sábado, 21 de agosto de 2010

RESERVE UM TEMPO PARA VOCÊ


Observando os ciclos da natureza, sempre se renovando, notamos o mecanismo principal do processo evolutivo. Os ciclos buscam a harmonia, a perfeição, vão acrescentando conhecimento e experiência.
Nosso corpo também produz em condições e tempo necessários as reações para que possamos nos reequilibrar, aprender e evoluir. O que nos leva à reflexão: tempo é justamente o que não temos, não é mesmo? Tempo de se equilibrar, tempo de assimilar, tempo de se cuidar. Tempo de respeitar o tempo. Não, não temos mais... As prioridades são produzir, trabalhar, ganhar. Tudo isso agora, não amanhã, muito menos para um futuro incerto.
Mas perdemos muito escolhendo essas prioridades. Perdemos o equilíbrio, ou melhor, a chance de mudança de rumo. A percepção do fluir dos ciclos, o aprendizado através do processo.

Em busca do equilíbrio

Prioridades erradas trazem desequilíbrio. E a intenção principal do desequilíbrio, do desconforto, da insatisfação é à busca do equilíbrio e a do autoconhecimento, seja através de florais, da terapia holística, pela meditação, etc. São ferramentas de suporte para enfrentar o desafio de se autossuperar. Assim, enxergamos o desequilíbrio, a crise, como parte de um processo, o início de um movimento de aperfeiçoamento.
Uma dica para organizar a mente e compreender o que é ou não prioridade é o uso da pedra sodalita. Nesses momentos pode-se colocá-la no chakra frontal (região entre as sombrancelhas) de 5 a 20 minutos.

Sobre a Sodalita

A Sodalita prepara a mente para o recebimento da visão interior e do conhecimento intuitivo. Extrai pensamentos profundos desobstruindo a mente para que funcione apropriadamente. Proporciona a habilidade de pensar de forma racional e intelectual para chegar a conclusões lógicas.
Esta pedra é também utilizada para obter compreensão intelectual da essência de um indivíduo ou situação. Remove antigos padrões mentais do subconsciente para abrir caminho ao pensamento consciente. Ajuda a deixar pra trás o passado e olhar para o futuro. Sua função é estabilizar o fluxo desordenado, num ritmo equilibrado, transformando a energia confusa em clara e objetiva.

Terapeuta Holística. Especialista e estudiosa das pedras e cristais há 15 anos, se dedica à junção de técnicas para o equilíbrio e harmonização, como Cristalopuntura e Reikristal.

POSITIVIDADE

SABEDORIA DOS ANJOS

com Sharon Taphorn
“Quando você é positivo, continua a dirigir um fluxo de energia de vibração elevada”

Todos os seus pensamentos, palavras e ações rendem dividendos imediatos, assim invista sabiamente. Você tem o poder de escolher os seus pensamentos e, portanto, os Anjos recomendam que você escolha pensamentos que estejam alinhados com o amor, a paz e a harmonia. NÓS podemos auxiliá-lo na sintonização com estas freqüências mais elevadas a qualquer momento que nos invoque.

Seus pensamentos e as suas atitudes se tornam conhecidos em cada área de sua vida, assim se concentre no amor, nos resultados abundantes e auspiciosos e observe como a mágica começa.

Afirme freqüentemente: “Eu sou positivo e cheio de alegria.”

Você é ternamente amado,

Os Anjos
PAZ E SERENIDADE


"Você é Abençoado ao atrair para você a Serenidade, o Amor, a Tranqüilidade e a Paz."

Os Anjos lhe pedem que difunda estas belas qualidades para os outros.

Permita que este seja um momento de novos inícios e olhe para o passado como uma bênção em sua evolução.

A Sabedoria dos Anjos lhe lembra que você não estaria onde está agora, se não fosse por tudo o que você tem passado.

Celebre quem Você É e em Quem está se tornando, pois você é realmente uma Bela Luz que faz uma diferença no mundo.

Afirme freqüentemente: "Eu Sou Uno(a) com todos, na Paz e na Serenidade.

Você é ternamente amado,

Os Anjos
www.playingwiththeuniverse.com
Tradução: Regina Drumond - reginamadrumond@yahoo.com.br

MEUS AMIGOS ANIMAIS - MENSAGEM DE GANDHI




MEUS AMIGOS ANIMAIS

Estamos assistindo o limiar de uma era ! A Paz não existiu...Mais adiante...quem sabe?
Esperaremos....não é quimera !

Esperemos o dia de amanhã Que promete obras maiores, Pois os homens serão melhores !
Serão outros...Não somente seus espíritos reencarnados...Meio a meio adornados...Outras mentes...Mais experientes...Na expansão da visão de igualdade...Todos filhos do ímpar vulto da eternidade: O Absoluto, o guardião de seus amados !

O limiar da senda percorrida Esgarça-se em fenda profunda Que nos faz enxergar o insondável
Reino da quietude do erro... Deflagrado em ....lamentável Fruto do vício do medo De ser bom, sem conceber Que, do mal exalam, o inaceitávelOdor de suas chagas imundas !

E isso atormenta...é uma dor !É um momento de medo...É um momento de horror É bem mesmo assustador !
Entretanto, o que fazer agora o ser humano? Não obstante o despropósito
De sua semeadura infecunda, Esquece ele e parte, sem depósito De algo que supra essa lacuna !
Restam os espinhos das sarças venenosas Que cresceram sem cuidados...Ao relento...em vosso mundo ! E machucam...espetados...E sangram...sem serem lembrados Pelas almas que somente gritam brados

De mil veias de lições tão enganosas...A quem compete colher os espinhos? O que fazer agora o ser humano? Restando esses espinhos pertinazes Pensa ele que caminha só plantando Tantos focos de mil desumanidades, Pelas sendas humanas, espalhando...Para onde corre o homem agora? Foge ele de sua história? A quem clamar socorro ?Se o maior médico está zangado !!
Então o homem paralisa seu frenesi... assustadoE pergunta:- E agora?

E agora? O que aprender assim, de última hora? Percebam...estão sem rota ! Estão sim, confusos ! É evidente ! Ninguém tem certeza de nada !Está todo mundo em parafuso...
Só observam e escutam, no imo do coração Clamando em muita oração O rumor do farfalhar Do imprevisível “acabar” ! A angústia da impermanência E de tudo em instantes mudar E qualquer coisa assolar Alivia, alguns, porém, Como os sábios, em placidez, Que, pautando-se na paciência...Evitam a insensatez !

Os incautos e rudes, no entanto, Os embriagados em todo canto No torpor milenar do “nada”... Nada mesmo cogitam ! Espremem-se na ganância De serem ou terem, e se agitam Engrossam a turba que não cala A retórica vã da ignorância ! Muitos articulam esperanças vãs Sonham em correr e se salvar! Tornaram -se seus afãs...A que agora se dedicar ?A inexistência de certezas hipnotiza Os seres, na estagnação das horas...O que esperam? O que criar ? Se a esperança foi-se e os paralisa...? !!

A que dedicar-se o homem Sem visão clara de o que está vindo? Pensem ! Porque não ficam agindo? O obsoleto e a obscuridade do momento aflige...Suas forças em debate os consomem
E não percebem que o bem lhes faz convite ! Em que confiar ?A hipótese do encanto do cosmo vivenciável Anestesia a engrenagem da vontade de crescer...E os homens nos parecem abelhas Sem colméia, sem rainha ! Falam só no apreciável Por suas mentes, sem saber Que se ocupam muito ainda Com falácia lamentável ! E eu pergunto a quem quer ver: Com quem agora te assemelhas?

A visão do trágico derrama No imaginário das almas Que vivem no ideal do ordinário A angústia que não contemplavam Sobre ondas gigantes que, em sonho, Ninguém nunca imaginava E somente se encantavam Com promessas das crendices De suas lendas, em mesmices ! A glória de alguns, porém Chega sim, embora ao resto Da humanidade que, atesto,
Não amou, ou amou pouco, Em brumas de fantasia Crêem ser do Pai eleitos E se sentem escolhidos...Não percebem seus defeitos ! Não tem pontos merecidos ! Nem se arvoram em, tampouco, Buscar verdades de alegria !Temo ver sua agonia !

A verdade se confunde...Dentre as torpes lendas cruas Que não lutam pelas ruas Amparando as almas puras ! E a dor de suas almas incute Em nossos peitos doridosPor vermos o bem, tão salubre Entorpecido, bem alhures, Mesmo em meio a tantos gemidos. Dos irmãos, em prantos contidos! O rumo mais atraente, De forma incompreensível,É a marca bem evidente Daquele que não é sensível À dor de seu semelhante... Que escolhe o caminho sem volta De crer estar seguro, e que é crível Que tem um amparo invisível De anjos, que estão sim, em revolta !

As sagas dos realistas exaurem Seus sopros de alerta, inaudíveis, Por todos os que, impassíveis,
Só crêem que é luz o que haurem Dentre o bem que não lembrais Hoje anseio concitar
Nessa história toda, enfim, Vossas almas em pensar Onde ficam os animais ? Como será o seu fim ? Quem são eles nessa hora? Em tempo, aliás, pergunto: Quem são eles, sempre? Agora É o momento deste assunto. Para onde irão ? Já pensaram Porque estão em meio às dores
Porque transbordam fedores Das matanças que os fadaram ?

Raia um novo entendimento Sobre essas companhias Que são partes de suas almas Para menos agonias Terdes, e sentirdes calma...Disso, porém, não sabíeis,Por tantas vendas nos olhos De vossa razão, com abrolhos Que ferem sem ver e saber...
Que os próprios amigos antigos Dos orbes que em que não mais cabíeis
Voltaram aos reinos das almas Para eles, tão queridos,
Para ajudar no momento Da travessia, em lamento, Dos seus pares, em tempos idos...Sim...Não tendes este conhecimento !

Num átimo pensa em teu cão Teu gato, teu ganso ou lagarto, Observa melhor o teu bicho... O que faz ele ao teu lado? É um capricho ? Pensa, em que Deus teria errado ? As órbitas estão mudadas..Os ciclos, os prumos, os eixos... Os homens sobre isso algo já sabem...Mas, questionem, reflitam em seus meios O porque sangram ovelhas em prantos Embora o sentido que abracem De que assim os deuses permitem, Para os homens de todos os cantos... Mas, vamos...É um novo momento ! Percebem que eles sofrem, gemendo Para dar, como alimento,
Sua energia a seus parceiros ? Não obstante a função Que tiveram em muitos eitos Das vidas humanas, nascendo Num mundo de tantos tormentos Rendamos a eles o bom preito Em gratidão exemplar Pelas vidas que tiveram que dar Para seus pares impulsionar...

Olhem para eles, se acalmem... Parem as lutas sem eira Criem nova sementeira Boa luta pra lutar ! Escutem o que o Pai quer mostrar Aos seres que já sabem amar ! Percorrem eras ao teu lado... Não sabes? Não imaginas ? Vê se agora tu te atinas... E se fossem teus filhos, de agora, Dando adeus aos seus iguais ? Chegou, enfim, a sua hora !








Estão cansados demais....










Vai mudar teu alimento
Ajoelha, em humildade,
A teus filhos ou amigos
Agradece, de verdade !
Pois o Pai os vai levar
Dentro em breve,
Após tormentos
De alguns anos, pra mais leves
Serem seus fardos escravos

De homens tão desumanos
Seus algozes, seus carrascos!
Mas pra luz sutilizar...
No entanto, após suas benesses

De seres em franca renúncia
O Pai este ciclo encerra...
Enfim, chegam benditos momentos
De trégua pra eles, teus manos !
Que voltam bem quase a voar
Aos seus reinos em algum lugar
Deixando outras raças vivendo
Ao lado de seus bons humanos...
Graças ! Tudo vai tudo mudar !


Frio e fome são só para vós ? Vamos falar mais dos nós Que algemam essa humanidade Esqueçam as coisas sem preço
Que nada fazem, em verdade, E só fogem do correto endereço Dos que precisam de ajuda de gente lutando por eles Pois que gemem por demais !
Façam algo ! Vê se escuta Tudo o que não aparece Desprezível o que ocorre Sem que vejas, ademais !

Ver todo esse sangue que jorra
Em rios de dores não vistas
Com perdão do Pai eu digo
Sem estar mais perto agindo
Quanta dor, Pai ! De mim mesmo esqueço !

**** Cachorros
Chega ! Nem ver isso mais eu mereço !
O ruído deles, o cheiro,

A presença deles no ar, No mato, nos campos, no mar...E os tantos que vivem na rua ? Te diz algo ? Ou vives na Lua ?
Como vais para o além Se nem sabes sobre isso ? O amor existe? Pensa nisso ! Eu só vejo muito desdém... Ama-os ?
Pensa !
Como é o teu olhar para eles ? Não me compreendes ? É um assunto inusitado ? Desta fala tu estás cansado ? Pois então porque pensas que sois bom ? Sois bons?



Nunca houve maior beleza...
É um cenário de deslumbramento
Ver suas formas..
Ver suas cores...
De Deus é uma grande proeza...
É um enlevo, me dá encantamento !




Meus amigos....
Seus gorgeios, seus rumores...
Sem sabê-los, vós, os homens,
Lhes facultam só horrores...!
C onhecê-los... Porque não?

Seus pavores...Quantas dores !
É oficina de labor,
Dentre as mágoas do teu ser
Pra tua alma que me escutas
A quem peço, vê se ajudas !


Por todas as lutas travadas
Do teu ser que ninguém vê
Vai em busca da esperança,
Alem de amparar a criança
Olha a beleza de outro ser !






Vai ver bichos a morrer !
Clama ao mundo mais crescer e
Mais um tanto ele faze
r
Por aqueles que esperar
Ver o sol do amor nascer !



De teu ser surjam olores
De flores novas em cores
De luz tão potente que amplie A força desses novos valores !
Descobrir, enfim,Talvez...Que tu podes melhor agir Fazendo ao homem sentir Que pode melhor ser seu fim !

Melhor plantar a bondade Em marchas de claridade Estendendo a mão amiga A uma saga de valor !
Um tempo que chega, sorrateiro Em meio às certezas do após... Clama que se façam canteiros De mais flores, em meio aos seus pós !
Num tempo em conflito dos seres Mesmo os que amam Jesus
Travam sem bases na luz Disputas, terrores, juízos...

Muda em carinhos teus gestos Ora por eles em teus nichos Aos santos que sabem dos funestos Horrores dos antros infelizes...Amparando as sendas tão tristes De teus parentes, que os omissos Servem, em pratos, os restos Dos que morrem para cumprir teus caprichos !
Cuida deles...
Os Socorre !

Quanto desdém...É terrível !Permanecer, morrer...Para que tanta balbúrdia ?Na verdade ninguém morre !Pára a luta que conspurca !
Vê o tempo sim que corre Com final imprevisível ! Sentido tua vida só tem Se puderes ir além...Vencendo um tempo sem cor
Onde grassa o desamor !

Por falta de olhar e saber Que não fazes Por que não sabes...Chega a hora de eu dizer
Que a vida de teus companheiros Existe para que possas,Treinar a existência do Amor !

Num coração que não sabe Qual vai ser a sua rota, por fim... Há tempo pra reconhecer
Que são eles teus filhos do além Caminhando ao teu lado Em tua vida...enfim,
Enquanto tu aprendes Tão lento, anestesiado,Sobre o “Ser” e o “Fazer"De quem agora quer ver !

Não só por tua alma Mas pelos teus ! Os que vieram Pra te dizer: Olha por nós ! Lembra de nós !

Eu peço:

Olha para os animais...Meus amigos...Cuidai deles,
Indo ou voltando,De mundo após mundo, tu errando,Experienciando ou tentando...
Lembrai deles! Desse assunto...De todos esses que vem te amando!Animais...Os meus parceiros
De caminhos e canteiros Que entre as dores De suas vidas, Sem favores

Sem amigos
São meus filhos !
São teus filhos !
São tão ternos mensageiros !

Cuidai deles !
Eu vos clamo !




São tão doces...
Dá teus mimos
A esses valentes e antigos
Seres que vêm nos pedindo



- Olhem por nós,
Seus amigos !




- Lutem por nós ! Dizem eles...
No silêncio de seus olhares sofridos: -Aplaquem os vossas pendores ! Pois que somos, em tempos de luz Quando acaba o vosso fanal, Anjos que, como animal, Nestes orbes em que prevalece o mal Amparamos como outros pastores Do aprisco do meigo Jesus Todos vós que também tendes pavores, Vencendo as eras de cruz ! - Em meio às nossas implacáveis dores Suportando tantos horrore Somos iguais, e como atores Na Terra, esperando fulgores... Somos todos teus amparadores Teus parentes...teus dantes AMORES !


GANDHI

Mensagem telepática em 19 de agosto de 2010, por Rosane Amantéa.
@Rosane Amantéa 2010

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EU ACREDITO NAS PESSOAS



Especialmente naquelas em que habita algo mais que a humanidade.
Aquelas que, às vezes, a gente confunde com anjos e outras entidades divinas…
Falo daquelas pessoas que existem em nossas vidas e enchem nosso espaço com pequenas alegrias e grandes atitudes…
Daquelas que te olham nos olhos quando precisam ser verdadeiras, que tecem elogios, agradecem e pedem desculpas com a mesma simplicidade de uma criança…
Pessoas que não precisam fazer jogos para conseguir o que buscam, porque seus desejos são realizados por suas ações e reações, não por seus caprichos…
Pessoas que fazem o bem e se protegem do mal, apenas com um sorriso, uma palavra, um beijo, um abraço, uma oração…
Pessoas que atravessam as ruas, sem medo da Luz que existe nelas, caminham firmes e levantam a cabeça em momentos de puro desespero…
Pessoas que erram mais do que acertam, aprendem mais do que ensinam e vivem mais do que sonham…
Pessoas que cuidam do seu corpo, porque este os acompanhará até o fim.
Não ficam julgando gordos ou magros, negros ou brancos…
Pessoas, simplesmente pessoas, que nem sempre têm certeza de tudo, mas acreditam sempre. Transparentes, amigas, espontâneas, até mesmo ingênuas…
Prefiro acreditar em relacionamentos baseados em confiança, serenidade, humildade e sinceridade…

Prefiro acreditar naqueles encontros, que nos transmitem paz e um pouco de gratidão…
Prefiro acreditar em homens e mulheres, que reverenciam a vida com a mesma intensidade de um grande amor…
Que passam pela Terra e deixam suas marcas, suas lembranças, que deixam saudades e não apenas rastros…
Homens e mulheres que habitam o perfeito universo e a perfeita ordem nele existente…
Homens e mulheres de alma limpa e puros de coração.

Fonte Ana Maria Braga

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

A LENDA DA FLOR DE LÓTUS



Certo dia, à margem de um tranqüilo lago solitário, a cuja margem se erguiam frondosas árvores com perfumosas flores de mil cores, e coalhadas de ninhos onde aves canoras chilreavam, encontraram-se quatro elementos irmãos: o fogo, o ar, a água e a terra. - Quanto tempo sem nos vermos em nossa nudez primitiva - disse o fogo cheio de entusiasmo, como é de sua natureza. É verdade - disse o ar. - É um destino bem curioso o nosso. À custa de tanto nos prestarmos para construir formas e mais formas, tornamo-nos escravos de nossa obra e perdemos nossa liberdade. - Não te queixes - disse a água -, pois estamos obedecendo à Lei, e é um Divino Prazer servir à Criação. Por outro lado, não perdemos nossa liberdade; tu corres de um lado para outro, à tua vontade; o irmão fogo, entra e sai por toda parte servindo a vida e a morte. Eu faço o mesmo. - Em todo o caso, sou eu quem deveria me queixar - disse a terra - pois estou sempre imóvel, e mesmo sem minha vontade, dou voltas e mais voltas, sem descansar no mesmo espaço. - Não entristeçais minha felicidade ao ver-nos - tornou a dizer o fogo - com discussões supérfluas. É melhor festejarmos estes momentos em que nos encontrarmos fora da forma. Regozijemo-nos à sombra destas árvores e à margem deste lago formado pela nossa união. Todos o aplaudiram e se entregaram ao mais feliz companheirismo. Cada um contou o que havia feito durante sua longa ausência, as maravilhas que tinham construído e destruído. Cada um se orgulhou de se haver prestado para que a Vida se manifestasse através de formas sempre mais belas e mais perfeitas. E mais se regozijaram, pensando na multidão de vezes que se uniram fragmentariamente para o seu trabalho. Em meio de tão grande alegria, existia uma nuvem: o homem. Ah! como ele era ingrato. Haviam-no construído com seus mais perfeitos e puros materiais, e o homem abusava deles, perdendo-os. Tiveram desejo de retirar sua cooperação e privá-lo de realizar suas experiências no plano físico. Porém a nuvem dissipou-se e a alegria voltou a reinar entre os quatro irmãos. Aproximando-se o momento de se separarem, pensaram em deixar uma recordação que perpetuasse através das idades a felicidade de seu encontro. Resolveram criar alguma coisa especial que, composta de fragmentos de cada um deles harmonicamente combinados, fosse também a expressão de suas diferenças e independência, e servisse de símbolo e exemplo para o homem. Houve muitos projetos que foram abandonados por serem incompletos e insuficientes. Por fim, refletindo-se no lago, os quatro disseram: - E se construíssemos uma planta cujas raízes estivessem no fundo do lago, a haste na água e as folhas e flores fora dela? - A idéia pareceu digna de experiência. Eu porei as melhores forças de minhas entranhas - disse a terra - e alimentarei suas raízes. - Eu porei as melhores linfas de meus seios - disse a água - e farei crescer sua haste. - Eu porei minhas melhores brisas - disse o ar - e tonificarei a planta. - Eu porei todo o rneu calor - disse o fogo - para dar às suas corolas as mais formosas cores. Dito e feito. Os quatro irmãos começaram a sua obra. Fibra sobre fibra foram construídas as raízes, a haste, as folhas e as flores. O sol abençoou-a e a planta deu entrada na flora regional, saudada como rainha. Quando os quatro elementos se separaram, a Flor de Lótus brilhava no lago em sua beleza imaculada, e servia para o homem como símbolo da pureza e perfeição humana. Consultaram-se os astros, e foi fixada a data de 8 de maio - quando a Terra está sob a influência da Constelação de Taurus, símbolo do Poder Criador - para a comemoração que desde épocas remotas se tem perpetuado através das idades. Foi espalhada esta comemoração por todos os países do Ocidente, e, em 1948, o dia 8 de Maio se tomou também o "Dia da Paz".


A flor-de-lótus (Nelumbo nucifera), também conhecida como lótus-egípcio, lótus-sagrado e lótus-da-índia, é uma planta da família das ninfáceas (mesma família da vitória-régia) nativa do sudeste da Ásia (Japão, Filipinas e Índia, principalmente).


Olhada com respeito e veneração pelos povos orientais, ela é freqüentemente associada a Buda, por representar a pureza emergindo imaculada de águas lodosas. No Japão, por exemplo, esta flor é tão admirada que, quando chega a primavera, o povo costuma ir aos lagos para ver o botão se transformando em flor.
Lótus é o símbolo da expansão espiritual, do sagrado, do puro.
A lenda budista nos relata que quando Siddhartha, que mais tarde se tornaria o Buda, tocou o solo e fez seus primeiros sete passos, sete flores de lótus cresceram. Assim, cada passo do Bodhisattva é um ato de expansão espiritual. Os Budas em meditação são representados sentados sobre flores de lótus, e a expansão da visão espiritual na meditação (dhyana) está simbolizada pelas flores de lótus completamente abertas, cujos centros e pétalas suportam imagens, atributos ou mantras de vários Budas e Boddhisattvas, de acordo com sua posição relativa e relação mútua.
Do mesmo modo, os centros da consciência no corpo humano (chacras) estão representados como flores de lótus, cujas cores correspondem ao seu caráter individual, enquanto o número de suas pétalas corresponde às suas funções.
O significado original deste simbolismo pode ser visto pela semelhança seguinte: Tal como a flor do lótus cresce da escuridão do lodo para a superfície da água, abrindo sua flores somente após ter-se erguido além da superfície, ficando imaculada de ambos, terra e água, que a nutriram - do mesmo modo a mente, nascida no corpo humano, expande suas verdadeiras qualidades (pétalas) após ter-se erguido dos fluidos turvos da paixão e da ignorância, e transforma o poder tenebroso da profundidade no puro néctar radiante da consciência Iluminada (bidhicitta), a incomparável jóia (mani) na flor de lótus (padma). Assim, o arahant (santo) cresce além deste mundo e o ultrapassa. Apesar de suas raízes estarem na profundidade sombria deste mundo, sua cabeça está erguida na totalidade da luz. Ele é a síntese viva do mais profundo e do mais elevado, da escuridão e da luz, do material e do imaterial, das limitações da individualidade e da universalidade ilimitada, do formado e do sem forma, do Samsara e do Nirvana.
Se o impulso para a luz não estivesse adormecido na semente profundamente escondida na escuridão da terra, o lótus não poderia se voltar em direção à luz. Se o impulso para uma maior consciência e conhecimento não estivesse adormecido mesmo no estado da mais profunda ignorância, nem mesmo num estado de completa inconsciência um Iluminado nunca poderia se erguer da escuridão do Samsara.
A semente da Iluminação está sempre presente no mundo, e do mesmo modo como os Budas surgiram nos ciclos passados do mundo, também os Iluminados surgem no presente ciclo e poderão surgir em futuros ciclos, enquanto houver condições adequadas para vida orgânica e consciente. 

http://www.viacapella.com.br/portal/lotus.htm

AMOR ENTRE ALMAS



Amor entre almas!!!!

Amor entre duas pessoas é algo muito bonito...
Primeiro olhar,
primeiro encontro,
primeiro beijo.
Tudo muito bonito,
tem o toque de pele que faz arrepiar,
beijar na boca,
chamar de meu bem.
Hum!!! É tudo de bom!!!
Mas...
Existe um amor maior do que esse...
Muitos podem perguntar, existe?
Existe sim!!
O amor entre duas almas...
Muitos poderão até rir,
achar graça,
dizer isso é coisa de gente maluca e sonhadora.
Ele existe e é muito papável.
Quando duas almas se encontram...
Elas se olham com os olhos do coração,
tocam-se com a emoção,
beijam-se com a sensibilidade que possuem.
Aí o amor explode dentro do peito como uma bomba.
A alma passa a desejar a outra com todo o seu ser.
Sua alma tem o desejo e a necessidade de deixar que a
outra o conheçam por inteiro...
Elas se despem diante uma da outra, desabrocham como
um botão em flor...
Revelando até seus segredos e desejos mais íntimos uma
para outra,
porque ela sabe que a outra já faz parte de si, não tem.
Medo de mostrar-se como realmente é, como se sente.
Elas sempre querem ter uma à outra por perto,
mesmo que a sua razão grite...
Não!!!
Não!!!
Sua alma grita...
Sim!!!
Sim!!!
Amor de alma,
quando você encontra,
parece que virá gêmea,
é o mesmo que encontrar o céu, o paraíso.
Você passa a levitar...
Fica em estado de graça,
em um êxtase total...
Mesmo que achamos que isto é loucura,
e é mesmo,
porque nosso mundo racional vira de pernas para o ar...
Porque quando esse tipo de amor acontece é algo novo
para nós, não estamos e não fomos preparados para esse
tipo de amor.
Ele nos é desconhecido, sempre temos medo do
desconhecido....
Medo de algo que não temos controle absoluto...
Mas...
Ele existe, é real, muito real...
Nossa alma chama e grita pela outra alma.
Elas sentem faltas e necessidade de se tocarem...
Elas querem se abraçar...
Elas querem se beijar....
Pode ser loucura,
mas se acontecer com você,
não tenha medo...
Deixe sua alma viver esse amor,
esse instante mágico.

A LENDA DO ARCO ÍRIS



A LENDA DO ARCO IRIS
Uma vez, há muitos anos, todas as cores do mundo começaram, a discutir reclamando cada uma ser a melhor, a mais importante, a mais útil, a mais favorita.

O VERDE dizia: “É evidente que sou a mais importante. A minha cor é sinal de esperança. Fui a cor escolhida para os prados, para as árvores, para as folhas. Sem mim todos os animais morreriam. É só olhar por esses campos a fora para ver como estou em maioria.


O ROSA ergueu-se em toda a sua majestade: era muito alto e falou com grande pompa: “sou a cor da realeza e do poder. Os reis, os chefes e os bispos escolheram-me sempre porque sou sinal de autoridade e sabedoria. Ninguém me questiona, todos me escutam e obedecem”.


O AZUL interrompeu: “só estás a pensar na terra, mas olha para a cor do céu e do mar. A água é a base da vida e são as nuvens que a tiram do mar azul. O céu oferece espaço, paz e serenidade. Sem a minha paz, não passaríamos de corpos atarefados”.


O AMARELO riu: “são todas tão sérias. Eu trago o riso, a alegria e o calor para o mundo. O sol é amarelo, a lua é amarela as estrelas são amarelas. Sempre que se olha para um girassol o mundo inteiro começa a sorrir. Sem mim não haveria nada de divertido!.


Foi o BRANCO que a seguir fez soar a sua voz: “sou a cor das coisas simples e pura, sou o símbolo da paz e da tranqüilidade, onde você encontra o branco, com certeza o criador do universo ali se encontra”.


O VERMELHO já não agüentava mais berrou: “sou eu que mando em vocês todas, sou sangue da vida. Sou a cor do perigo e da bravura, estou sempre pronto a lutar por qualquer casa. Trago fogo no sangue. Sem mim a terra estaria tão vazia como a lua. Sou a cor da paixão e do amor, da rosa vermelha e da papoula”.


O VIOLETA falou muito mais calmamente que os outros todos, mas com a mesma convicção: “pense em mim. Sou a cor do silêncio. Não dão nada por mim, mas sem mim todos são superficiais. Represento o pensamento e a reflexão, o corpúsculo e as águas profundas. Sou preciosa para o equilíbrio e o contraste, para a oração e paz interior. E assim continuarão a contar os seus louvores, convencidas que cada uma era melhor que as outras, e a discussão ia se tornando cada vez mais barulhenta. De repente, um relâmpago riscou o céu com seu terrível brilho branco, o trovão ribombou e troou”.


A chuva começou a cair incessantemente. As cores encolheram-se todas com medo encostando-se uma às outras a procura de um pouco de conforto.


Então a chuva falou: “Vocês patetas, a lutar uma com as outras, cada uma a tentar dominar as outras”.

Dêem as mãos e venham comigo. Venham cruzar o céu, e lembre-se que todas são queridas e podem viver juntas em paz”.
Assim nasceu o Arco Íris.

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