, e um gentil ronronar, para que ele sempre atraísse os homens e conquistasse seus lares.

KITTENS
REGRAS DE ETIQUETA PARA GATOS INEXPERIENTES
(Autoria Desconhecida)
1) Se você tiver que vomitar, pule rapidamente no sofá. Se o sofá estiver longe demais, procure um bom tapete.
2) Determine logo qual é a visita que detesta gatos, e sente no colo dela durante toda a noitada. Ela não terá coragem de empurrá-lo para o chão, e pode ser até que venha a dizer "Gatinho bonito!". Se você estiver com bafo de comida de gato, melhor ainda.
3) Para sentar no colo ou se esfregar em perna de gente usando calça comprida, escolha, de preferência, cores contrastantes com as suas.
4) Acompanhe, sempre, as visitas que vão ao banheiro. Não é necessário fazer nada. Basta sentar e ficar olhando.
5) Trate as visitas que digam "Adoro gatos!" com total desprezo, e esteja pronto a unhar suas meias ou, eventualmente, morder seus calcanhares.
6) Não permita portas fechadas em cômodo algum. Para abrir uma porta, apóie-se nas patas traseiras e bata nela com toda força que tiver nas dianteiras. Quando a porta for finalmente aberta para você, não é necessário usá-la; você pode mudar de idéia tranqüilamente. Quando você ordenar a abertura de uma porta que dê para fora, pare exatamente no meio do caminho, entre a porta e o vão, e aproveita para pensar sobre diversas coisas. Isso é particularmente importante em noites muito frias, e em épocas de mosquitos.
7) Se uma pessoa estiver ocupada e outra à toa, fique com a ocupada. Se alguém estiver lendo, chegue bem perto, e dê um jeitinho de meter o focinho entre o livro e a cara da pessoa. Desconsidere isso em casos de leitores que abrem livros ou jornais em cima da mesa; aí, basta deitar em cima do que estiver sendo lido.
8) Se algum dia encontrar uma senhora tricotando, suba no colo dela e deite. De repente, estique a pata e, como quem não quer nada, dê um bom tranco nas agulhas. Observe os acontecimentos: isso se chama perder o fio da meada, e a senhora tentará atrair sua atenção para outras partes da casa. Ignore-a.
9) Quando encontrar alguém fazendo o dever de casa, sente-se na folha de papel que estiver sendo trabalhada. Depois de ter sido removido de lá pela terceira vez, vá para outro canto da mesa e empurre tudo que se mexa: lápis, cola, tesoura e o que mais houver.
10) Durma bem durante o dia para estar novo em folha, e pronto para brincadeiras entre 2 e 4 horas da manhã. Se seu humano trabalhar durante a noite, modifique seus hábitos de sono para poder estar com a corda toda entre as 10h e o meio-dia.

"Gato que brinca na rua - Como se fosse na cama, - Invejo a sorte que é tua - Porque nem sorte se chama".
Fernando Pessoa


Eu fecho meu livro “O Significado do Zen” e vejo o gato sorrindo para sua pele, e penteando-a cuidadosamente com sua língua cor de rosa e áspera.
"Gato, eu gostaria de te emprestar este livro, mas parece que tu já o leste".
Ele me olha com seu olhar penetrante, e ronrona: "Não seja ridículo... Fui eu que escrevi!"
(Texto de: Dilys Laing)

"É apenas com o coração que se pode ver direito; o essencial é invisível aos olhos".
Antoine de Saint-Exupéry

-Site sobre "comportamento" dos gatos:

"Se você for merecedor de sua afeição, um gato será seu amigo, mas nunca seu escravo".
Theophile Gautier

"Um gato vive um pouco nas poltronas, no cimento ao sol, no telhado sob a lua. Vive também sobre a mesa do escritório, e o salto preciso que ele dá para atingi-la é mais do que impulso para a cultura. É o movimento civilizado de um organismo plenamente ajustado às leis físicas, e que não carece de suplemento de informação. Livros e papéis, beneficiam-se com a sua presteza austera. Mais do que a coruja, o gato é símbolo e guardião da vida intelectual."
Carlos Drummond de Andrade

-Site sobre "Saúde e Comportamento":
Dra. Estela Pazos (veterinária e especialista em gatos)

"Os gatos foram colocados no mundo para acabar com o dogma de que todas as coisas foram criadas para servir o homem".
Paul Gray





Para todos nós, amantes de gatos....(o termo correto para nos definir
é "Ailurófilos")


O gato é uma maquininha
que a natureza inventou;
tem pêlo, bigode, unhas
e dentro tem um motor.
Mas um motor diferente
desses que tem nos bonecos
porque o motor do gato
não é um motor elétrico.
É um motor afetivo
que bate em seu coração
por isso ele faz ronron
para mostrar gratidão.
No passado se dizia
que esse ronron tão doce
era causa de alergia
pra quem sofria de tosse.
Tudo bobagem, despeito,
calúnias contra o bichinho:
esse ronron em seu peito
não é doença - é carinho.

(texto de: Ferreira Gullar)



DIFERENÇAS ENTRE CÃES E GATOS...
Um CACHORRO pensaria assim:
"Meu dono cuida de mim, me alimenta, me escova, me leva para passear, me leva ao veterinário, me afaga, me agrada, me ama...ELE é um deus!"
Um GATO pensaria assim:
"Meu dono cuida de mim, me alimenta, me escova, me leva ao veterinário, me afaga, me agrada, me ama...
EU sou um deus!''

 
O GATO
(Vinícius de Moraes)
Com um lindo salto
Lesto e seguro
O gato passa
Do chão ao muro
Logo mudando
De opinião
Passa de novo
Do muro ao chão
E pega corre
Bem de mansinho
Atrás de um pobre
De um passarinho
Súbito, pára
Como assombrado
Depois dispara
Pula de lado
E quando tudo
Se lhe fatiga
Toma o seu banho
Passando a língua
Pela barriga.
Nikolas
"Como qualquer um que já passou muito tempo com os gatos já sabe, os gatos têm enorme paciência com as limitações da mente humana.”
Cleveland Amory
OS OLHOS DE BASTET
"O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. O gato é um monge portátil à disposição de quem o saiba receber." (Artur da Távola)

http://filosofia-esoterica.blogspot.com

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