terça-feira, 23 de março de 2010

Terça-feira dia de HANUMAN

 



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Terca-feira é o dia dedicado ao Deus Hanuman. Nesse dia os devotos praticam o Jejum que consiste em fazer uma refeição apenas no dia, regada apenas de frutas, normalmente após o meio dia. O jejum consiste normalmente em 21 semanas. É realizado para aqueles que querem ganhar um filho homem,conseguir vistos,conseguir um emprego. Acredita-se que o Deus ajuda a todos ultrapassarem os obstaculos da vida. Normalmente usa-se roupas vermelhas além de oferecerem flores vermelhas e frutas ao Deus Hanumam, Os dias de terça feira esta relacionado ao PLANETA MARTE. Seu aniversário cai no dia de Chaitra Shukla Purnima, o dia de lua cheia em Março-Abril. Neste dia sagrado é feita a adoração de Sri Hanuman. Deve-se jejuar neste dia. Leia o Sri Hanuman Chalisa. Passe todo o dia fazendo Japa de Sri Ram. Hanuman ficará altamente satisfeito e irá abençoar você com sucesso em todas as suas tarefas. Om Sri Hanumate Namah!

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HANUMAN

 



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Hanuman, o famoso deus macaco do hinduísmo. O Ramayana informa que na verdade Hanuman era uma encarnação do poderoso Deus Shiva, que havia se manifestado na Terra durante o período de Rama, uma das encarnações de Vishnu, para auxiliá-lo em suas tarefas. Hanumam se manifestou como um vanara (símio humanóide) e ministro do rei dos vanaras, tendo sido um dos grandes heróis da epopéia. Foi ele o responsável pela descoberta do cativeiro de Sita em Lanka, pelo incêndio da cidade e pela aniquilação de diversos importantes raxasas da tribo de Ravana. O Ramayana não é o único texto da literatura védica que menciona Hanuman. Há também o "Hanuman Chalisa" e o "Mahabharata". De acordo com esses textos, Hanuman é o filho do Deus do vento (Vayu), e um avatar(encarnação) de Shiva, cuja tarefa é auxiliar o rei Ramachandra a derrotar o deus-demônio Ravana. Hanuman também é chamado de Anjaneya, em alusão à Vanari Anjana, que é sua mãe. Quando o Rei macaco Sugriva é expulso do reino de Kishkind pelo seu irmão Vali, Hanuman ajuda Sugriva a se esconder e eventualmente derrotar Vali, com a ajuda de Rama e Lakshmana. Em troca da ajuda dos dois príncipes Sugriva deveria ajudá-los a resgatar Sita Devi, então prisioneira de Ravana. Porém Sugriva esquece-se de sua promessa, mas Hanuman ajuda Lakshmana a convencê-lo a lutar ao lado de Rama. Na guerra, Hanuman exibe poderes (sidhis), podendo voar e mudar de tamanho. No decorrer da batalha, Rama e Lakshmana são aprisionados por Ahiravana, um tio de Ravana. Para resgatá-los Hanuman enfrenta o Raxasa, o qual só pode ser derrotado se cinco fogueiras forem apagadas simultaneamente. Para conseguir isto, Hanuman assume uma forma de cinco cabeças: Sri Hanuman, a sua cabeça de macaco normal. Sri Garuda, a cabeça de águia. Alusão à montaria de Vishnu. Sri Varaha, a cabeça de javali. Representa a terceira encarnação de Vishnu. Sri Narasimha, a cabeça de leão. Representa a quarta encarnação de Vishnu. Sri Hayagriva, a cabeça de cavalo. Representa outro Avatar. Outro momento importante da história é quando Lakshmana é ferido em combate. Para salvá-lo, Hanuman carrega a montanha "Dronagiri" até o campo de batalha, para que os macacos retirem dela as ervas necessárias para salvar Lakshmana. Mesmo depois que Rama morre, Hanuman permanece na terra como um imortal. No "Mahabharata" ele aparece para desafiar Arjuna, e eventualmente Krishna obriga Hanuman a servir Arjuna na guerra. Por isso Hanuman seria uma das duas pessoas que teriam ouvido o "Bhagavad-Gita" além de Arjuna (a outra é Salya). Para os Hindús, Rama e Krishna são o Deus Vishnu encarnado em diferentes épocas, por isso Hanuman representa o devoto (Bhakta) ideal. Simboliza também Tapas, (sacrifício), e Brahmacharya, (castidade). Na comunidade hindú ele é cultuado como encarnação de Shiva, e reverenciado por sua devoção a Rama. Na astrologia Hindú é dito que a meditação sobre o nome ou a figura de Hanuman afasta os malefícios trazidos por Shani (Saturno).

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SHANTIPATH - Invocção de Paz

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Om. Que haja paz no céu.
Que haja paz na atmosfera.
Que haja paz na terra.
Que as águas tragam paz para todos.
Que as ervas medicinais tragam paz para todos.
Que as plantas tragam paz para todos.
Que as forças da natureza e os
sábios dêem paz para todos.
Que a paz e a harmonia
reinem no universo inteiro.
Que a paz, somente a paz, prevaleça
em todos os lugares.
Que eu também tenha paz.

Yajur Veda, XXXVI:17

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segunda-feira, 22 de março de 2010

SHIVA

 



Na tradição hindu, Shiva é o destruidor. Na verdade ele destrói para construir algo novo, assim, podemos chamá-lo de "renovador" ou "transformador". Shiva é a personificação das transformações, simbolizando a eterna mutação do universo, que consiste na cíclica destruição e criação. O processo cósmico é a morte e a ressurreição, eterna renovação da vida. Dentro de nós mesmos, a ação de Shiva seria ade morrer para nosso velho corpo e renascer a um novo ciclo da vida. A dança tem por tema a atividade cósmica, a eterna transformação. As cinco atividades divinas de Shiva são: a criação contínua do universo, originada no ritmo; a conservação, baseada no equilíbrio e na medida dos movimentos; a destruição das formas já superadas, mediante o fogo interior; a eterna renovação; a encarnação da vida.
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Segunda -feira Dia de Shiva

 



Segunda-feiraMeia-lua é o dia dedicado ao Deus Shiva. Nesse dia os devotos praticam o Jejum consiste em fazer uma refeição apenas no dia,normalmente após o meio dia.O jejum consiste normalmente em 16 semanas seguidas. Acreditam que o jejum de segunda-feira traz uma vida familiar feliz e aquisição de conhecimentos,principalmente as solteiras acreditam que com jejum irá conseguir um bom marido. Durante esse dia o Mantra "Om Namah Shivaya" Com sonodeve ser repetido ao Deus SHIVA.
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quinta-feira, 18 de março de 2010

O POVO CIGANO


O fato do Povo Cigano não ter, até os dias atuais, uma linguagem escrita, fica quase impossível definir sua verdadeira origem. Portanto, tudo o que se disser a respeito de sua origem está largamente baseado em conjecturas, similaridades ou suposições.


A hipótese mais aceita é que o Povo Cigano teve seu berço na civilização da Índia antiga, num tempo que também se supõe, como muito antigo, talvez dois ou três milênios antes de Cristo. Compara-se o sânscrito, que era escrito e falado na Índia (um dos mais antigos idiomas do mundo), com o idioma falado pelos ciganos e encontraram um sem-número de palavras com o mesmo significado. E assim, os Ciganos são chamados de "povos das estrelas" e dizem que apareceram há mais de 3.000 anos, ao Norte da Índia, na região de Gujaratna localizada margem direita do Rio Send e de onde foram expulsos por invasores árabes.

O Povo Cigano é guardião da LIBERDADE. Seu grande lema é: "O Céu é meu teto; a Terra é minha pátria e a Liberdade é minha religião", traduzindo um espírito essencialmente nômade e livre dos condicionamentos das pessoas normais geralmente cerceadas pelos sistemas aos quais estão subjugadas. A vida é uma grande estrada, a alma é uma pequena carroça e a Divindade é o Carroceiro.

Em sua maioria, os ciganos são artistas (de muitas artes, inclusive a circense); e exímios ferreiros, fabricando seus próprios utensílios domésticos, suas jóias e suas selas. Rotulados injustamente como ladrões, feiticeiros e vagabundos, os ciganos tornaram-se um espelho onde os homens das grandes cidades e de pequenos corações expiaram suas raivas, frustrações e sonhos de liberdade destruídos. Pacientemente, este povo diferenciado, continuou sua marcha e até hoje seus estigmas não sararam.

Na verdade cigano que se preza, antes de ler a mão, lê os olhos das pessoas (os espelhos da alma) e tocam seus pulsos (para sentirem o nível de vibração energética) e só então é que interpretam as linhas das mãos. A prática da Quiromancia para o Povo Cigano não é um mero sistema de adivinhação, mas, acima de tudo um inteligente esquema de orientação sobre o corpo, a mente e o espírito; sobre a saúde e o destino.



Outro fato que chama a atenção para a provável origem indiana do povo cigano, é a santa por quem nutrem o mais devotado amor e respeito, chamada Santa Sara Kali. Kali é venerada pelo povo hindu como uma deusa, que consideram como a Mãe Universal, a Alma Mater, a Sombra da Morte. Sua pele é negra tal como Shiva.

Quase todos são devotos de "Santa Sara", que é reverenciada nos dias 24 e 25 de maio, em procissões que lotam Lês Saints Maries de La Mer, em Camargue, no Sul da França. Através de uma longa noite de vigília e oração, pelos ciganos espalhados no mundo inteiro, com candeias de velas azuis, flores e vestes coloridas; muita música e muita dança, cujo simbolismo religioso representa o processo de purificação e renovação da natureza e o eterno "retorno dos tempos".



Para o Povo Cigano, a Lua Cheia é o maior elo de ligação com o "sagrado", quando são realizados mensalmente os grandes festivais de consagração, imantação e reverenciação à grande "madrinha". A celebrações da Lua Cheia, acontecem todos os meses em torno das fogueiras acesas, do vinho e das comidas, com danças e orações. Também para os ciganos tudo na vida é "maktub" (está escrito nas estrelas), por isso são atentos observadores do céu e verdadeiros adoradores dos astros e dos sidéreos. Os ciganos praticam a Astrologia da Mãe Terra respeitando e festejando seus ciclos naturais, através dos quais desenvolvem poderes verdadeiramente mágicos.

Para uma kalin (cigana kalon), descendente desse povo, essa é uma hora em que precisamos estar atentos e vigilantes para ouvirmos uma espécie de "chamado mítico" que a dura realidade planetária está nos fazendo, e, nos unirmos em corpo e espírito com as forças maiores que regem esse universo.

Os Ciganos são "povos das estrelas" e para lá voltarão quando morrerem ou quando houver necessidade de uma grande evacuação. Há milênios eles vem cumprindo sua missão neste Planeta, respeitando e reverenciando a Mãe Natureza, trocando e repassando conhecimento. Eles pregam a necessidade urgente de pisar na superfície desse lindo "planeta água" (símbolo da emoção e da sensibilidade que preenche nossos corações) observando não só a violência praticada contra as minorias, como também os incríveis gestos de solidariedade humana mostrados via satélite ou pela Internet, na mesma velocidade da luz ou do pensamento humano, nessa era de virtualidade nem um pouco caracterizada pelas mais elementares virtudes.

O maior axioma do Povo Cigano diz simplesmente: "A sabedoria é como uma flor, de onde a abelha faz o mel e a aranha faz o veneno, cada uma de acordo com a sua própria natureza"

SANTA SARA A Santa Padroeira dos Ciganos




Conta a lenda que Maria Madalena, Maria Jacobé, Maria Salomé, José de Arimatéia e Trofino, junto com Sara, uma cigana escrava, foram atirados ao mar, numa barca sem remos e sem provisões.

Desesperadas, as três Marias puseram-se a orar e a chorar.
Aí então Sara retira o diklô (lenço) da cabeça, chama por Kristesko (Jesus Cristo) e promete que se todos se salvassem ela seria escrava de Jesus, e jamais andaria com a cabeça descoberta em sinal de respeito.
Milagrosamente, a barca sem rumo e à mercê de todas as intempéries, atravessou o oceano e aportou com todos salvos em Petit-Rhône, hoje a tão querida Saintes-Maries-de-La-Mer.
Sara cumpriu a promessa até o final dos seus dias.
Sua história e milagres a fez Padroeira Universal do Povo Cigano, sendo festejada todos os anos nos dias 24 e 25 de maio.


Segundo o livro oráculo (único escrito por uma verdadeira cigana) "Lilá Romai: Cartas Ciganas", escrito por Mirian Stanescon - Rorarni, princesa do clã Kalderash, deve ter nascido deste gesto de Sara Kali a tradição de toda mulher cigana casada usar um lenço que é a peça mais importante do seu vestuário: a prova disto é que quando se quer oferecer o mais belo presente a uma cigana se diz: "Dalto chucar diklô" (Te darei um bonito lenço).
Além de trazer saúde e prosperidade, Sara Kali é cultuada também pelas ciganas por ajudá-las diante da dificuldade de engravidar. Muitas que não conseguiam ter filhos faziam promessas a ela, no sentido de que, se concebessem, iriam à cripta da Santa, em Saintes-Maries-de-La-Mer no Sul da França, fariam uma noite de vigília e depositariam em seus pés como oferenda um Diklô, o mais bonito que encontrassem.
E lá existem centenas de lenços, como prova que muitas ciganas receberam esta graça.


Para as mulheres ciganas, o milagre mais importante da vida é o da fertilidade porque não concebem suas vidas sem filhos.
Quanto mais filhos a mulher cigana tiver, mais dotada de sorte ela é considerada pelo seu povo.
A pior praga para uma cigana é desejar que ela não tenha filhos e a maior ofensa é chamá-la de DY CHUCÔ (ventre seco).
Talvez seja este o motivo das mulheres ciganas terem desenvolvido a arte de simpatias e garrafadas milagrosas para fertilidade.

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