domingo, 3 de outubro de 2010

SÃO FRANCISCO DE ASSIS - MESTRE KUTHUMI

Bem-Amada Presença Divina EU SOU em mim e Bem-Amado
Mestre Ascensionado Kuthumi " São Francisco de Assis": esta noite, enquanto o meu corpo físico estiver adormecido, mandai-me u mensageiro para conduzir-me até Vós em meus corpos sutis.

Isso feito, ensinai - me a mergulhar completamente na Chama Dourada da Iluminação e preencher a minha consciência com tudo o que devo saber, a fim de realizar o meu Plano Divino.

Providenciai, após, a minha volta ao meu corpo físico com recordação perfeita dessas instruções, afim de que o conhecimento seja real e prático, possibilitando-me a mestria no meu próprio mundo, a fim de que Eu seja um melhor veículo para os Mestres Ascensionados e meus companheiros.
Eu confio plenamente que isso seja realizado,
Bem-Amado EU SOU!
MESTRE ASCENSIONADO JESUS E MESTRE KUTHUMI
Jesus e Kuthumi através de Lynette Leckie-Clark 


MESTRE ASCENSIONADO JESUS

O Mestre Ascensionado Jesus canalizou esta mensagem através de Lynette, a fim de que a humanidade tenha uma maior compreensão do propósito da Irmandade no processo da iluminação do planeta.

Eu venho até vocês com grande alegria e amor. Um grande amor. Eu emano amor a vocês porque ele é muito necessário para todos na Terra. Muitos acreditam que conhecem o verdadeiro amor, tristemente isto não é assim. Pois as energias que envolvem o seu amor freqüentemente são limitadas pela falta de compreensão e pela sua própria insegurança. É por isto que eu tento dar este amor compassivo a todos os que me buscam.

Muitos ainda acreditam que não é possível alcançar as minhas energias, sentir a minha essência. Novamente eu digo, eu venho a todos que me buscam. Eu venho com amor e dou livremente as minhas energias de cura. Todos contêm uma chispa de luz da fonte divina, e assim todos estão conectados.

Eu encorajo o amor, a compaixão e as energias de cura a todos. Eu lhes lembro que isto também deve incluir o seu eu.

Eu vejo tantos se esquecerem de si mesmos! Eles pensam que para ser iluminado devem se doar a todos, em serviço abnegado.

Mas eu lhes digo, primeiro o coração deve estar puro e forte na fé, o corpo físico deve estar purificado e curado, e a mente deve estar aberta à consciência mais elevada. Ao cuidarem do seu próprio eu, vocês então são capazes de servirem mais aos outros, com uma intenção pura e amorosa.
Mestre Jesus 


MESTRE ASCENSIONADO KUTHUMI

O Mestre Ascensionado Kuthumi é o guardião dos antigos Mistérios Ocultos, e é também o co-protetor do Santo Graal – a antiga busca pela autoconsciência.

Mestre Kuthumi colabora no reaparecimento do conhecimento que esteve perdido para a humanidade por tanto tempo.

Ele também se empenha em auxiliar aqueles que participam de instrução religiosa, encorajando todos os interessados a abrirem o Chacra Cardíaco a fim de expressarem o Amor Incondicional a todos.

O Mestre Kuthumi atualmente compartilha o papel de Professor do Mundo. Entretanto durante a Era de Aquário, o Mestre Kuthumi assumirá plena responsabilidade por este enorme empreendimento.

Como Koot Hoomi Lal Singh ele participou da Universidade de Oxford no final de 1800 e ele se originava de Kashmir.

Como Pitágoras (582 – 500 A.C.), ele estabeleceu uma escola de mistérios no Sul da Itália que era principalmente devotada ao ensino da Matemática, da Numerologia, e à Geometria Sagrada. Criador do Juramento de Hipócrates, da Árvore da Vida, e do uso de Mandalas. Esta escola era destinada a se tornar uma Escola de Mistérios para a Fraternidade Branca.

Outra encarnação foi como Baltazar, um dos Três Reis Magos que vieram até o Menino Jesus. E ainda outra encarnação muito conhecida foi como Francisco de Assis. E novamente mais tarde como Shah Jenan, construtor do Taj Mahal.

No final do século dezenove, Mestre Kuthumi com o Mestre El Morya foram fundamentais no estabelecimento da Sociedade Teosófica para assegurar que as verdades há tanto tempo perdidas ressurgissem.

MINHAS PALAVRAS PESSOAIS A VOCÊS

Enquanto a Terra testemunhava o final de um século e o início do novo, um grande fluxo de poderosa energia foi enviado às almas em sua Terra a fim de começar o processo de iluminação em massa. Muitos sentiram este chamado a sua alma, e certamente, aqueles que responderam, despertaram, e estão, por sua vez, ajudando outras almas a se desenvolverem e a se abrirem ao conhecimento e propósito de sua alma. Seus esforços são aplaudidos por mim e pelos meus irmãos. Há muito há ser alcançado e cada um de nós aqui tem um papel a desempenhar na conquista da iluminação da Terra. Espera-se que irmão viva com irmão, que a paz seja o caminho normal, não a exceção. A música será elevada a novas alturas através do coração, e isto proporcionará a cura poderosa para o corpo emocional, mental e físico do homem. Todas as formas de controle, o ciúme e o ódio serão abandonados. Este processo já começou. Muitos na Terra estão agora ouvindo o nosso chamado de despertar para o propósito de sua alma. Para começar a mudança interior, e ensinar à nova raça de alma que passam pela Terra. Enquanto estas almas crescem em número, a mudança em massa ocorrerá no plano da Terra para o amor, a paz e a fraternidade.

E assim é uma grande alegria alcançar muitas almas em sua Terra através do meu canal, chamado Lynette. Ela foi escolhida por muitas razões, e eu posso dizer que ela superou muitas lições, e nem todas foram fáceis para ela.

Não temam esta mudança em seu plano da Terra. Por favor, não permitam que o medo os guie. Através desta ligação, nós somos capazes de guiá-los e de ajudá-los através deste tempo de transição que vocês estão vivenciando. Nós podemos lhes proporcionar um insight claro, que permita ao eu definir as suas escolhas. Espera-se que isto lhes dê mais compreensão, pois ao aprenderem e compreenderem, vocês superarão qualquer medo que tenham.

Através da compreensão vocês evoluirão.

Mestre Kuthumi 


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4 DE OUTUBRO DIA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS

Giovanni di Pietro di Bernardone, mais conhecido como São Francisco de Assis (Assis, 5 de julho 1182 [1]4 de outubro de 1226), foi um frade católicoItália. Depois de uma juventude irrequieta e mundana, voltou-se para uma vida religiosa de completa pobreza, fundando a ordem mendicante dos Frades Menores, mais conhecidos como Franciscanos, que renovaram o Catolicismo de seu tempo. Com o hábito da pregação itinerante, quando os religiosos de seu tempo estavam mais ligados aos mosteiros rurais, e com sua crença de que o Evangelho devia ser seguido à risca, imitando-se a vida de Cristo, desenvolveu uma profunda identificação com os problemas de seus semelhantes e com a humanidade do próprio Cristo. Sua atitude foi original também quando afirmou a bondade e a maravilha da Criação, quando se dedicou aos mais pobres dos pobres, e quando amou todas as criaturas chamando-as de irmãos. Alguns estudiosos afirmam que sua visão positiva da natureza e do homem, que impregnou a imaginação de toda a sociedade de sua época, foi uma das forças primeiras que levaram à formação da filosofia da Renascença.[2] da
Dante Alighieri disse que ele foi uma "luz que brilhou sobre o mundo", e para muitos ele foi a maior figura do Cristianismo desde Jesus, mas a despeito do enorme prestígio de que ele desfruta até os dias de hoje nos círculos cristãos, que fez sua vida e mensagem serem envoltas em copioso folclore e darem origem a inumeráveis representações na arte, a pesquisa acadêmica moderna sugere que ainda há muito por elucidar quanto aos aspectos políticos de sua atuação, e que devem ser mais exploradas as conexões desses aspectos com o seu misticismo pessoal. Sua vida é reconstruída a partir de biografias escritas pouco após sua morte, mas essas fontes primitivas ainda estão à espera de edições críticas mais profundas e completas, pois apresentam diversas contradições factuais e quase sempre são tendenciosamente inclinadas a fazerem uma apologia de seu caráter e obras, e assim, devem ser analisadas sob uma óptica mais científica e mais isenta de apreciações emocionais do que tem ocorrido até agora, a fim de que sua verdadeira estatura como figura histórica e social, e não apenas religiosa, se esclareça. De qualquer forma, sua posição como um dos grandes santos da Cristandade se firmou quando ele ainda era vivo, e permanece inabalada. Foi canonizado pela Igreja Católica1228, e por seu apreço à natureza é mundialmente conhecido como o santo patrono dos animais e do meio ambiente.[3] menos de dois anos após falecer, em 1228, e por seu apreço à natureza é mundialmente conhecido como o santo patrono dos animais e do meio ambiente.[3]

O místico

Segundo Bernard McGinn o elemento místico no Cristianismo é aquela parte da crença e das práticas que preparam e conscientizam o indivíduo para aquilo que pode ser descrito como a presença imediata e direta de Deus, mas para Paul Lachance o misticismo pessoal de Francisco, parte tão proeminente de sua vida, até há pouco tempo vinha sendo estudado quase apenas a partir das biografias escritas sobre ele e das numerosas lendas criadas a seu respeito, com pouca atenção ao que ele mesmo expressara em seus escritos ou fora registrado a partir de suas próprias palavras - até onde é possível considerar a documentação a ele atribuída como autêntica. Mesmo na tradição cristã que o considera, obviamente, um santo, poucas vezes ele é descrito como um místico, e esse silêncio também se deve ao fato de que o estudo de sua experiência interior é extremamente difícil, pois ele poucas vezes falou diretamente no assunto e seus escritos dão apenas indicações indiretas. Nisso ele seguiu na contramão da tendência de seu tempo entre as outras Ordens religiosas, cuja literatura é muito mais abundante e explícita a esse respeito, e seu modo de ser estava muito mais relacionado com o dos cristãos primitivos, dos primeiros padres do deserto e dos patriarcas do oriente, para quem as revelações autobiográficas eram coisa estranha. Um dos documentos que dão uma primeira ideia sobre sua visão sobre a divindade é a própria Regra Primitiva, o seu primeiro credo expresso em sua pureza, a qual, embora perdido seu original, crê-se que sobreviva em fragmentos dispersos entre vários manuscritos. Nesses trechos Deus é mostrado como criador, redentor e salvador, fonte de todo o bem, e essência e objetivo último de todo o ser, sendo "uno, sem início e sem fim, imutável, invisível, indescritível, inefável, incompreensível, insondável, bendito, digno de louvor, glorioso, exaltado nas alturas, sublime, altíssimo, gentil, amável, deleitável e totalmente desejável acima de tudo para sempre". Sua atitude diante desse Deus "onipotente, santíssimo, altíssimo e supremo" era de completa sujeição e entrega, movidas por um desejo intenso de "amar, honrar, adorar, servir, louvar e bendizer, glorificar e exaltar, magnificar e agradecer", e essas cadeias de adjetivos entusiásticos são comuns em todos os seus escritos, e evidenciam que para Francisco Deus era essencialmente inapreensível e maravilhoso sob todos os aspectos, e não deixa de ser tocante o esforço que ele fazia para pelo menos em parte tentar descrever o que não podia ser descrito e menos ainda transmitido a outrem através de palavras.[65][66]

Sassetta: Êxtase de São Francisco, 1437-44. Coleção particular, Florença.
Na Epistola ad Fideles (II) (Segunda carta aos fiéis) ele enalteceu o sacramento da Eucaristia, pelo qual tinha uma especial veneração em virtude de a hóstia consagrada ser, segundo o dogma católico, o próprio corpo de Cristo transubstanciado, dado aos homens como uma lembrança perpétua de si mesmo e como dádiva de seu amor, e enfatizou não tanto a simples imitação da vida e paixão de Cristo, mas sim a importância da habitação do Deus vivo no interior de cada um através da descrição dos benefícios recebidos por aquele que obtém esse prêmio:[67][68]
"O Espírito do Senhor descansará sobre eles e fará neles habitação e morada. E serão filhos do Pai celeste, cujas obras fazem. E são esposas, irmãos e mães de nosso Senhor Jesus Cristo. Somos esposas quando a alma fiel se une a Jesus Cristo através do Espírito Santo. Somos certamente irmãos, quando fazemos a vontade de seu Pai, que está no céu. Somos mães quando o carregamos em nossos corações e corpos através do amor e de uma consciência pura e sincera; damo-lo à luz através de sua santa maneira de operar, a qual deve brilhar diante dos outros como exemplo. Oh, quão glorioso, quão santo e portentoso é ter um Pai no céu! Oh! como é santo ter um esposo consolador, belo e admirável! Oh, quão santo e quão adorável, prazeroso, humilde, tranquilo, doce, amável e desejável acima de todas as coisas ter tal Irmão e Filho, que deu sua vida por suas ovelhas e orou ao Pai por nós dizendo: 'Pai santo, guarda em teu nome os que me deste' !"[69]
Mesmo dando essas descrições indiretas de suas experiências místicas, em nenhum de seus escritos ele as descreve objetivamente, e coube aos seus biógrafos fazerem extrapolações e descrições mais vívidas, cuja veracidade fica sempre sujeita ao imponderável da interpretação alheia. Entretanto, em vários pontos desses documentos posteriores parece sobreviver, discernível através da ornamentação literária, um reflexo autêntico de como apareceram para ele suas visões e êxtases, ou como suportou os frequentes ataques de seres demoníacos, tais como se narra nos Fioretti, do qual um fragmento já foi exposto antes e que descreve o abismo que ele via entre a magnificência de Deus e sua pessoa miserável. De qualquer forma, suas contemplações frequentemente revolviam em torno de trechos da Paixão que lia nos Evangelhos, e nesse sentido ele deu nascimento a uma nova forma de misticismo, o "misticismo Cristomimético" ou de imitação de Cristo, que Ewert Cousins chamou de "misticismo do evento histórico", que consiste na lembrança de um evento significativo do passado, na entrada em seu conteúdo dramático e na extração a partir dele de uma energia espiritual que eventualmente transporta o contemplador além do evento para a união com Deus. Sua própria estigmatização foi o corolário desse modo de meditar, e que depois dele foi muito explorada por outros místicos como São Boaventura e Santa Clara, e mais uma multidão de outros nos séculos seguintes.[26][67]
Por fim, o outro aspecto importante a ser analisado no seu misticismo é sua intensa e amorosa relação com a natureza, relação que o tornou modernamente em um patrono dos animais e do meio ambiente. Este aspecto é um dos que mais acusam a originalidade de sua concepção de mundo em relação ao contexto de seu tempo. Embora muitas características de seu misticismo não fossem novas, sendo encontradas nas vidas de vários espirituais anteriores, outras eram inéditas até ali - sua relação direta, pessoal e familiar com todos os elementos constituintes da Criação, sua ênfase no caráter beneficente e não neutro ou ambivalente de todas as coisas e seres do mundo natural, sua exortação literal, e não alegórica, a animais, plantas e objetos inanimados para que servissem e louvassem a Deus, sua proposta de que se criasse legislação para que o povo alimentasse as aves selvagens no inverno no mesmo espírito em que davam esmolas aos pobres, e a inclusão de animais na celebração da missa. Para Francisco toda a Criação estava intimamente interconectada, e para ele era fácil transitar de um nível espiritual para outro e apreciar os múltiplos significados que extraía de sua leitura do "livro da natureza".[70] Eric Voegelin pensa que foi por descobrir e aceitar os mais baixos estratos da Criação como partes do mundo dotadas de significado e dignidade inerentes que ele se tornou uma das figuras mais importantes da história ocidental.[45]

O hábito de São Francisco, preservado na Basílica de Assis
Essa forma de ver o mundo ficou expressa com clareza no seu Cântico ao irmão Sol, onde chamou os ventos, o sol, a lua, o fogo e outros elementos do mundo natural de irmãos e convidava a todos celebrarem juntos a maravilha do mundo e servirem com alegria o seu autor. Neste poema, que além de possuir altas qualidades estéticas marcou o nascimento da literatura vernacular italiana, ele deu um testemunho ao mesmo tempo de sua visão integrada da realidade e do amor que sentia por ela, o que transparece ainda em diversos relatos posteriores de seus biógrafos e nas inúmeras histórias onde os animais estão presentes como co-protagonistas, sempre tratados como irmãos e não raro doutrinados como se fossem pessoas, aproximando-se dele espontaneamente mesmo quando selvagens e dando sinais de compreenderem suas palavras ao obedecerem suas instruções, e nas que contam como andava reverente sobre as rochas ou admirava as flores cheio de júbilo, ou quando defendeu as árvores recomendando aos lenhadores que não cortassem seus troncos muito embaixo, a fim de que elas pudessem renascer.[71][72] O Cântico também sintetiza o significado profundo e a função essencial da prece para Francisco, o de sempre glorificar a Deus e abençoar o mundo pela palavra e pelo trabalho. A natureza para ele era digna de apreço e admiração porque era uma expressão da divindade onipresente. Mas para Leonardo Boff essa admiração não foi a causa central que o levou a reordenar e purificar sua consciência, mas sim o resultado desse processo, e diz: "Quem quer que tente imitar romanticamente São Francisco em seu amor pela natureza sem passar pelo ascetismo, pela autonegação, pela penitência e pela cruz há de cair na mais profunda das ilusões".[73] Complementando essa ideia, numa leitura psicológica de sua vida, McMichaels vê sua experiência pessoal de um Deus imanente, numa época em que a divindade era concebida apenas como transcendente, como um auxílio para que o homem contemporâneo possa transformar positivamente sua própria concepção de mundo, uma concepção cada vez mais desafiada por novas descobertas acerca da natureza última da matéria, do tempo e do espaço, e do poder das forças do inconsciente, e a compara a um processo bem sucedido de individuação por ter se baseado num senso de responsabilidade pessoal e social, por ter compreendido e aceitado a necessidade da luta, da dor e do esforço pelo aperfeiçoamento, e por dar origem a um corpo de valores coletivos integradores.[74]

O cântico ao irmão Sol



Altíssimo, onipotente e bom Senhor, a ti subam os louvores, a glória e a honra e todas as bênçãos!
A ti somente, Altíssimo, eles são devidos, e nenhum homem é sequer digno de dizer teu nome.

Louvado sejas, Senhor meu, junto com todas tuas criaturas, especialmente o senhor irmão sol, que é o dia e nos dá a luz em teu nome
.
Pois ele é belo e radioso com grande esplendor, e é teu símbolo, Altíssimo
.
Louvado sejas, Senhor meu, pela irmã lua e as estrelas, as quais formaste claras, preciosas e belas.

Louvado sejas, Senhor meu, pelo irmão vento, e pelo ar, pelas nuvens e o céu claro, e por todos os tempos, pelos quais dás às tuas criaturas sustento.

Louvado sejas, Senhor meu, pela irmã água, que é tão útil e humilde, e preciosa e casta.

Louvado sejas, Senhor meu, pelo irmão fogo, por cujo meio a noite alumias, ele que é formoso e alegre e robusto e forte.

Louvado sejas, Senhor meu, pela irmã, nossa mãe, a terra, que nos sustenta e nos governa, e dá tantos frutos e coloridas flores, e também as ervas.

Louvado sejas, Senhor meu, por aqueles que perdoam por amor a ti e suportam enfermidades e atribulações.

Benditos aqueles que sustentam a paz, pois serão por ti, Altíssimo, coroados.

Louvado sejas, Senhor meu, por nossa irmã, a morte corpórea, da qual nenhum homem vivo pode fugir
.
Pobres dos que morrem em pecado mortal! e benditos quem a morte encontrar conformes à tua santíssima vontade, pois a segunda morte não lhes fará mal
.
Louvai todos vós e bendizei o meu Senhor, e dai-lhe graças, e o servi com grande humildade!
[75]


Fonte Wikipédia

A ORDEM ROSA CRUZ E A MAÇONARIA.

 
 

O Rosacrucianismo, assim como a Maçonaria, é um sincretismo de diversas correntes filosóficas-religiosas: hermetismo egípcio, cabalismo judaico, gnosticismo cristão e alquimia. Existe ligação entre a Maçonaria e os rosacruzes e essa ligação começou já na Idade Média. No fim do período medieval e começo da Idade Moderna, com inicio da decadência das corporações operativas (englobadas sob rótulo de maçonaria de Ofício ou operativa), estas começaram, paulatinamente, a aceitar elementos estranhos à arte de construir, admitindo, inicialmente, filósofos, hermetistas e alquimistas, cuja linguagem simbólica assemelhava-se à dos francos-maçons.
Como a Ordem Rosa-cruz estava impregnada pelos alquimistas, deu-se a ligação do rosacrucianismo e da alquimia com a Maçonaria. Leve-se em consideração, também, que durante o governo de José II, imperador da Alemanha de 1765 a 1790, e co-regente dos domínios hereditários da Casa d'Áustria, houve um grande incremento da Ordem Rosa-cruz e sua comunidade, atingindo até a Corte e fazendo com que o imperador proibisse todas as sociedades secretas, abrindo exceção , apenas aos maçons, o que fez com que muitos rosacruzes procurassem as lojas maçônicas para alí poder continuar com os seus trabalhos.
Ambas as Ordens são medievais, se for considerado o maior incremento da Maçonaria de Ofício durante a Idade Média e o início de sua transformação em "Maçonaria dos Aceitos" (também chamada, indevidamente, de "Especulativa"). Se, todavia, considerarmos o início das corporações operativas, em Roma, no século VI antes de Cristo, históricamente a maçonaria é mais antiga. Isso, é claro, levando em consideração apenas, as evidências históricas autênticas e não as "lendas", que faz remontar a origem de ambas as instituições ao Antigo Egito.


A maçonaria é uma ordem totalmente templária, ou seja, os ensinamentos só ocorrem dentro das lojas. Seus graus vão do 1 ao 3 nas "Lojas Base" e do 4 ao 33 nas "Lojas de Graus Filosóficos". Já a Antiga e Mística Ordem Rosa-cruz dá ao estudante o livre arbítrio de estudar em casa ou em um templo Rosa-cruz. O estudo em casa é acompanhado à distância, e assim como na maçonaria, é composto de vários graus, que vão do neófito (iniciante) ao 12º grau, conhecido como grau do ARTESÃO.
O estudo no templo, mesmo não sendo obrigatório, proporciona ao estudante além do contato social como os demais integrantes, a possibilidade de participar de experimentos místicos em grupo, e poder discutir com os presentes os resultados, e por último, a reunião templária fortalece a egrégora da organização, o que também ocorre na maçonaria.
A maior evidência de uma ligação histórica entre a Ordem Rosa-Cruz e a Maçonaria é a existência do "Capítulo Rosa-Cruz" que é o 18º Grau do "Rito Escocês Antigo e Aceito" da Franco-Maçonaria, (representando simbolicamente a 9ª Iniciação Menor no grau de "Cavaleiro Rosa-Cruz"), que tem como símbolos principais o Pelicano, a Rosa e a Cruz.
AS INICIAÇÕES.

Uma singularidade entre a AMORC e a Maçonaria, são as iniciações nos seus respectivos graus, sendo que para ambas, a primeira é a mais marcante. No caso da Maçonaria a iniciação é no grau de Aprendiz, na AMORC, a admissão se dá no Primeiro Grau de Templo. As iniciações têm o mesmo objetivo, impressionar o iniciante, levá-lo à reflexão, para que ele decida naquele momento se deve ou não seguir adiante, e se o fizer, assumir o compromisso de manter velado todos os símbolos, usos e costumes da instituição de que fará parte.
O SIMBOLISMO.
Vários são os símbolos comuns às duas instituições, a começar pela disposição dos mestres com cargos, lembrando os pontos cardeais, e a passagem do Sol pela Terra, do Oriente ao Ocidente.
Cada ponto cardeal é ocupado por um membro. A figura do venerável mestre na maçonaria, ocupando sua posição no Oriente, encontra similar na Ordem Rosa-cruz, na figura de um mestre instalado, que ocupa seu lugar no leste. A linha imaginária que vai do altar dos juramentos ao Painel do Grau, e a caminhada somente no sentido horário, também é similar. Em ambos os casos o templo é pintado na cor azul celeste, e a entrada dos membros ocorre pelo Ocidente.
O altar dos juramentos encontra semelhança no Shekinah na ordem Rosa Cruz, sendo que neste último não se usa a bíblia ou outro livro, mas sim 3 velas dispostas de forma triangular, que são acesas no início do ritual e apagadas ao final deste, simbolizando a luz, a Vida e o Amor.
Outra semelhança é o uso de avental por todos os membros iniciados ao adentrarem o templo, enquanto que os oficiais, (equivalente aos mestres com cargo), usam paramentos especiais, cada qual simbolizando o cargo que ocupa no ritual.
O avental usado pelos membros não diferencia o grau de estudo.
Algumas das diferenças ficam por conta da condução do ritual, onde na rosa cruz tem caráter místico-filosófico.
Os iniciantes na Ordem Rosa Cruz recebem seus estudos em um templo separado, anexo ao templo principal, enquanto que os aprendizes maçons recebem suas instruções juntamente com os demais irmãos e, finalmente, o formato físico da loja maçônica lembra as construções greco-romanas, enquanto que a Ordem Rosa Cruz (AMORC) lembra as construções egípcias.F.P.Wikpédia.
http://contossollua.blogspot.com

DIFERENÇAS ENTRE UMBANDA, CANDOMBLÉ E KARDECISMO

Sabemos que Umbanda não é Candomblé e nem Kardecismo, a confusão é grande, pois Candomblé é religião de culto aos Orixás e Kardecismo é religião de trabalho com os espíritos, ambas calcadas no fenômeno Mediunidade.
Encontramos na Umbanda aspectos das duas, assim como de tantas outras para um observador mais atento, mas o fato de ter algo em comum não quer dizer que podemos adotar por livre e espontânea vontade as práticas, e filosofias religiosas das mesmas para dentro de nosso terreiro.
Umbanda possui filosofia e práticas próprias, que são observadas e trazidas à luz através dos espíritos guias. Sim, nós também cultuamos aos Orixás mas,de forma diferente do ancestral culto Africano, pois os vemos sob outro ponto de vista, se fosse para ser igual não haveria de se fundar outra religião simplesmente adotaríamos o "Candomblé de Caboclo", logo quando surgir uma dúvida antes de recorrer ao que é tão funcional dentro do âmbito do "Culto de Nação", espere, consulte e tenha fé que seus guias de Umbanda terão as soluções, dentro e segundo nossas práticas.
Quanto ao Kardecismo a maioria de nós Umbandistas tem recorrido a sua vasta literatura para nos esclarecermos quanto "ao mundo dos espíritos" , o que é muito positivo, o movimento kardecista esmiuçou e foi a fundo no estudo do fenômeno Mediunidade, o que nos vale como ponto em comum.
Já a maneira de se trabalhar mediunicamente dentro da Umbanda é única, pois ela vai além do "passe e doutrina", os guias de Umbanda tem extrema afinidade e conhecimento das manipulações de elementos da natureza e processos magísticos, motivo pelo qual possuem toda uma variedade de recursos como o uso do fumo, das velas, ponto riscado, ponteiros, Otás, pedras e cristais, guias, banhos, defumações e etc...


O Kardecismo
Kardecismo é um trabalho iniciado na França com Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail), que codificou a doutrina espirita em cinco volumes a saber: "O livro dos Espíritos" (abril de 1857), "O Livro dos Médiuns" (janeiro de 1861), "O Evangelho Segundo o Espiritismo" (abril de 1864), "O Céu e o Inferno" (agosto de 1865), "A Gênese" (janeiro de 1868).
No Brasil o Kardecismo tomou maior notoriedade através da obra de Chico Xavier (mais de quatrocentos livros psicografados).
No Espiritismo Kardecista, existe todo um trabalho social voltado para a comunidade, dentro do aspecto religioso podemos dizer que procuram seguir a mensagem de Cristo, segundo a visão espírita, concentrando hoje (no Brasil) boa parte de seus esforços na doutrinação (de encarnados e desencarnados) e passes mediúnicos, crêem na reencarnação e buscam na "lei do carma" a causa, em nossos atos passados, para a situação em que cada um de nós se encontra hoje, segundo nosso merecimento.
Carregam a bandeira de que "fora da caridade não há solução", pregando também reforma intima do ser.

A diferença entre a Umbanda e o Kardecismo

Umbanda é um trabalho de resgate das religiões e tradições naturais, assentada na mediunidade de incorporação e com origem nos próprios Orixás, onde eles aparecem de forma renovada como Divindades de Deus, presente em tudo e todos os lugares, por isso são vistos como "Forças de Deus na Natureza". Tem nos encantados e naturais a manifestação mediúnica dos Orixás, onde estes manifestam as qualidades dos Orixás se apresentando como representantes dos Orixás. Parte dos trabalhos de Umbanda se dá na incorporação de espíritos humanos, o que lembra muito o Kardecismo, mas estes se pautam não no código kardecista, mas na "Lei de Umbanda" fundamentada no astral. A Umbanda tem muitas faces e facetas englobando em si muitos aspectos e um dos que mais chama a atenção é sua atuação no campo da Magia, visando combater o mau que a muitos aflige por conta da baixa magia manipulada pelo baixo astral.
A Umbanda assim como o Kardecismo tem em suas práticas um trabalho caritativo e isento das cobranças de ordem material.

Candomblé

Da África: ao contrário do que muitos podem pensar, a religião, na terra mãe dos escravos, aqui aportados, era muito rica e bem diversificada, pois o enorme continente "negro" era todo ele dividido em nações e cada uma tinha seu culto voltado uma ou mais divindades diferenciadas. A possível classificação que podemos fazer é dividi-la em dois grandes grupos que predominaram aqui no Brasil, dos yorubá (nagô, vindos principalmente da Nigéria ) e djedje (foi em sua maioria do Daomé) onde o primeiro excedia em numero de quase oito vezes maior que o segundo.
Para mantê-los sob controle, costumavam (os senhores de engenho ) , misturar, nas mesmas senzalas, cativos de varias nações, em sua maioria inimigas, tornando-os vulneráveis uma vez que não se entendiam e muito menos se uniam contra seus "donos". A rivalidade na África, era tão grande que, dispensava maior trabalho ao europeu, uma vez que os negros se escravizavam uns aos outros (os seus prisioneiros de guerra), assim o europeu já os comprava na condição de escravos, a troco de "banana" (até por "cachaça" eles eram trocados mesmo), para vender a peso de ouro.
Para agravar condição dos mesmos foi-lhes concedido o Domingo para que pudessem fazer seus "batuques", pois o governo os via como "um ato que obriga os negros, insensível e mecanicamente em sete dias , a renovar as idéias de aversão recíproca que lhes eram naturais desde que nasceram".
Logo os batuques se transformaram em culto religioso aos Orixás ( que predominou na Bahia) e Voduns (?) aparecem no Maranhão com a Casa das Minas não podia ser como na África onde cada nação cultuava a um Orixá, mas um culto onde se tocava para todos e onde os mesmos se manifestavam deixando no corpo e na alma de seus filhos os axés de amor, coragem e esperança, enquanto incorporados não falavam nada apenas se faziam sentir, suas mensagens vinham através de Ifá, no jogo de Búzios, o mistério da revelação.
Assim surgiu o Candomblé na Bahia, assim os Orixás foram trazidos a nossa terra.


A Diferença entre Umbanda e Candomblé
Mais simples é começarmos dizendo o que há em comum entre a Umbanda e o Candomblé, que é a incorporação mediúnica e o culto aos Orixás, já este renovado pela Umbanda.
Já as práticas e rituais são diferentes, enquanto na Umbanda as consultas são feitas através dos espíritos de caboclo, preto-vélho, baiano, exú... No Candomblé as consultas são feitas através do "jogo de búzios" ou "Ifà", não aceitando a comunicação de espíritos (eguns), sendo portanto vetada sua incorporação, os trabalhos mediúnicos de incorporação contam apenas com a presença de Orixás que também se fazem presente na Umbanda, renovados e sob um outro ponto de Vista .
Esta é a principal diferença, visto que as outras mais são pertinentes da atuação das "entidades guias" em seus trabalhos de Umbanda e dos Rituais Internos do Candomblé.
Fonte: http://umbandarenovada.ning.com
http://padmashanti.blogspot.com

OS MENTORES DA CURA




Quem São
Os mentores de cura trabalham em diversas religiões, inclusive na Umbanda. São muito discretos em sua forma de se apresentar e trabalhar, e estas formas mudam de acordo com a religião ou local em que irão atuar.

São espíritos de grande conhecimento, seriedade e elevação espiritual.

Alguns deles não demonstram muito sentimento mas mesmo assim têm muita vontade de ajudar ao próximo, com o tempo tedem a evoluir também para um sentimento maior de amor ao próximo.

São extremamente práticos, não aceitando conversas banais ou ficar se extendendo a assuntos que vão além de sua competência ou nos quais não podem interferir, pois não são guias de consulta no sentido ao qual estamos habituados na Umbanda.


Para se ter uma idéia melhor, sua consulta seria o pólo oposto à consulta com um Preto Velho. Normalmente os pretos velhos dão consultas longas, cheias de ensinamentos de histórias, apelando bem para o lado emocional.

Já os Mentores de Cura, se dirigem ao raciocínio, buscam fazer o encarnado compreender bem as causas de suas enfermidades e a necessidade de mudança nessas causas, bem como a necessidade de seguirem à risca os tratamentos indicados. Quando precisam passar algum ensinamento o fazem em frases curtas e cheias de significado, daquelas que dão margem à longas meditações.

São espíritos que quando encarnados foram: Médicos, Enfermeiros, Boticários, Orientais (que exercem sua própria medicina desde bem antes das civilizações ocidentais), Religiosos (monges, freis, padres, freiras, etc.), ou exerceram qualquer outra atividade ligada a cura das enfermidades dos seres humanos, seja por métodos físicos, científicos ou espirituais.


Métodos de Trabalho

Cada guia tem sua forma de restituir a saúde aos encarnados, normalmente se utilizam de meios dos quais já se utilizavam quando encarnados, mas de forma muito mais eficiente, pois após chegarem ao plano espiritual puderam aprimorar tais conhecimentos.

Além disso esses espíritos aprenderam a desenvolver a visão espiritual, através da qual podem fazer uma melhor anamnese (diagnóstico) dos males do corpo e da alma.

Aliados aos seus próprios métodos individuais eles se utilizam de tratamentos feitos pelas equipes espirituais ou ministrados pelos encarnados com auxílio do plano espiritual.

Alguns deles são:

Cirurgia Espiritual
É realizada pelo mentor de cura incorporado ao médium.
E envolve a manipulação do corpo físico através das mãos do médium, podendo ou não haver a utilização de meios cirúrgicos elementares (cortes, punções, raspagens, etc…).
O maior representante deste método de trabalho no Brasil é o espírito do Dr. Fritz, mas este método é utilizado em diversas culturas e religiões.


Cirurgia Perispiritual
É realizada diretamente no perispírito do paciente, com ou sem a colaboração de um médium presente, costuma ser realizada por uma equipe espiritual designada especificamente para cada caso e ser feita em dia e horário pré determidados.

Visita Espiritual
É realizada por uma equipe espiritual, que visita o paciente no local onde ele estiver repousando, também com um dia e hora predeterminados.
Na visita, darão passes, farão orações, etc…


Cromoterapia
É indicada pelos mentores de cura e aplicada por médiúns que conheçam o método de aplicação.
Atua no corpo físico e no duplo etérico. Muito utilizado para males de origem emocional.


Fluidoterapia
É indicada pelos mentores de cura e aplicada por médiúns que conheçam o método de aplicação.
Atua no corpo físico e no perispírito.


Reiki
É indicada pelos mentores de cura e aplicada por médiúns que conheçam o método de aplicação.
Atua no corpo físico e no duplo etérico.
Muito utilizada para males de origem emocional ou psíquica e para realinhamento de chacras.


Homeopatia
Indicada e receitada pelos mentores espirituais.
As fórmulas são feitas normalmente por laboratório de manipulação homeopáticos.
E devem ser tomados de acordo com o determinado.


Outros

Fora estes tratamentos, também podem ser utilizados, florais de Bach, cristaloterapia, chás, aromaterapia, acumpuntura, do-in, etc…

Em alguns casos os guias também indicam dietas, alimentos a serem evitados ou ingeridos para melhoria da saúde geral.

OBS: Para o momento da visita espiritual e cirurgia espiritual: O paciente deverá vestir-se e deitar-se com roupas claras (de preferência branca); ficar num ambiente calmo, com pouca luz e colocar ao lado um copo d’água para ser bebida após o tratamento.

Após a visita e a cirurgia, o paciente deverá manter-se em abstenção por mais 6 horas, para que a energia doada seja melhor absorvida.

Como interagem com os médiuns


Incorporação
É muito sutil e dificilmente inconsciente a incorporação dos mentores de cura. Muitas vezes atuam apenas na fala e só assumem o controle motor quando necessário.


Intuição
Alguns mentores trabalham com seus médiuns apenas pela via intuitiva, indicando as providências a tomar e tratamentos.
Neste caso, é necessário um grande equilíbrio e desenvolvimento do médium, para que o mesmo não atrabalhe nas indicações dadas pelo mentor.


Psicografia (Receitistas)
Funciona da mesma forma que a psicografia comum, mas os espíritos comunicantes costumam psicografar receitas de tratamentos e medicamentos (que em alguns casos podem até mesmo ser da medicina comum).


Equipes Espitituais

Cirúrgicas
São formadas da mesma forma que as equipes cirúrgicas do plano material, compostas de cirurgião, assistente, anestesista, instrumentista, enfermeiros, etc…
Apenas diferem no que se refere aos instrumentos e tecnologia utilizados.
Incluindo também a aplicação de passes e energias associados a intervenção cirúrgica.


De Oração
Formadas normalmente por espíritos religiosos, acostumados às preces quando encarnados.
Estas equipes se reúnem junto ao paciente em uma corrente de orações com finalidade de equilibrar o mental e emocional do paciente e também de buscar energias dos planos superiores.
Como efeito adicional, a prece tende a elevar a energia gelal do ambiente onde está o paciente, asiim como dos encarnados que estam atuando junto ao mesmo.


De Proteção
Quando o mal físico está associado a interferência de espíritos inferiores, essas equipes fazem a proteção do paciente, enquanto o mesmo é tratado nas cirurgias ou visitas, ou enquanto está seguindo as recomendações indicadas pelos mentores de cura.


De Passes (passe espiritual)
Seu trabalho é realizado em sua maior parte durante as sessões de cura e durante as visitas espirituais.
Dando passes no paciente, nos asistentes e nos médiuns; antes, durante e após a sessão.


De Apoio
Estas equipes atuam levantando o histórico do paciente diretamente no seu campo mental, preparando-o através da intuição para a consulta, estimulando-o através do pensamento a reeducar hábitos nocivos, a mudar as situações que estejam prejudicando a própria saúde, inspirando-os força de vontade para continuar os tratamentos e seguir as recomendações e dietas.


O que curam e o que náo curam

Males Físicos
A maior parte dos males físicos de que os encarnados sofrem, são causados pelos maus hábitos, vícios e má alimentação.
Os mentores nestes casos se utilizam das diversas terapias para a cura mas principalmente esclarecem ao encarnado quanto a órigem de tais males, sugerindo dietas, o abandono ou diminuição dos vícios e mudança de hábitos.
Nestes casos a cura definitiva só pode ser obtida com a plena conscientização do paciente e com a sua força de vontate e compromisso na obtenção do equilíbrio orgânico.


Males Mentais
Parte dos males mentais (depressão, angústia, apatia) são causados por obsessores, mas a maior parte deles tem por origem a própria atitude mental do paciente. Pensamentos negativos atraem energias negativas, que quando se tornam constantes e intensas podem se materializar no corpo físico na forma de doenças.

Males como: úlceras, enchaquecas, hipertensão, problemas cardíacos, e até mesmo algumas formas de câncer podem ser provocados pela mente do pacinte, quando esta se encontra tomada por pensamentos negativos.

Também neste caso os mentores além de indicarem os tratamentos apropriados, esclarecem ao paciente quanto a necessidade de mudar a atmosfera mental, com objetivo de não ficar atraindo continuamente energias desequilibrantes, costumam também sugerir passeios por locais da natureza e o hábito da prece como forma de atrair energias novas e regeneradoras.


Males Kármicos
Os males kármicos se caracterizam por doenças incuráveis (fatais ou não) tanto pela medicina alternativa, quanto por terapias alternativas ou por meios espirituais.
Nestes casos o tratamento visa o alívio do paciente ou ampará-lo emocionalmente para que sua atitude mental não tome o rumo da revolta ou do desespero.

As doenças karmicas são males que escolhemos antes de encarnar como forma de resgatarmos erros passados.
Típicos males kármicos são: Cegueira de nascença, mudez, Idiotia, Eplepsia, Sindrome de Down, Más-Formações do corpo físico, etc.
Na maior parte são males de nascença, embora algumas doenças possam ter sido “programadas” para surgir em determinada época da encarnação.


Nestes casos os mentores não podem (e nem deveriam) curar o corpo, pois através do padecimento deste é que o espírito está resgatando suas faltas e aprendendo valiosas lições para sua evolução e crescimento.


Males Espirituais
São aqueles causados pela atuação dos espíritos (obsessores, vampirizadores, etc.) e que se refletem no corpo físico.
Nestes casos os mentores cuidam do corpo físico enquanto o paciente é tratado também em sessões de desobsessão, descarrego, etc.

Ou seja os mentores com as terapias à seu alcance minimizam e atenuam os males causados ao corpo físico enquanto o paciente é tratado na origem espiritual do mal de que sofre.
Quando o paciente se vê livre da presença espiritual nociva, os mentores costumam ainda continuar com os tratamentos visando reparar os males que já haviam sido causados ao organismo, até que ele retorne ao seu equilíbrio.


A Sessão de Cura (O visível e o Invisível.)

Os Pacientes
O paciente deverá abster-se de bebidas alcoólicas, café, cigarro, carnes de origem animal e sexo, 24 horas antes da consulta, da visita e da cirurgia espiritual.

A Preparação
Muito tempo antes dos portões da casa espírita se abrirem ou dos médiuns chegarem, o ambiente destinado aos tratamentos já está sendo limpo e preparado.


Os procedimentos começam com o isolamento da casa espírita que é cercada por equipes de vigilantes espirituais (os exus), que impedem a entrada de espíritos perturbadores e fazem a limpeza fluídica dos encarnados que chegam.

Caso seja nessessário, podem provocar até mesmo um mal estar ou utra situação de forma a afastar as pessoas que venham a casa espiritual com má intenção ou envolta em fluidos que possam perturbar os trabalhos.

Logo após se procede a limpeza do ambiente interno da casa e em seguida há uma energização do ambiente.
Em paralelo a isto, alguns espíritos trazem até o ambiente alguns fluidos extraídos da natureza, para serem utilizados posteriormente no tratamento dos pacientes.

Em seguida a isso vão chegando a casa os mentores com suas equipes de trabalho de forma a se reunirem e fazerem o planejamento dos trabalhos a serem executados.

Fora da casa espírita, os médiuns que irão ser veículo dos mentores, devem estar se preparando física e mentalmente para os trabalhos, e já estão sendo magnetizados e preparados pelo plano espiritual de forma a terem maior sintonia com os mentores.

Quando os médiuns chegam a casa, continuam sendo preparados pelas equipes espirituais.
E enquanto cuidam do ritual (incensos, cristais, velas, etc.) vão entrando em sintonia com o plano espiritual.
A preparação termina com a prece de abertura, onde o pensamento dos encarnados e desencarnados se une numa súplica ao Divino Médico para que ele interceda por todos.

Após isso os mentores de cura se manifestam e dão sua mensagem indvidual para o início dos trabalhos.

A Mesa
A mesa da sessão de cura é composta por 3 ou 4 médiuns que devem se manter em concentração/oração durante todo o tempo em que estiverem compondo a mesa, e só devem romper a concentração após a partida de todos mentores que estiverem trabalhando.

A mesa funciona como um ponto focal de energias, é através da mesa que chegam as energias e ordens de mais alto e são distribuídas às equipes.
Por ser um local onde existe alta concentração/oração é o ponto para onde convergem as energias mais puras e mais sublimes da sessão de cura.
Eventualmente, podem se manifestar à mesa algum mentor de cura, ou algum dos médiuns pode ser utilizado em alguma psicografia (por isso mesmo é interessante manter lápis e papel á mesa).
Na mesa também fica a água a ser fluidificada e o nome de algumas pessoas que receberão irradiação.


Os Médiuns
Os médiuns que não estiverem trabalhando com seus mentores, compondo a mesa ou atuando como cambonos dos mentores devem manter o silêncio a concentração e a oração.

Devem utilizar esse momento para permitir que seus próprios mentores os preparem para futuramente trabalharem com eles.
E ter também consciência de que toda a energia positiva que estiverem atraindo para os trabalhos de cura através de sua concentração/oração estará sendo amplamente utilizada pelos mentores e pelas equipes de cura para levar a caridade a todos os que estiverem sendo tratados.


O Encerramento
No encerramento, os mentores de cura dão suas mensagens finais e partem.
Neste momento os médiuns que compõem a mesa também pode romper a concentração.
Todos os médiuns tomam da àgua fluidificada que está na mesa.
E caso o digigente julgue conveniente, pode efetuar a leitura de alguma mensagem que porventura tenha sido psicografada.

No plano espiritual, o trabalho ainda continua, com distribuição de serviço entre as equipes espirituais.
Somente após a saída de todos os médiuns e com o encerramento dos trabalhos de cura no plano espiritual é que a corrente dos vigilantes (exus) se desfaz.
Embora a casa continue sendo vigiada, apenas não de forma tão ostensiva.

Retirado da Apostila do curso de Umbanda da Sociedade Espiritualista Mata Virgem
Fontes de Pesquisas: Não informadas
Imagens Retiradas da internet

http://povodearuanda.wordpress.com/2008/08/05/os-mentores-de-cura/

A MEDICINA DO ALÉM



Ser médico na terra não é nenhum privilégio. Privilégio é para a alma que pode resgatar as marcas doloridas que fez com o passar dos anos ou dos séculos.

Ser médico é ser intermediário da vida. Ninguém é médico ao acaso. É sempre uma oportunidade para aqueles que não fizeram bom uso dessa bela profissão no passado.

Quando um médico chega de volta ao plano divino, reconhece a medicina espiritual como sendo maior do que aquela que aprendeu academicamente na terra e ver que precisa reciclar-se com Jesus.

E recomeça de onde parou, isto é, do básico. Fascina-se com o que aprende. Especializa-se novamente com os grandes mestres do plano dos espíritos.

Corajosamente conclui o seu curso e recebe o certificado que lhe conferirá o posto de médico do além.

Sem essa credencial, ele não atuará junto aos médiuns terrenos. Os médiuns terrenos atuarão junto a eles de forma simbiótica por também já terem passado por essa experiência na carne, e ao que passa acessar o esse seu arquivo em conúbio com a energia do companheiro que é alguém que a ele está ligado afetivamente pelos laços do passado.

Dar-se a relembrança, pois o currículo da medicina está registrado na sua alma.

E assim o trabalho flui com a supervisão superior.

E os encarnados são assistidos de forma inusitada.

O médium sempre fica surpreso com o que o médico fez através dele, porque nenhum paciente é atendido igual ao outro.

A medicina do além para o médium e para o médico é uma grande porta de evolução.

Durante o transe eles tornam-se unos. Amor e resgate para as duas partes.

A medicina do além tem recursos próprios e muito particulares para todos os tipos de doenças.

Mas ser curado com a medicina de Jesus vai depender da mudança da alma. Muitas vezes Deus oferece ao paciente uma nova chance de ressarcimento. E notadamente quem não aproveitar a dose oferecida, no futuro o mesmo processo poderá repetir-se.

Espíritos cada vez mais se preparam para esse trabalho encantador, porém de muita responsabilidade.

Contudo os auxiliares desse trabalho da terra precisam estar conscientes do seu papel. Não somente querer, devem também entrar na conexão da responsabilidade e da mudança interior: Pensar na melhora das pessoas, terem discrição e empatia com o processo de cada um. Jamais condenar e sentir que ali está uma alma devedora tal como todas.

O auxiliar do trabalho de cura deve todos os dias entrar em conexão com a sua própria cura.

Caso o faça, a equipe poderá fazer a sua parte mesmo a distancia. Além da brandura devem compreender o que é a medicina de Jesus para poder atuar melhor nesse minado campo de luz.

Há outros profissionais que também operam invisivelmente junto aos trabalhadores: Os medidores de pressão, enfermeiros, perfumadores, transmutadores de energias, encaminhadores de pedidos, etc.

Portanto acima da equipe há muito enfermos que se mantém em posição de recebimento da energia que lá é encaminhada pelos benfeitores.

Ao término, o trabalho todo é avaliado.

Na terra, os afiliados no sentido individual e grupal podem e devem se avaliar, é importante.

Quanto mais se avalia mais se aprende e esse trabalho vai render mais frutos de amor e benevolência.

Durante a avaliação ninguém deve se agredir, já que o objetivo é ajudar na cura das pessoas e conscientizá-las da vida.

Mas é bom que agradeçam a feliz oportunidade de fazerem parte dessa grandiosa equipe.

Ao mesmo tempo em que os trabalhadores se doam, recebem a sua porção de ajuda.

Mas é preciso manter a paz interior.

Quando a desarmonia acontece o trabalho dos auxiliares invisíveis se amplifica
para contornar. Mas a energia dos desarmonizados vai acima de tudo prejudicá-los, além do que contaminará o ambiente.

Portanto, seriedade muita seriedade.

Um trabalho da medicina de Jesus não é um joguete de ciúmes, inveja ou conflitos.

O comportamento deve ser impecável para a imagem de um trabalho dessa natureza junto a Jesus que ali está com o seu olhar dirigido a todos os pacientes e trabalhadores.

Se a harmonia é afetada, o trabalho também o será.

E convenhamos, quem vai para procurar ajuda ou participar, nenhum melindre deve demonstrar para com essa atividade.

O trabalho é do Cristo e quem for auxiliar aos profissionais do além, devem se manter sim em conduta alterada, mas para melhor.

Organizadores e organizados devem se manter na postura de ajuda, dispor-se a doar seja de que maneira for. Ademais um auxiliar pode exercer várias funções ao mesmo tempo ou não sem que seja exposto o seu papel de coadjuvante daqueles que procuram um meio de sanar os seus processos de saúde abalada.

Receber esses pacientes com muito amor, sejam quais forem.

A medicina de Jesus está para aqueles que crêem.

Se cremos que podemos ajudar com a nossa boa energia, que o façamos deprendidamente.

Quem procura um trabalho desse nível?

Pessoas enfermas do corpo e da alma.

E quem ajuda deve sempre agradecer a oportunidade de poder servir com a chama viva do seu coração.

A mediunidade é inerente ao ser humano. Mas a mediunidade deve sempre ser regida pela égide de Jesus. E se assim o for, a doação será feita sem preconceitos, desprendimento, dedicação, observações ou exigências.

Quem doa, doa de si com amor, nada pergunta e nada observa.
Portanto, sirvamos ao Cristo nessa modalidade de trabalho como deve ser.

Sem o sentimento de entrega e união, com certeza o trabalho não terá a aprovação do Cristo.

Reunam-se junto aos médicos dedicados do além, pois eles lhes pedem oportunidade para servir. Vem com todo amor que lhes confere no espírito. Vem com a vontade de exercer o seu papel de magistrado da medicina das hostes celestiais.

O trabalho deve acontecer na harmonia e na seriedade desejada, pois necessitamos dos encarnados para nos especializar cada vez mais na medicina que o Cristo nos autoriza realizar junto a vocês auxiliares dessa dignifica tarefa. Por isso necessitamos de auxiliares cada vez mais coesos para com os objetivos crísticos.

Deixem de lado a vaidade. Avaliem-se, pois o Cristo deseja contar com o amor de vocês sem desejar consagrá-los como figuras exponenciais, pois os trabalhos em equipe feitos com amor, soma em segredo, em disposição para servi-lo onde houver sinceridade com o aroma do seu coração para o coração do Cristo.

Com amor os tarefeiros da luz, tarefeiros da medicina de Jesus, sempre em favor da saúde das criaturas da terra.

Gonzaga

Canal: Francyska Almeida- Fortaleza -Brasil.
http://agrandefraternidadebrancauniversal.blogspot.com

A SIMBOLOGIA UNIVERSAL



O que são os símbolos e o que eles representam junto ao universo?

Os símbolos são poderes embutidos em sua geografia divina e absoluta.

Cheios de força em sua forma eles trazem em si fórmulas secretas vindas da sabedoria do nosso Senhor, o arquiteto maior de todas as vidas.

Um símbolo pode fazer a retirada de energias indesejáveis e deixar outras de bem estar. Mas também se dentro da sua estrutura tiver um marco para reverter negativamente, o fará juntamente com a ação do pensamento de quem vai manipulá-lo.

Os símbolos são preciosidades de Deus que estão para nos fazer refletir e ajudar em alguns impasses humanos a serem solucionados ou amenizados. Há uma infinidade de símbolos a seres compreendidos e usados para o bem da humanidade. E há na terra também infinitos processos a serem sanados.

Para muita gente eles são mistérios sutis bem elaborados.

Cada símbolo tem o poder em sua forma. Cada linha é uma expressão que cuida de determinado aspecto.

Cada forma seja ela geométrica ou não é um carinho de Deus para com os seus amados filhos.

Os símbolos são captados pelas mentes dos canais ao longo de milênios e milênios de anos, sabedoria esta que sempre chegou para os mais sensíveis dentro do curso da história universal.

Não se tem registros sobre o primeiro símbolo que chegou na antiguidade para o homem. Sabemos somente que eles vêm tendo funções especificas para cuidar das criaturas que neles acreditam e que os buscam como fonte de tratamento de suas almas ou de outras almas que necessitam do seu concurso.

Contudo, com a assistência do amor divino eles continuam a ser elaborados e criados no plano superior por técnicos encarregados e especializados. Recentemente foram entregues inúmeros símbolos para esse novo tempo. Todos tem a mesma finalidade: Construírem a nova era junto ao homem moderno. Os símbolos que chegam à terra estão cada vez mais imantados de força para auxiliar a todos, do mais simples ao mais nobre.

Aqueles que se sentirem atraídos pelos símbolos de cura e poder, podem se candidatar para recebê-los. Mas atenção: Um símbolo não é um simples desenho, é uma forma capaz de ajudar o homem em vários processos embaraçosos de sua vida.

Os canais que se predispuserem a recebê-los, terão todo aconchego dos seus engenheiros e idealizadores amorosos do universo. Mas ao canalizar esses símbolos, precisarão ter muito respeito e carinho, porque eles não são meros rabiscos, são desenhos sérios para aplicação de cura e equilíbrio a quem desejar.

Nesse momento os símbolos também serão recursos fantásticos que as criaturas vão poder usar em suas casas sem o auxilio de terapeutas ou de outros profissionais com muita atenção e reverência.

Um símbolo bem utilizado pode acelerar uma mudança, ou fazer acontecer um velho sonho!

Portanto, os símbolos sagrados são grandes instrumentos de ajuda à humanidade, pela sua simplicidade e praticidade eles chegam para vós como presentes dos céus para lhes trazer felicidade.

O amor e a luz que brilha no universo, está presente em todos eles, pois durante a sua elaboração partículas especiais de sua força os imantou para a glória e o equilíbrio de quem for usá-los neste século e nos vindouros.

Repasso com amor aos seus corações esses singelos esclarecimentos os quais meu espírito tão bem conheceu e agora volta a preservá-los dentro de si com mais clareza e muito mais responsabilidade.

Tautte

Canal: Francyska Almeida-150607-Fort-Ce.

Nota: Tautte, é um espírito milenar e egípcio de coração. Com a sua sabedoria e o seu amor trabalhava muito durante o repouso físico em sua última existência. Poucos dias após ter partido da terra com apenas dez anos, voltou às suas lides trazendo-me essa bela página, e, sequencialmente um livro. Tautte é também um espírito muito querido ao meu coração. Somos ligados pelos laços da amizade aconchegante de ontem e de hoje. Minha eterna gratidão não somente a ele, mas a Deus e aos demais independente dos nomes que possam assinar que passam pela minha mente e pelo meu coração através do intercâmbio sutil e amoroso que flui pelas vias do processo canalizador universal.

http://novaera-cristaiscelestes.blogspot.com

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