quarta-feira, 21 de abril de 2010

Plenilúnio de Touro - FESTIVAL WESAK



Quarta-feira 28 de Abril de 2010 - 12:20 hs pm GMT
 
O Festival de Wesak marca o nascimento, iluminação e morte de Gautama, o Buda  e é o grande Festival de Encontro Espiritual do Oriente com o Ocidente.
 Na lua cheia de Touro é realizada a celebração máxima do Budismo, o Festival de Wesak, no vale dos Himalaias, na India, em homenagem a Lord Gautama.  
A palavra WESAK origina-se no Sânscrito e quer dizer MAIO.
Na realidade (maio ou wesak) em sua Lua Cheia é comemorado com um festival mundial, onde pessoas de todas as partes do planeta celebram a Vitória de Gautama.
Em cada Lua Cheia do ano, ocorre grande derramamento de Luz e de energias de Bênçãos para a humanidade. Assim sendo, ocorrem 12 ou 13 plenilúnios, com força energética especial que tem correspondência direta com o signo do zodíaco atualmente na época, porém o WESAK (MAIO) é um momento muito especial de Encontro de Anjos, Arcanjos, Mestres Espirituais, Elohins, Seres Extraterrestres Benevolentes, enfim Consciências Já Despertas e Evoluídas, jorrando Bênçãos à humanidade.
O Wesak é um momento especial pois renova nossas forças no sentido de acelerar nossa própria Iluminação e o ápice desse momento é quando a Lua Cheia de Maio surge no céu trazendo energia adicional e luminosa a cada pessoa que de puro coração se propor a renascer em si mesmo como a ave FENIX.
Este sagrado Momentum favorece a avaliação de nossas imperfeições mergulhando nos registros do subconsciente para descobrir e transmutar padrões rígidos e escravizantes que ainda possuímos em Liberdade, Felicidade e Iluminação.

PODEMOS NOS SINTONIZAR COM ESSE ACONTECIMENTO ESPECIAL ATRAVÉS DE: Meditações e orações; individuais ou em grupos, ou ainda rituais apropriados: Dois dias antes e dois dias depois fazer alimentação natural e no dia, jejum ou somente frutas. No lar ou no local aonde irá se dedicar às preces, podem-se colocar flores, incensos, velas, cristais e músicas com sons da natureza ou ainda com mantras.

Nota chave: "Vejo, e quando o olho está aberto tudo se ilumina" 

O Senhor Buda funciona na Vida planetária como o intermediário espiritual entre o centro planetário superior, Shamballa, “onde a vontade de Deus é conhecida”, e a Hierarquia Espiritual, o centro cardíaco planetário. Ele é a expressão da sabedoria de Deus e o indicador do Propósito divino. O Buda é a encarnação da Luz, assim como o Cristo é a encarnação do Amor. Serve durante o Festival de Wesak no período da Lua Cheia de Touro, para comunicar a luz da sabedoria à humanidade, através  do Cristo e da hierarquia. Cada ano, mediante este ato de comunhão e cooperação entre o Cristo e o Buda, se fortalece a relação planetária entre o centro “onde a vontade de Deus é conhecida” e o centro “que chamamos de raça dos homens”.
O festival de Wesak, é reconhecido por muitos como um dia de impacto espiritual supremo. Este festival não é uma celebração comemorativa mas um presente, um evento vivo, uma cerimônia sagrada que ocorre a cada ano entre Buda e o Cristo. A hierarquia espiritual une-se enquanto uma benção é derramada em nosso planeta.
Esta cerimonia marca um ponto elevado do ano espiritual e serve para vitalizar a aspiração de toda a humanidade, a evolução humana, os caminhos como uma fonte de luz e do amor, inspirando e estimulando todos os esforços que promovem a harmonia humana e planetária.
O esforço cooperativo da humanidade ao invocar as energias da luz e do amor, trabalhando junta na meditação e nas preces no festival de Wesak, a preservação de uma quietude interior, a atenção focalizada, engloba os participantes nessa força espiritual, possibilitando uma expansão da consciência mais intensa do que em qualquer outra época do ano. 

OS MANTRAS DA ALMA E DA MÔNADA

O Mantra da Alma foi transmitido pelo Mestre Ascensionado Djwhal Khul para a Terra, através de Alice Bailey. É um dos mantras mais poderosos do planeta e deveria ser recitado todas as vezes em que se iniciar algum trabalho espiritual.
MANTRA DA ALMA
Eu sou a Alma,
Eu sou a Luz Divina,
Eu sou Amor,
Eu sou Vontade,
Eu sou o Desígnio Imutável.
 
MANTRA DA MÔNADA
Eu sou a Mônada,
Eu sou a Luz Divina,
Eu sou Amor,
Eu sou Vontade,
Eu sou o Desígnio Imutável.
Ao recitar esses mantras, estaremos ativando nosso Eu Superior e a poderosa Presença do Eu Sou (Mônada).
  
Fonte:www.anjodeluz.com.br

quinta-feira, 15 de abril de 2010

PRECE DE PASSAGEM

Quando os gatos deixam seus corpinhos e vão para outra dimensão,eu acredito que nós, seres humanos, principalmente o dono do Gato,  deve fazer a Prece de Passagem, para libertá-lo do cordão de prata, que o une ao corpo e a nós os seus donos. É preciso libertá-lo deste Plano, para que possa viajar com Anúbis para o Outro Lado.
Anúbis é  "o Supremo Hierarca da Lei, o Juíz dos Tribunais de Deus”. Por isso, embora a vinda do Gato na Terra seja através de Bastet, que é a Deusa dos Gatos, Criadora de todos os gatos do Mundo, quando o Gato daqui vai embora, ele entra no barco de Anúbis, que o leva para o Outro Lado do Mundo.
Lá o Gato será entregue novamente à Sra. Sua Mãe Eterna,
Bastet, para que ela o coloque novamente na Escala Evolutiva, onde tudo se renova, onde a Lei da Reencarnação se estabelece, para que ele tenha uma nova chance , daí a possibilidade de um dia ele voltar pra você, se houver merecimento de ambas as partes !

Antes de falar a prece de passagem, mentalize a Grande Mãe Natureza dentro de uma esfera de luz,  para o encaminhamento da alma do seu gato !

Bastet... Batest... Bastet...      Anúbis... Anúbis... Anúbis...
Raios de Luz e  de poder,
Pai e Mãe, donos da Vida e da Morte,
Ensina-me o desapego,
 a amar o meu gato mesmo ele não estando comigo
 e a desprender de mim toda a energia de posse
que adquiri durante o convívio com ele.
Anúbis e Bastet
Recebam meu gato Fulano em seu Reino,
Com toda a festa e alegria que ele merece
Para que ele possa brincar em seu jardim,
comer em vossa mesa
E dormir em vossos colos.
A vida de Fulano
eu entrego em vossas  mãos..."
Que a estrada de Terra se abra à sua frente,  para que ele caminhe seguramente,
Que o vento sopre levemente em suas costas, para lhe indicar o caminho da Luz,

Que o sol brilhe morno e suave em sua face,
Para ele sentir aconchego.

Que a chuva caia de mansinho em seu corpinho,  para purificá-lo
E, até que eu possa encontrá-lo  de novo,
Que o Supremo  Deus lhe guarde na palma de Suas mãos. "

Amém ! Amém ! Amém !

Fonte:www.casadogato.com.br

ODE AO GATO


"Bichos polêmicos sem o querer, porque sábios, mais inquietantes, talvez por isso. Nada é mais incômodo que o silencioso bastar-se dos gatos. O só pedir a quem amam. O só amar a quem os merece. O homem quer o bicho espojado, submisso, cheio de súplica, temor, reverência, obediência.
O gato não satisfaz as necessidades doentias do amor. Só as saudáveis. Lembrei, então, de dizer, dos gatos, o que a observação de alguns anos me deu. Quem sabe, talvez, ocorra o milagre de iluminar um coração a eles fechado? Quem sabe, entendendo-os melhor, estabelece-se um grau de compreensão, uma possibilidade de luz e vida onde há ódio e temor? Quem sabe São Francisco de Assis não está por trás do Mago Merlin, soprando-me o artigo?
Já viu gato amestrado, de chapeuzinho ridículo, obedecendo às ordens de um pilantra que vive à custa dele? Não! Até o bondoso elefante veste saiote e dança a valsa no circo. O leal cachorro no fundo compreende as agruras do dono e faz a gentileza de ganhar a vida por ele. O leão e o tigre se amesquinham na jaula. Gato não. Ele só aceita uma relação de independência e afeto. E como não cede ao homem, mesmo quando dele depende, é chamado de arrogante, egoísta, safado, espertalhão ou falso. "Falso" porque não aceita a nossa falsidade com ele e só admite afeto com troca e respeito pela individualidade. O gato não gosta de alguém porque precisa gostar para se sentir melhor. Ele gosta pelo amor que lhe é próprio, que é dele e ele o dá se quiser.
O gato devolve ao homem a exata medida da relação que dele parte. Sábio, é espelho. O gato é zen. O gato é Tao. Ele conhece o segredo da não-ação que não é inação. Nada pede a quem não o quer. Exigente com quem ama, mas só depois de muito certificar-se. Não pede amor, mas se lhe dá, então ele exige. Sim, o gato não pede amor. Nem depende dele. Mas, quando o sente, é capaz de amar muito. Discretamente, porém sem derramar-se. O gato é um italiano educado na Inglaterra. Sente como um italiano, mas se comporta como um lorde inglês.
Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não transa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério. O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência. Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende do afago.
A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando surge nele um ato de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é algo muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe, pois significa um julgamento.
O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode, ele que enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós. Nada diz, não reclama. Afasta-se. Quem não o sabe "ler" pensa que "ele" não está ali. Presente ou ausente, ele ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir.
O gato vê mais e vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluídos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é medium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. O gato é um monge silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado.
O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e de novas inter-relações, infinitas, entre as coisas. O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção.
Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precise de promoção ou explicação quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda natureza aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato! Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração ioga. Ensina a dormir com entrega total e diluição recuperante no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo.
O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, a qual ama e preserva como a um templo. Lição de saúde sexual e sensualidade. Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. Lição de salto. Lição de silêncio. Lição de descanso. Lição de introversão. Lição de contato com o mistério, com o escuro, com a sombra. Lição de religiosidade sem ícones. Lição de alimentação e requinte. Lição de bom gosto e senso de oportunidade. Lição de vida, enfim, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências, sem exigências.
O gato é uma chance de interiorização e sabedoria, posta pelo mistério à disposição do homem." 




Autor: Artur da Távola

Deusa Bastet



AVISO PARA QUEM VISITAR MINHA CASA:

1- Lembre-se de que os gatos vivem aqui, você não!
2- Se você não quer pêlo de gato em suas roupas, fique longe do sofá.
3- Sim, eles têm alguns hábitos desagradáveis. Eu também, assim como você.E dái?
4- É claro que eles cheiram como gatos.
5- É da natureza deles cheirar você.Sinta-se à vontade para cheirá-los também.
6- Eu gosto deles muito mais do que da maioria das pessoas, se você não quer fazer parte desse grupo de pessoas, respeite-os!!!
7- Para você eles são apenas animais, para mim são filhos pequenos, que andam de quatro e não falam tão claramente. Eu não tenho problema com nenhum desses pontos. E você?

Texto do blog: http://adoteumanjo.blogspot.com/2007/05/casa-com-gatos.htm

DEUSA BASTET


Na mitologia Egípcia Bastet, Bast, Ubasti, Ba-en-Aset ou Ailuros (palavra grega para "gato") é uma divindade solar e deusa da fertilidade, além de protetora das mulheres grávidas. Também tinha o poder sobre os eclipses solares. Quando os gregos chegaram no Egito, eles associaram Bastet com Artemis e ela deixou de ser a deusa do sol para ser a deusa da lua.
A deusa está presente no panteão desde a época da II dinastia. Era representada como uma mulher com cabeça de gato, que tinha na mão o sistro, instrumento musical sagrado. Por vezes, tinha na orelha um grande brinco, bem como um colar e um cesto onde colocava as crias. Podia também ser representada como um simples gato.
Era a esposa de Ptah, com quem foi mãe de Nefertum e Mihos. A esta deusa é tradicionalmente consagrado o dia 15 de abril.



Na sua forma primitiva era representada como uma mulher com cabeça de leoa, que levava numa das suas mãos a cruz ankl, símbolo da vida e na outra, um ceptro. Mais tarde, adopta a iconografia de uma gata. Esta gata aparece então, majestosamente erguida sobre suas patas traseiras e adornada com jóias, ou como uma mulher com cabeça de gata.

Quando se apresenta na forma de gata, esta deusa está ligada à Lua (seu filho Khensu, era o deus da Lua). Quando representada na forma de leoa é associada à luz solar. Bastet também é conhecida como a "Senhora do Leste", enquanto que Sehkmet é a "Senhora do Oeste". Bastet é esposa e irmã do deus Sol e a alma da Isis. Bastet era sempre representada com uma ninhada de gatinhos a seus pés para simbolizar a fertilidade.

A Deusa-Gata foi uma das divindades mais veneradas no antigo Egito. Ela representava o lado poderoso, luminoso e acalorado do sol. Nas festas dedicadas a Bast, as ruas enchiam-se de música, dança e brincadeiras bem-humoradas. Seus seguidores adoravam comidas doces, como bolos de mel, passas e frutas.
Bastet então tornou-se a deusa dos festivais e do vinho. 
Em meados de abril, as sacerdotizas de Bastet, desciam o rio Nilo, anunciando as festividades em homenagem a Deusa. Para tanto usavam uma espécie de sino de metal, que mais tarde foi substituido pelos snuje(as castanholas árabes), Acredita-se também que ao se dançar com os snujes, a bailarina purifica o ambiente, espantando os mal espiritos.
No Antigo Egito, o gato doméstico, trazido do sul ou do oeste por volta do ano de 2.100 a.e.C., é considerado um ser divino, de tal ordem que, se um deles morrer de morte natural, as pessoas da casa raspam as sobrancelhas em sinal de luto. 
No Templo de Luxor, cães e gatos, viviam em paz. Os egípcios não olhavam para eles com olhar indiferente ou compassivo. "Estes seres", diziam eles, "são receptáculos da alma. Não tem necessidade  e conhecer os espiritos, porque eles são os  espiritos".
O gato, tão amado pelos egípcios, não era apenas um felino ardiloso e inteligente. É também a encarnação de , de Hathor e de Bastet. O símbolo do gato preto era utilizado pelos médicos egípcios para anunciar a sua capacidade de cura.
Todo aquele que matasse um gato no Egito, recebia sentença de morte
No santuário de Bastet, em Bubástis, foram encontrados milhares de gatos mumificados, assim como inúmeras efígies de bronze que provam a veneração a esse animal. Em seu templo naquela cidade a Deusa-Gata era adorada desde o Antigo Império e suas efígies eram bastante numerosas, existindo, hoje, muitos exemplares delas pelo mundo.
O gato é um símbolo que assumiu múltiplos significados entre as diferentes civilizações. Segundo uma tradição celta, ele teria nove vidas. Posteriormente, durante a Idade Média, o gato passou a ter apenas sete vidas. Animal misterioso associado aos poderes da Lua, ao mundo da magia e às bruxas.
"Eu sou Bast, a Deusa Gato do Egito. Graciosa, sinuosa, brincalhona e afetuosa. Irradio o calor e a luz do glorioso Sol." Algum admirador desconhecido escreveu esse pequeno poema para Bast, também conhecida como Bastet.

Bastet é considerada a protetora dos felinos.
“Os Olhos de Bastet podem ver através da escuridão. Nada lhe passa desapercebido”.

Fonte: Magia Zen, Os olhos de Bastet, Rosane Volpato

quarta-feira, 14 de abril de 2010

RITUAL PARA BASTET



Deusa Bastet protetora dos lares e da família.
Faça um altar dentro de casa e coloque uma imagem da deusa Bastet e em volta coloque fotos de seus gatos e de sua família (também de seus outros bichinhos de estimação), podendo sempre que quiser acender uma vela de cor verde ou branca.Do lado direito coloque um incenso de verbena representando seu cetro. E do lado direito um recepiente com leite. Enquanto o incenso estiver queimando diga a seguinte oração: "Grande Bastet, Senhora dos gatos, Deusa das delicias terrenas, Ensina-me a admirar aquilo que eu sou, Ensina-me sobre o amor e a felicidade ". Depois despeje o leite sobre uma planta ou flor e comece a sentir seu lado sedutor despertando dentro de você. Peça também sempre a proteção e o amor maternal de Bastet, porque ela pode se transformar em ferocidade quando algum de seus filhos é atacado.

Hoje é consagrada nos dias 15 de abril e 9 de setembro.


"Eu sou Bastet, a deusa dos mistérios da natureza".

Fonte: Magia Zen, Os olhos de Bastet, Rosane Volpato

quarta-feira, 7 de abril de 2010

SIMILARIDADES ENTRE A CURA DE JESUS E O REIKI


João 14-13: “Eu disse-lhes a verdade, qualquer um que tiver fé em mim, pode fazer os mesmos milagres que Eu faço, e mesmo coisas maiores do que estas que faço.”
Um dos aspectos notáveis da vida de Jesus foi os milagres que produziu. De acordo com a Bíblia, Jesus andou sobre a água, alimentou cinco mil pessoas com quatro pães e dois peixes, transformou água em vinho e ressuscitou pessoas. Mas o mais significativo de Seus milagres era o da cura. As curas compreendiam: paralisia, coxeadura, febre, catalepsia, hemorragia, doenças de pele, desordens mentais, possessão de espíritos, surdez e cegueira. Muitas dessas curas eram acompanhadas pela imposição das mãos. Isto é frequentemente indicado no Novo Testamento, Lucas 4:40 afirma: “Quando o sol se estava pondo, as pessoas trouxeram a Jesus todos os que tinham vários tipos de doenças, e repousando as suas mãos em cada um, Ele curou-os”.
Existem muitas similaridades entre a imposição de mãos de Jesus e a prática do Reiki. Uma similaridade importante é a de que Jesus podia passar o poder de curar aos outros o que é similar ao processo de harmonização do reiki. Lemos em Lucas 9:1-2 que Jesus deu aos seus doze discípulos o poder de tirar todos os “demônios” e de curar doenças. Este fato indica a similaridade com o Reiki.
Outro aspecto comum, diz respeito à fé, ou seja, não era necessário que a pessoa que estivesse procurando ajuda acreditasse para ser curada, bastava que Jesus colocasse as suas mãos e elas eram curadas. Da mesma forma ocorre com o Reiki, não há necessidade de que acreditem para que ele funcione.
Não é sabido se Jesus nasceu com a habilidade de curar através do toque ou se foi alguma coisa adquirida. As suas atividades entre os 12 e 30 anos não são mencionadas na Bíblia. Tem sido sugerido por várias pesquisas que, durante este tempo, Jesus viajou e recebeu ensinamentos em várias escolas da Índia, Tibete, China, ou com os Essênios. Se isto for verdade, é possível que Jesus tenha sido iniciado durante este tempo.
Por outro lado, é possível que Jesus tenha sido ensinado diretamente por Deus, ou pelo “Espírito Santo”, ou, simplesmente, tivesse essas habilidades desde o nascimento. Existem algumas indicações seguras, de que os métodos de cura de Jesus foram preservados pela Igreja do Oriente e transmitidos por missionários, que viajavam ao longo da "Rota da Seda" e outras rotas de comércio para a Índia, Tibete e China. É possível que esta informação sobre cura, possa ter sido incorporada aos ensinamentos religiosos do Oriente ,e, portanto, que tenha sido a fonte original, das técnicas de Reiki, usadas pelo Dr. Usui.

Os primeiros seguidores dos ensinamentos de Jesus, faziam parte de vários grupos entre eles os Gnósticos. Os gnósticos praticavam a imposição de mãos, e professavam ter um conhecimento secreto, que lhes foi passado por Jesus e seus discípulos. A existência deles é atestada pelos evangelhos gnósticos, que fazem parte da Biblioteca de Nag Hammadi, descoberta no Egito em 1945. O fato de Jesus ter ensinamentos adicionais não incluídos na Bíblia, é confirmado por uma carta escrita no segundo século pelo Papa Clemente de Alexandria, que versa sobre um evangelho secreto de Marcos que continha partes adicionais para os principais seguidores de Jesus.

Quando o Cristianismo se organizou, após o segundo século, os seus ensinamentos foram centrados em torno da fé e dos ensinamentos oficiais da Igreja, ao invés da cura. Nesta época foram banidos, os que não estavam de acordo com os novos rumos da Igreja. Tentaram destruir os evangelhos gnósticos. Com a eliminação dos Gnósticos e o estabelecimento da Igreja Cristão Oficial, a prática da imposição de mãos, foi praticamente esquecida.

Jesus possuía grande confiança na sua habilidade, e era capaz de curar instantaneamente. É claro que Ele tinha muitas habilidades e usava-as em conjunto, para obter os resultados que desejava. Claramente a Bíblia indica que Ele fazia a cura com a imposição das mãos e que podemos fazer o mesmo.
As escrituras indicam que a cura é apropriada. Os que têm uma fé sólida sabem que Deus sempre os protegerá e os guiará. Aqueles que praticam Reiki, fazem-no sob a orientação e proteção de Deus, seguros de que estão sendo guiados no exemplo de Jesus para serem curadores.

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